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Compliance ambiental: benefícios e como implementar

Compliance ambiental: benefícios e como implementar

O compliance ambiental é, atualmente, um fator estratégico para empresas que buscam crescimento sustentável e mitigação de riscos legais.

A crescente pressão regulatória reforça essa necessidade: o estudo Anticipating More Scrutiny, da KPMG, aponta que 73% dos Diretores de Ética e Compliance (CCOs) preveem um aumento da fiscalização e supervisão sobre práticas ambientais nos próximos anos.

Além disso, 43% desses profissionais indicam que os novos requisitos regulatórios são o principal desafio para suas empresas, o que exige adaptações constantes.

Mas, manter-se em conformidade com as normas ambientais vai além de evitar penalidades. As empresas que adotam práticas sustentáveis fortalecem sua reputação, aumentam sua competitividade e conquistam a confiança de consumidores e investidores.

Para se aprofundar no assunto, a seguir explicamos o que é compliance ambiental e as transformações que essa prática proporciona para o seu negócio. Boa leitura!

O que é compliance ambiental?

Compliance vem do inglês “to comply”, que significa “cumprir” ou “obedecer”. No contexto ambiental, se refere ao conjunto de práticas, estratégias e processos que uma organização adota para garantir que suas operações estejam em conformidade com legislações, requisitos legais e normas ambientais vigentes, tanto em nível nacional quanto internacional.

Vale destacar, no entanto, que o conceito vai além do simples cumprimento das leis. Ele engloba também uma abordagem proativa e preventiva, que busca minimizar impactos ambientais e promover uma atuação responsável diante dos desafios ecológicos.

Em português, frequentemente se traduz para “conformidade ambiental”, mas a ideia central permanece a de garantir que as ações de uma empresa ou organização estejam conforme os requisitos legais, éticos e sustentáveis que envolvem o meio ambiente.

Exemplos na prática

Para entender na prática como funciona o compliance ambiental, imagine uma empresa que adota medidas para mitigar os impactos de suas atividades, como a instalação de filtros para reduzir a emissão de poluentes atmosféricos ou otimizar seus processos para reduzir o consumo de água e energia.

No setor de logística, a escolha de rotas mais eficientes para redução do consumo de combustível e, consequentemente, da emissão de gases poluentes também é um exemplo.

Como se vê, são práticas que integram a sustentabilidade como princípio orientador e asseguram que as operações empresariais ocorram de forma ética, legal e responsável, em respeito aos direitos do meio ambiente e da sociedade.

Qual a importância da conformidade ambiental?

A conformidade com as questões ambientais é fundamental para o cumprimento das regulamentações legais, mas também ajuda a proteger uma empresa contra riscos financeiros, jurídicos e reputacionais.

O conceito é essencial na redução dos riscos de multas e até mesmo de interdições, que podem paralisar as operações de uma organização e comprometer seus resultados e sua sustentabilidade em longo prazo.

Qual a relação com a reputação e confiabilidade da marca?

Além das implicações legais e financeiras, o compliance ambiental é uma peça-chave na construção de uma reputação sólida e confiável.

Em geral, as organizações que se comprometem com as questões ambientais transmitem aos seus públicos que estão atentas ao impacto de suas atividades no meio ambiente e que operam de forma ética e responsável.

É uma postura especialmente importante no cenário atual, no qual consumidores e investidores estão cada vez mais exigentes quanto às práticas empresariais e, geralmente, preferem apoiar marcas que demonstram um compromisso genuíno com a sustentabilidade.

Por dentro da agenda ESG

Nesse contexto, o compliance está intimamente relacionado com a agenda ESG (Environmental, Social, and Governance). A sigla representa os critérios ambientais, sociais e de governança que avaliam o comportamento das empresas em relação à sustentabilidade e responsabilidade corporativa.

O compliance é, portanto, um dos pilares do critério “ambiental” do ESG, pois assegura que as empresas cumpram as leis e regulamentos, além de implementar práticas que minimizem seus impactos ecológicos e promovam a conservação dos recursos naturais.

Quais as consequências da falta de conformidade ambiental?

As empresas que falham no cumprimento de normas ambientais não enfrentam apenas riscos legais. Em um mercado cada vez mais competitivo e sensível às questões ambientais, elas também se deparam com prejuízos significativos em relação à sua imagem e reputação.

O desastre ambiental de Mariana, em 2015, é um caso que ilustra como a falta de compliance no setor ambiental pode gerar consequências devastadoras. O rompimento da barragem resultou em 60 milhões de m³ de rejeitos de minério de ferro, que se espalharam por diversas regiões de Minas Gerais.

O mesmo aconteceu anos mais tarde, em 2019, em outra cidade mineira. Foi o caso do rompimento das barragens da Mina do Córrego do Feijão, em Brumadinho, que resultou em um total de 12 milhões de m³ de rejeitos que atingiram 26 municípios, com 272 vítimas fatais.

As mineradoras enfrentaram multas bilionárias, uma resposta direta aos impactos ambientais irreversíveis e aos danos imensuráveis às vítimas. Além disso, as tragédias ocasionaram prejuízos à reputação das empresas. Ou seja, o valor financeiro foi apenas a ponta do iceberg, pois o principal resultado foi a perda de confiança e credibilidade junto ao público, clientes e investidores.

Agora que entendemos sua importância, vamos conhecer os benefícios do compliance ambiental para sua empresa?

Quais são os principais benefícios do compliance ambiental?

Entre os benefícios que o compliance no âmbito ambiental proporciona às empresas, estão:

  • redução de riscos legais: empresas evitam multas e outras penalidades ao seguir corretamente as leis ambientais;
  • melhoria da imagem corporativa: o compromisso com a sustentabilidade atrai consumidores e investidores;
  • eficiência operacional: o uso consciente de recursos reduz desperdícios e custos;
  • acesso a incentivos e financiamentos: bancos e investidores priorizam empresas com práticas sustentáveis;
  • vantagem competitiva: companhias que adotam o conceito de conformidade estão à frente de concorrentes que negligenciam a questão;
  • sustentabilidade de longo prazo: minimiza impactos ambientais e garante um futuro mais equilibrado para a sociedade e para o próprio negócio.

Como implementar o compliance ambiental?

Implementar o compliance ambiental exige um planejamento estratégico e comprometimento da alta gestão. O primeiro passo é compreender as exigências legais aplicáveis ao setor da empresa e avaliar os impactos ambientais de suas atividades. Depois, é possível desenvolver um plano de conformidade que assegure o cumprimento das normas.

Passo a passo para implementação

  1.  Realizar uma Avaliação de Impacto Ambiental: identificar os principais impactos ambientais das atividades da empresa.
  2.  Criar políticas e procedimentos internos: desenvolver normas internas alinhadas à legislação ambiental.
  3.  Treinar a equipe: capacitar os funcionários para que compreendam a importância das práticas e sigam as diretrizes.
  4.  Adotar tecnologias sustentáveis: investir em soluções que minimizem possíveis impactos, como tratamento de efluentes e energia renovável.
  5.  Monitorar e auditar regularmente: estabelecer indicadores de desempenho e auditorias periódicas para garantir a conformidade.
  6.  Utilizar um software para gestão de requisitos legais: ferramentas como essa facilitam o monitoramento das práticas e, especialmente, da documentação e dados relacionados ao compliance. Atualmente, a solução mais completa do segmento é o Ambisis, que vem com recursos para requisitos legais e também para outras demandas da gestão ambiental.

Compliance ambiental: o caminho para um futuro sustentável

Implementar práticas para permanecer em conformidade ambiental é uma estratégia inteligente para garantir a perenidade dos negócios. Afinal, com a crescente pressão por práticas sustentáveis, a tendência é que normas ambientais fiquem ainda mais rigorosas, o que torna o compliance um fator decisivo para a competitividade das empresas.

Assim, as companhias que adotam boas práticas conseguem minimizar riscos, otimizar processos e fortalecer sua reputação no mercado.

Se o seu negócio ainda não conta com um programa de compliance estruturado, agora é o momento ideal para agir. Além de evitar problemas legais, a iniciativa pode trazer benefícios financeiros e operacionais significativos.

Este artigo foi escrito pela Ambisis, uma plataforma completa para gestão ambiental, que auxilia empresas no monitoramento e gerenciamento de licenças com eficiência.




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6 maneiras de economizar energia em prédios públicos

6 maneiras de economizar energia em prédios públicos

De olho na eficiência energética, o governo cria várias estratégias para economizar energia em prédios públicos

Em 2021, por exemplo, o Decreto nº 10.779 estabeleceu medidas para reduzir o consumo de energia elétrica na administração pública federal. 

Ao todo, são 22 mil edifícios próprios e aproximadamente 1.400 imóveis alugados, que representam uma fatia considerável do consumo total de eletricidade.

O gasto energético residencial, comercial e público corresponde a cerca de 50% do montante de energia utilizado no país, segundo o Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (PROCEL).

Além do custo da energia, as medidas de economia promovem a sustentabilidade com o uso de fontes renováveis e limpas.

Continue no artigo e conheça os desafios para controlar os gastos das principais fontes de consumo de energia, estratégias para economizar e exemplos de eficiência energética e tecnologias verdes.

Boa leitura!

Fontes de consumo de energia em prédios públicos

Os prédios públicos têm um alto volume de ocupação e operações intensas. Por esse motivo, o controle do consumo representa o principal desafio energético. O trabalho exige não só atualizações na rede elétrica e nos equipamentos, mas também a conscientização sobre o uso inteligente da energia.

Geralmente, os projetos de eficiência energética priorizam a otimização das fontes de consumo de energia em prédios públicos para reduzir os custos.

Os principais alvos são os sistemas de iluminação, que abrangem tanto as áreas internas quanto as externas, além dos procedimentos de climatização e ventilação dos ambientes.

As lâmpadas e os aparelhos de ar-condicionado ou aquecimento são grandes vilões do consumo, especialmente quando são modelos antigos.

Equipamentos de escritório e tecnologia, como computadores, impressoras, servidores e bebedouros, funcionam por várias horas ao dia. Sem um padrão de uso sustentável, o desperdício de energia tende a ser alto.

Por fim, os elevadores, essenciais para o transporte de pessoas e cargas, também representam um alto consumo de energia. No entanto, existem mecanismos que podem torná-los mais eficientes e econômicos.

Dicas para economizar energia em prédios públicos

As ações para economizar energia em prédios públicos variam conforme a estrutura e o tipo de atividade. No entanto, existem medidas que são comuns nos projetos de eficiência energética.

A seguir, confira dicas de substituição e mudanças de hábitos que ajudam a reduzir o consumo.

1. Instalação de iluminação LED e sensores de presença

As lâmpadas de LED são mais econômicas e podem reduzir o consumo em até 80% em comparação aos modelos halógenos e dicroicos, e em até 50% em relação às fluorescentes. 

O uso de sensores de movimento em áreas de baixo tráfego, como corredores e banheiros, evita que as lâmpadas fiquem acesas desnecessariamente e complementa a eficiência da iluminação.

2. Controle inteligente de temperatura

Além da instalação de aparelhos com selo de eficiência energética, a automação da climatização representa uma solução estratégica para economizar energia em prédios públicos.

Esse tipo de tecnologia inteligente controla e ajusta automaticamente a temperatura por meio de sensores conforme o clima e a ocupação dos espaços, o que garante mais eficiência e conforto.

3. Uso eficiente de equipamentos

Outra estratégia para economizar energia em prédios públicos consiste em estabelecer regras para o uso eficiente dos equipamentos, como:

• definir uma política de desligamento de aparelhos fora de uso;

• implementar automações para desativar os equipamentos no fim do expediente;

• ativar o modo de economia de energia para aparelhos em stand-by.

Aliado ao uso de modelos de baixo consumo energético, o consumo consciente contribui para evitar desperdícios.

4. Checagem do isolamento térmico 

O isolamento térmico desempenha um papel essencial na eficiência do sistema de climatização. A vedação adequada impede escapes de ar, o que reduz a demanda de trabalho do ar-condicionado.

Outra solução eficaz envolve a instalação de películas de controle solar nas janelas, que reduzem o brilho do sol nas horas críticas do amanhecer e entardecer, diminuem a troca térmica e evitam sobrecarga na climatização.

5. Energias renováveis e fontes alternativas

O uso de energia renovável faz parte das estratégias centrais para economizar energia em prédios públicos. A alta incidência solar facilita a instalação de painéis fotovoltaicos, que geram energia mais barata e limpa.

Outros tipos, como energia eólica, biomassa e hidráulica, já recebem investimentos no país e diversificam a matriz elétrica. O Mercado Livre de Energia facilita o acesso a essas fontes alternativas.

6. Educação e conscientização dos funcionários

A cooperação dos funcionários tem um papel determinante para economizar energia em prédios públicos. O uso eficiente dos equipamentos gerais e individuais contribui diretamente para o sucesso do projeto de eficiência energética.

Assim, campanhas internas, treinamentos e a apresentação dos resultados de economia ajudam a conscientizar e incentivar o uso responsável de energia.

Exemplos de eficiência energética em prédios públicos

No Brasil, existem ótimos exemplos de eficiência energética em prédios públicos. 

Em Cuiabá, o Centro SEBRAE de Sustentabilidade valoriza a luz natural por meio de paredes de vidro, além de usar a energia solar no abastecimento e lâmpadas de LED na iluminação complementar.

O prédio do Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro, também aposta na autoprodução sustentável de energia por meio de painéis fotovoltaicos. O sistema de refrigeração reutiliza a água da Baía de Guanabara.

Para incentivar a adoção de boas práticas de economia e sustentabilidade energética, o governo federal anunciou, em junho de 2024, a destinação de R$ 100 milhões para reformas em prédios públicos.

O objetivo é que as edificações desenvolvam propostas com soluções inteligentes para reduzir o consumo de energia elétrica, principalmente por meio de fontes renováveis.

Tecnologias verdes para prédios públicos

As tecnologias verdes ajudam a criar projetos de eficiência energética sustentáveis, que valorizam os recursos naturais para economizar o máximo de energia. Os principais exemplos são:

• sistemas baseados em inteligência artificial: monitoram os dados e otimizam o consumo de energia, iluminação e temperatura;

• telhado verde: cobertura de plantas que melhora o conforto térmico da edificação, reduz as ilhas de calor e aumenta a eficiência energética;

• mecanismos de reaproveitamento de água da chuva: abastecem atividades, como serviço de limpeza, descarga de banheiros, fontes externas e sistema de irrigação dos jardins;

• materiais sustentáveis: pisos, tintas e revestimentos ecológicos valorizam a construção e têm menor impacto ambiental.

• arquitetura sustentável: projetos que valorizam a iluminação natural e insumos renováveis criam operações eficientes energeticamente em longo prazo.

Importância da redução de custos de energia em instituições públicas

A redução dos custos de energia é uma meta importante não só para o planejamento financeiro, mas também para atingir objetivos sustentáveis, melhorar a competitividade e educar os funcionários sobre o consumo consciente.

Outro resultado-chave é a eficiência energética. Ou seja, manter as operações sem aumento na demanda de energia elétrica.

As dicas para economizar energia em prédios públicos, aliadas ao uso de tecnologias verdes, auxiliam na criação de edificações modernas e autossuficientes energeticamente, uma forma de inovar e fortalecer o posicionamento da marca no mercado.

Assim, o investimento em soluções econômicas e inteligentes impulsiona o crescimento das fontes alternativas de energia, amplamente disponíveis no Brasil.

Quer aprender mais sobre o tema? Leia também:

• Energia renovável no Brasil: confira um panorama completo

• Como economizar energia elétrica na empresa? 5 dicas

• Como os governos podem economizar energia? 3 campanhas atuais

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5 dicas de economia de energia na pecuária e avicultura

5 dicas de economia de energia na pecuária e avicultura

A eficiência energética rural é um dos principais desafios para produtores e gestores que buscam empreendimentos viáveis tanto do ponto de vista produtivo quanto financeiro. Para alcançar esse objetivo, é fundamental implementar métodos de economia de energia na pecuária e avicultura.

Segundo informações da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG), o investimento em geração de energia por meio de fontes não renováveis aumenta os custos e impacta o setor.

O estudo destaca um potencial de redução de 20,4% ao ano (R$ 30,4 bilhões) no gasto total de eletricidade com a substituição de fontes “sujas” por fontes “limpas”.

Dessa forma, é essencial priorizar a sustentabilidade na produção agropecuária, não apenas para reduzir os gastos com energia elétrica, mas também para criar uma operação lucrativa ao considerar o local da produção e as épocas do ano.

Continue no artigo e descubra os principais pontos de consumo e as estratégias mais eficazes para reduzir gastos com eletricidade no campo.

Boa leitura!

Quais são as principais fontes de consumo de energia na pecuária e avicultura?

Os maiores consumidores de energia na pecuária e avicultura são os equipamentos responsáveis por manter a infraestrutura em funcionamento, como iluminação, isolamento térmico, comedouros, ventilação, nebulização, geradores, bombas de água e máquinas para ordenha e processamento.

A modernização dos equipamentos aumentou a dependência de energia elétrica, e qualquer falha no abastecimento pode gerar prejuízos. Além desses fatores, o encarecimento das bandeiras tarifárias e os períodos de escassez hídrica elevam o custo da produção.

Fatores climáticos, econômicos e culturais de cada região também influenciam a demanda energética das propriedades rurais.

A climatização dos galpões e estábulos, mantida por exaustores, bombas de nebulização e sistemas de aquecimento, é essencial para o conforto térmico dos animais e a melhoria da qualidade do ar.

De acordo com dados da Embrapa, os exaustores consomem 62% da energia elétrica na criação de aves, seguidos pelos equipamentos de aquecimento e resfriamento (11%) e de nebulização (9%).

A estação do ano também interfere na eficiência energética rural. No inverno, o consumo é, em média, 31% menor que no verão, conforme informações da Embrapa.

Durante os meses frios, a ventilação consome menos energia em comparação aos meses mais quentes. Já a iluminação permanece elevada em ambas as estações, com leve queda no inverno. O abastecimento dos comedouros com água e ração mantém um consumo estável.

Diante de tantas variáveis, um planejamento de economia de energia na pecuária e avicultura deve considerar o modelo tecnológico presente na propriedade e buscar soluções eficientes que favoreçam a produção e aumentem o retorno sobre o investimento.

Como reduzir gastos com eletricidade no campo?

As estratégias para reduzir gastos com eletricidade no campo incluem a troca de equipamentos de alto consumo e a adoção de soluções que favoreçam a independência das fontes convencionais, mais caras e poluentes. Lâmpadas de LED, isolamento térmico e energia renovável são táticas eficazes.

Confira como essas e outras estratégias podem impulsionar a economia de energia na pecuária e avicultura.

1. Melhore a eficiência da iluminação

Uma iluminação eficiente nos aviários e estábulos facilita o manejo dos animais e as atividades da equipe responsável pela manutenção e supervisão.

A lâmpada de LED é a mais econômica, já que consome 80% menos energia que a incandescente e 30% menos que a fluorescente. Além disso, sua vida útil é superior, o que reduz a necessidade de trocas frequentes.

O manejo correto da luz é essencial para criações de corte. Para garantir a iluminação adequada em cada fase, um sistema de automação ajuda a regular automaticamente a quantidade de luz e a ativar sensores de presença em áreas de passagem.

2. Otimize ventilação e resfriamento

Os equipamentos de ventilação e resfriamento demandam atenção para que os produtores alcancem suas metas de economia de energia na pecuária e avicultura.

Um ambiente bem climatizado deve apresentar controle eficiente de temperatura, umidade, velocidade do ar, odores e concentração de gases e poeiras. Para obter o máximo de eficiência:

• invista em um sistema de isolamento térmico eficiente;

• realize um plano de manutenção para ventiladores, exaustores e nebulizadores;

• aproveite a ventilação natural do ambiente para reduzir o uso de equipamentos.

3. Torne o bombeamento de água mais eficiente

As bombas de água garantem o abastecimento dos bebedouros e, atualmente, muitos sistemas operam de forma automatizada.

Uma estratégia eficiente para aumentar a economia de energia na pecuária e avicultura é utilizar bombas solares de água, acionadas por energia solar.

Além de reduzir os custos energéticos, essa tecnologia controla a pressão e o fluxo de água, o que evita desperdícios e interrupções no abastecimento.

4. Reduza custos na ordenha e alimentação

A alimentação adequada é essencial para alcançar as metas de produção de leite e carne.

Os motores elétricos garantem o funcionamento de comedouros automáticos e equipamentos de ordenha. Contudo, além dos modelos convencionais, é possível utilizar máquinas movidas a biogás, combustível gerado a partir da matéria orgânica da criação.

Essa alternativa é eficiente, reduz custos e favorece a sustentabilidade da produção.

5. Invista em energias renováveis no campo

O investimento em fontes renováveis é uma estratégia certeira para quem busca a economia de energia na pecuária e avicultura.

Uma solução é a energia solar, utilizada na produção agropecuária por seu elevado potencial de geração e baixo impacto ambiental — fatores que fortalecem a sustentabilidade na produção agropecuária.

Outra alternativa é o biogás, que utiliza resíduos orgânicos para produzir energia e biofertilizantes. Assim, além de reduzir custos, os produtores também geram renda extra com a venda de adubos naturais.

Formas de economizar energia na avicultura e pecuária: quais as vantagens?

As formas de economizar energia na avicultura e pecuária reduzem os custos operacionais e mantêm a eficiência da produção, pois diminuem a demanda energética.

Com um sistema solar fotovoltaico, é possível reduzir em até 75% os custos com energia elétrica em uma produção aviária. Essa economia possibilita investimentos em outras áreas e até a expansão da atividade.

Além dessa economia, o investimento em soluções inteligentes melhora a previsibilidade dos gastos e evita desperdícios que comprometem o desempenho e a saúde dos animais.

Por fim, adotar práticas sustentáveis reduz o impacto ambiental e fortalece o negócio em longo prazo, o que favorece seu crescimento e consolidação no mercado.

Invista na economia de energia na pecuária e avicultura

Gostou das dicas de economia de energia na pecuária e avicultura? Que tal aprender mais sobre outras formas de reduzir custos energéticos?

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Dicas para economizar energia elétrica em estádios e arenas

Dicas para economizar energia elétrica em estádios e arenas

Em 2024, o Brasileirão, principal campeonato de futebol do país, atraiu mais de 9,6 milhões de torcedores para as arquibancadas, segundo dados da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Imagine a quantidade de energia necessária para manter os campos esportivos em funcionamento! Não é à toa que os administradores estudam como economizar energia elétrica em estádios e arenas.

O abastecimento energético é um detalhe fundamental da infraestrutura. Afinal, sem energia, a iluminação, o controle de entrada, os painéis e equipamentos de transmissão, entre outros recursos, não funcionam.

Nesse caso, a melhor solução é priorizar o uso inteligente dos itens que precisam de energia para não só poupar, mas também evitar o desperdício.

Precisa de ideias de redução de custos com energia em arenas e estádios? Você clicou no artigo certo!

Conheça as principais fontes de consumo, estratégias de economia e vantagens de otimizar o abastecimento de energia elétrica.

Boa leitura!

Eficiência energética em eventos esportivos: quais as principais fontes de consumo?

Quanto maior o estádio, maior o consumo energético em grandes eventos esportivos. Além da infraestrutura local, as arenas atendem à demanda de energia dos veículos de imprensa que transmitem as partidas.

O alto gasto impacta diretamente os custos operacionais, o que leva os administradores a buscar soluções para economizar, sem perder a eficiência.

A iluminação do campo, arquibancadas, corredores e arredores dos estádios é uma das maiores fontes de consumo de eletricidade nos estádios, tanto em jogos quanto em shows.

Os refletores são os equipamentos que mais demandam energia. Em muitas arenas esportivas, a estrutura e as lâmpadas não são as mais econômicas, o que contribui para o alto gasto. 

A climatização das áreas privadas, como camarotes, cabines de imprensa e vestiários, também exige muita energia elétrica. Afinal, são ares-condicionados, máquinas de refrigeração e toda estrutura de ventilação ativas por várias horas para garantir o conforto dos frequentadores.

A estrutura de transmissão da imprensa, sistema de som e os telões do estádio também consomem grandes quantidades de energia, pois muitos equipamentos não contam com eficiência energética. Como resultado, exigem uma alta carga da infraestrutura local.

Por fim, os espaços de lazer dos estádios também são uma das principais fontes de consumo. Os equipamentos de bares, restaurantes e áreas de serviço funcionam constantemente e exigem uma estrutura elétrica bem planejada.

A quantidade de recursos que depende de energia para funcionar impressiona. Tanto que aprender como economizar energia elétrica em estádios e arenas é um dos objetivos atuais dos gestores desses espaços.

Como economizar energia elétrica em estádios e arenas?

Agora que você conhece os desafios, o próximo passo é buscar soluções para reduzir o consumo. Confira a seguir as estratégias para economizar energia elétrica em estádios e arenas.

1. Usar iluminação LED e sensores de presença

Como a iluminação é uma das principais fontes de consumo de eletricidade, a troca dos equipamentos é fundamental para economizar energia elétrica em estádios e arenas.

Os refletores de LED são os mais indicados. Além de mais econômicos, a capacidade e eficiência de iluminação é melhor. 

Um exemplo de sucesso é o projeto luminotécnico do Estádio Banpará-Baenão, no Pará. A troca das lâmpadas dos 96 refletores a vapor metálico por modelos de LED reduziu a potência de 144.000 watts para 76.800 watts. 

Apesar da diminuição no consumo, o nível de iluminação aumentou de 450 para 903 LUX’s (unidade de medida de intensidade luminosa por área), o que significa que a nova planta energética ilumina o dobro e gasta 40% menos potência. 

2. Implementar fontes de energia renovável

A instalação de fontes renováveis, como a solar, é outra estratégia eficiente para economizar energia elétrica em estádios e arenas. A autoprodução se destaca como uma solução valiosa, principalmente em regiões com alta incidência solar.

Além da geração no local, é possível comprar energia limpa de outras fontes, como energia eólica, por meio do Mercado Livre de Energia, um ambiente de contratação exclusivo e mais barato para grandes consumidores — a economia chega a até 35%!

3. Instalar sistemas de automação para controle da climatização e iluminação

Um sistema de abastecimento limpo e sustentável ajuda a economizar energia elétrica em estádios e arenas. Porém, o uso inteligente dos recursos internos é fundamental para otimizar o consumo.

A automação dos sistemas de climatização e iluminação garante não só a redução dos gastos de energia, mas também facilita o trabalho dos responsáveis por ativar e controlar os equipamentos. Dá para ligar e desligar tudo de forma remota com a ajuda de um celular ou tablet.

4. Atualizar a infraestrutura elétrica e o isolamento térmico

Um detalhe fundamental para economizar energia elétrica em estádios e arenas é avaliar o estado atual da infraestrutura elétrica e de isolamento térmico para evitar desperdícios.

Manter cabos elétricos, disjuntores e transformadores em boas condições, além de posicionar corretamente o centro de carga e, se necessário, instalar uma subestação de energia, contribui para a redução de gastos.

Logo, a integração adequada desses componentes ajuda a diminuir o consumo energético. 

5. Otimizar os horários de uso dos equipamentos

Com a automação, é possível otimizar os horários de uso dos equipamentos e, assim, economizar energia elétrica em estádios e arenas. 

O desperdício é um vilão da economia. Portanto, programar quando cada equipamento precisa funcionar e ativar o modo stand-by nas pausas de uso, ajuda a enxugar os gastos mensais e ainda incentiva o consumo consciente

Quais os benefícios da redução de custos com energia em arenas?

Os benefícios da redução de custos com energia em arenas e estádios vão além do impacto financeiro. Boas práticas também impulsionam a adoção de processos mais sustentáveis. Confira as vantagens de criar um projeto de eficiência energética.

  • Energia mais barata: reduzir a demanda, autoproduzir ou comprar energia mais barata no Mercado Livre diminui significativamente o valor da conta de luz.
  • Segurança energética: criar um projeto de eficiência energética possibilita desenvolver formas seguras de garantir a disponibilidade de energia, sem interrupções. 
  • Redução das emissões de gases de efeito estufa: usar energia limpa e enxugar o consumo reduz a pegada de carbono de estádios e arenas.
  • Gerenciamento de risco: avaliar o desempenho energético ajuda a elaborar estratégias para mitigar os riscos de pane elétrica e desabastecimento.
  • Conforto térmico: luzes de LED operam em temperaturas mais baixas do que as lâmpadas convencionais, o que reduz o risco de acidentes e incêndio.
  • Compensação do consumo com energia renovável: integrar fontes de energia renováveis, ​​como painéis solares, diminui a dependência da energia elétrica convencional.

Leia também: Fontes renováveis de energia: 7 tipos e o uso no Brasil

Qual a importância da iluminação sustentável para estádios?

Os grandes estádios e arenas dependem de um bom planejamento energético para modernizar o consumo de energia. Afinal, todas as melhorias exigem investimentos financeiros.

A principal meta do plano é incentivar o uso consciente e sustentável de energia e reduzir os custos

Para alcançar esses resultados, os gestores precisam buscar ofertas de energia mais vantajosas e econômicas no mercado, além de conhecer as fontes com menor impacto ambiental na geração, a fim de atender à demanda interna.

O trabalho conjunto dos setores de operação, finanças e energia ajuda a alinhar os objetivos desejados e as soluções viáveis para alcançá-los.

Simplifique a economia de energia!

Gostou das estratégias para economizar energia elétrica em estádios e arenas? Quer colocar as ações em prática? Comece com a migração para o Mercado Livre de Energia.

Além de comprar energia mais barata, você negocia os termos dos contratos com mais liberdade e pode, inclusive, fechar negócio somente com fornecedores de energia limpa.

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Como maximizar a eficiência energética em data centers?

Como maximizar a eficiência energética em data centers?

A transformação digital alterou o modo de operação das empresas. A modernização eliminou as salas de arquivo morto e transferiu as informações para computadores. Porém, o alto custo dos servidores locais demanda um planejamento para melhorar a eficiência energética em data centers.

Os equipamentos funcionam 24 horas por dia, 7 dias por semana. Para garantir um bom desempenho, a proteção e a distribuição das máquinas no espaço facilitam a circulação de ar e a refrigeração.

Dessa forma, investir em eficiência energética na gestão de data centers permite o uso de um volume menor de energia para realizar as funções necessárias, além de reduzir os custos operacionais e os impactos ambientais.

Enfrenta esse desafio na sua empresa? Continue no artigo e conheça os equipamentos que mais utilizam eletricidade, estratégias para reduzir o consumo de energia em um data center e tecnologias que ajudam a economizar.

Boa leitura!

Como reduzir o consumo de energia em um data center: principais fontes

Os principais componentes de um data center são: servidores, equipamentos de rede, switches, hardwares, máquinas de resfriamento, unidades de armazenamento de dados e roteadores.

O funcionamento desse sistema depende de um insumo em comum: energia elétrica. E muita! Afinal, os data center funcionam sem pausas para garantir a disponibilidade de acesso dos arquivos e o funcionamento de aplicações e sistemas empresariais. 

Essa estrutura tem um alto custo financeiro que as empresas tentam minimizar com a implementação de soluções sustentáveis para manter a central de dados em operação, mas com um consumo de energia reduzido.

Segundo a consultoria Gartner, 75% das organizações terão um programa de sustentabilidade para operar com mais eficiência a infraestrutura de seus data centers até 2027.

Além do aspecto ambiental, a sustentabilidade impacta positivamente fatores relevantes, como imagem da marca no mercado, capacidade de inovação, resiliência e atração de talentos.

Principais fontes de consumo de energia

Para criar um planejamento para maximizar a eficiência energética em data centers, é fundamental avaliar o impacto de cada equipamento nos gastos.

Os servidores e os equipamentos de rede são os principais componentes das centrais de dados e os que mais consomem, afinal, os computadores são responsáveis pelo funcionamento e centralização da rede.

Esse conjunto de equipamentos, por sua vez, precisa de um sistema de refrigeração e climatização ativo para manter a temperatura adequada e evitar o superaquecimento que pode prejudicar a atividade dos componentes das máquinas.

Além disso, a qualidade da iluminação e da infraestrutura da rede elétrica são essenciais para evitar o desperdício de energia. Cabos elétricos antigos comprometem o funcionamento dos equipamentos e a iluminação ruim dificulta a circulação pelo espaço.

5 estratégias de eficiência energética em data centers

A implementação de estratégias de eficiência energética em data centers precisa de uma avaliação detalhada da infraestrutura existente para melhorar os recursos necessários. 

Confira a seguir cinco dicas que auxiliam a poupar energia com a otimização de alguns componentes-chave das centrais de dados.

1. Implementação de sistemas de resfriamento eficientes 

O sistema de resfriamento garante que a sala do data center se mantenha na temperatura adequada para o bom funcionamento e segurança de todos os componentes. 

Uma alternativa moderna é o free cooling, um método que usa a temperatura natural do ar em vez de refrigeração mecânica. Quando a temperatura externa é menor que a interna, o sistema usa o ar frio de fora como fonte de resfriamento.

Dessa forma, reduz ou elimina o uso de sistemas de ar-condicionado, o que economiza energia e dinheiro.

O resfriamento líquido é outra opção de sistema de climatização econômico. Nesse método, um líquido, geralmente água, absorve o calor dos itens, como as CPUs de computadores, e o transfere para um radiador, que dissipa para o ambiente externo por meio de ventoinhas.

2. Uso de energias renováveis para abastecimento

O investimento em energias renováveis é outra solução para alcançar a eficiência energética em data centers. A geração de energia limpa é mais barata e menos poluente que as tradicionais.

Uma das alternativas para abastecer a central de dados é implementar um sistema de autogeração local ou remoto, como painéis fotovoltaicos, ou comprar energia renovável via Mercado Livre de Energia.

3. Otimização da distribuição da carga de trabalho 

A expansão de um data center aumenta a demanda de energia. Para distribuir melhor a carga de trabalho, uma das principais estratégias é a virtualização do sistema por meio de máquinas virtuais.

Dessa forma, uma parte da estrutura computacional opera na nuvem, o que reduz o consumo de energia.

Outra técnica recomendada para centrais que processam um alto volume de dados é o balanceamento de carga. O método distribui a demanda de tráfego entre vários servidores, evita a sobrecarga dos equipamentos, acelera a performance e reduz a latência do sistema.  

4. Reparos no isolamento térmico e melhorias no layout do data center

A distribuição dos equipamentos no espaço do data center é um detalhe que auxilia no bom desempenho das máquinas que comandam a rede. 

O principal cuidado no layout é garantir áreas de passagem entre os computadores e servidores para circulação de pessoas, além de espaços de ‘respiro’ para a eliminação do calor.

Dessa forma, o sistema de refrigeração atua com mais eficiência, principalmente se a vedação das janelas e saídas de ventilação estiver bem-feita.

5. Automação e monitoramento do consumo energético

A automação é uma estratégia-chave para maximizar a eficiência energética em data centers. Com esse recurso, é possível configurar a ativação do modo de economia de energia dos equipamentos em momentos de baixo consumo, por exemplo.

Assim, os servidores mantêm o funcionamento, mas não exigem tantos recursos, o que ajuda a economizar sem perder a funcionalidade do sistema.

Assim, os servidores continuam a operar, mas com menor demanda energética, o que ajuda a economizar sem comprometer a funcionalidade do sistema.

Como maximizar a eficiência energética em servidores com a tecnologia?

As tecnologias ajudam a economizar energia e a implementar sistemas inteligentes, que geram insights valiosos para as estratégias de eficiência energética em data centers.

Atualmente, grande parte dos equipamentos tem configurações de baixo consumo energético, como os computadores, servidores e hardwares, para obter o máximo de desempenho com menos energia.

Outra tecnologia de destaque é a inteligência artificial. Por meio de recursos, como Machine Learning, é possível obter sugestões de melhoria para otimizar a gestão de energia nos data center.

O modelo da central de dados também impacta positivamente o consumo de energia. Os data centers modulares são portáteis e adaptáveis aos locais conforme a capacidade de dados necessária.

Já os data centers verdes têm um sistema de monitoramento contínuo e gerenciamento avançado de dados para consumir menos eletricidade, além de reciclar parte da energia que seria desperdiçada.

Como usar energia renovável em data centers?

O principal objetivo de alcançar a eficiência energética em data centers é utilizar menos recursos para manter a operação ativa e, assim, reduzir os gastos com a conta de luz no fim do mês.

Aliado às novas tecnologias, a adoção de práticas sustentáveis, como a energia renovável, é uma estratégia-chave para alcançar a economia desejada.

Quer ter acesso a fontes limpas para abastecer o data center da sua empresa? Conheça o Esfera Simplifica, a solução da Esfera Energia que orienta seu negócio na escolha da melhor energia com até 35% de economia.

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É possível economizar energia em aeroportos? Descubra!

É possível economizar energia em aeroportos? Descubra!

Os aeroportos são recursos nacionais vitais não só para o transporte de pessoas, mas também para o comércio regional, nacional e internacional. Por conta do alto consumo elétrico, as administradoras investem quantias significativas em soluções para economizar energia em aeroportos.

Segundo o relatório Airport Energy Efficiency and Cost Reduction, da ACPR (Airport Cooperative Research Program), órgão norte-americano, a energia elétrica representa de 10% a 15% do orçamento operacional total da maioria dos aeroportos.

Por conta disso, a eficiência energética é uma prioridade, pois corresponde a uma parcela significativa dos custos anuais.

Atualizações de equipamentos e instalação de novas tecnologias para otimizar o consumo contribuem para reduzir os gastos, diminuir as emissões de carbono e melhorar a sustentabilidade energética em aeroportos.

Continue a leitura e conheça as melhores práticas para economizar energia, os itens da infraestrutura aeroportuária que mais consomem eletricidade e as soluções sustentáveis para reduzir custos.  

Quais são as melhores práticas para eficiência energética em aeroportos?

As melhores práticas para eficiência energética em aeroportos focam na otimização do uso da energia. As ações incluem substituir e atualizar equipamentos, além de implementar novas tecnologias.

O guia deste trabalho é o planejamento energético, um documento que identifica e orienta as mudanças, estabelece prioridades e avalia o impacto nos custos totais.

Em grandes estruturas, a auditoria energética é um dos processos mais eficientes para identificar os componentes da infraestrutura que mais utilizam energia elétrica.

Nos aeroportos, os principais itens que consomem muita eletricidade diariamente são:

  • a iluminação de áreas internas e externas;
  • o sistema AVAC (aquecimento, ventilação e ar-condicionado);
  • os equipamentos de segurança e controle de tráfego aéreo;
  • os sistemas de transporte interno (trens, esteiras, ônibus).
  • o abastecimento de aeronaves estacionadas em solo.

Conforme o tamanho da operação, a auditoria identifica outros pontos críticos de consumo que precisam de otimização. Dessa forma, a administração define as melhores práticas para atingir as metas de redução e, assim, alcançar a eficiência energética.

Como reduzir o consumo de energia em aeroportos?

A redução do consumo de energia em aeroportos envolve um conjunto de boas práticas de eficiência energética, como melhorias na iluminação, uso de energia renovável e atualizações nos sistemas de climatização e transporte. Uma equipe de gestão competente é crucial para otimizar as operações.

A seguir, conheça as estratégias e tecnologias eficientes que os aeroportos podem utilizar para economizar energia elétrica.

1. Substituição de lâmpadas e uso de sensores

A iluminação é um item-chave da lista de estratégias para economizar energia em aeroportos, pois existem modelos mais eficazes, duráveis e que consomem menos.

As lâmpadas de LED são as mais econômicas, adequadas para áreas internas e externas. Além dessas vantagens, oferecem mais brilho, possuem vida útil mais longa e emitem menos calor em comparação às lâmpadas tradicionais.

No Aeroporto Internacional de Confins, a troca das luminárias do Terminal 1 por lâmpadas de LED reduziu em 60% o consumo de energia elétrica e evitou a emissão de seis toneladas de CO2e (carbono equivalente) por mês.

Além de lâmpadas mais eficientes, a instalação de sensores de presença evita o desperdício de energia em áreas de passagem e elimina os interruptores, o que traz mais agilidade no acionamento e segurança.

2. Utilização de energias renováveis no abastecimento

Os terminais aeroportuários são espaços grandes e com alta incidência solar. Essas características auxiliam a instalar painéis fotovoltaicos para geração de energia.

A energia solar pode abastecer parte das operações diárias dos aeroportos, como os aviões que se preparam para o embarque de passageiros.

Além da autoprodução local, existem outras formas de abastecer a operação com energia renovável. A principal é a migração para o Mercado Livre de Energia.

Nesse caso, além de negociar com os fornecedores com mais liberdade, é possível escolher somente os que trabalham com fontes limpas, o que ajuda a reduzir custos e cumprir as metas de sustentabilidade.

O Aeroporto Santos Dumont, por exemplo, tem uma usina solar com vários painéis fotovoltaicos instalados no telhado da edificação. O projeto é uma parceria entre a administração do SDU e a INFRAERO (Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária).

3. Atualização dos sistemas de climatização

A atualização dos sistemas de climatização ajuda a economizar energia em aeroportos e garantir o conforto térmico dos passageiros.

Uma das melhorias possíveis é o monitoramento e controle automático do sistema para ajustar a temperatura conforme as condições do tempo nos diversos setores do terminal.

Para maximizar a economia, é fundamental que o isolamento térmico seja de qualidade e que existam controles independentes nas diferentes áreas do aeroporto, como salas de bagagens, praça de alimentação e free shops. 

A calibração correta dos sensores evita leituras incorretas que geram desperdício de energia e desconforto aos usuários.

4. Otimização dos equipamentos de transporte

O gasto energético das esteiras rolantes e de bagagem, elevadores e escadas diminui com a instalação de inversores de frequência e sensores de carga e movimento. 

Além de ser uma estratégia para economizar energia em aeroportos, a otimização prolonga a vida útil dos equipamentos de transporte. 

Outro componente essencial para reduzir o consumo é a ativação do modo stand-by quando as máquinas não estão em uso, além da instalação de sensores de aproximação para acioná-las automaticamente.

5. Gestão de energia e automação

Por fim, uma gestão eficiente é fundamental para economizar energia em aeroportos em longo prazo. O monitoramento dos processos, o acompanhamento do gasto mensal e o envolvimento de funcionários e usuários ajudam a fortalecer a cultura do consumo consciente.

A avaliação em tempo real por meio de tecnologias de controle inteligente, como os programas de Inteligência Artificial (IA) que analisam os dados e geram relatórios de desempenho detalhados, fornece insights para manter a infraestrutura otimizada e eficiente.

Gestão de energia pode ajudar a reduzir o custo operacional em aeroportos?

O setor de gestão de energia dos aeroportos é o responsável por gerenciar as estratégias para economizar nos gastos com o insumo.

A equipe tem conhecimento e dados para implementar melhorias e atualizações para alcançar a eficiência energética. Ou seja, usar menos energia para manter a operação ativa.

Porém, o planejamento energético vai além da economia e da redução de custos. As mudanças destacam o posicionamento ambiental dos aeroportos, o que atrai passageiros e parceiros que valorizam empresas sustentáveis.

Economizar energia em aeroportos: a Esfera resolve!

Agora que você conhece as estratégias para economizar energia em aeroportos, o próximo passo é atualizar o sistema de abastecimento.

A migração para o Mercado Livre de Energia pode reduzir em até 35% os gastos energéticos e facilitar o acesso a fornecedores de energia renováveis.

Conheça o Esfera Resolve, a solução completa da Esfera Energia, ideal para grandes empresas que necessitam de suporte e acompanhamento de um time especialista na gestão inteligente de energia.

Fale com um especialista e saiba como migrar hoje mesmo.

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Como economizar energia na indústria automotiva?

Como economizar energia na indústria automotiva?

O setor de produção, venda e manutenção de veículos é um dos principais do mercado, com grande demanda produtiva. Porém, assim como em todos os ramos, economizar energia na indústria automotiva é um objetivo estratégico de muitas montadoras.

No último balanço da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) sobre o consumo de energia no país, a demanda energética do setor de veículos cresceu 5,5% em novembro de 2024.

Diante desse cenário, as empresas buscam não só reduzir os custos operacionais, mas também diminuir as emissões de carbono da cadeia produtiva. A geração de energia, a depender da fonte utilizada, produz muitos resíduos poluentes.

Para melhorar a competitividade no mercado, as empresas automobilísticas buscam alternativas e investem em tecnologias para orientar as tomadas de decisão.

Continue no artigo e entenda os desafios energéticos desse mercado, estratégias que ajudam a economizar e benefícios da sustentabilidade. 

Boa leitura!

Quais são os desafios energéticos do setor automobilístico?

O alto consumo de energia nas fábricas de carros é um dos principais desafios energéticos do setor. A automação das linhas de montagem exige energia elétrica para executar todos os processos, desde a soldagem de peças, encaixes até a pintura.

Dessa forma, a eficiência energética desses equipamentos impacta diretamente a conta de luz, além da produtividade da fábrica, pois a equipe pode demorar mais para fabricar um carro se a infraestrutura for menos eficiente.

Outro desafio é a redução do uso de fontes de origem fóssil, mais poluentes e responsáveis por grandes emissões de carbono.

O gás natural é a única fonte fóssil que ganhou espaço na indústria brasileira, segundo o Plano Decenal de Expansão de Energia 2026, da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), que traz indicadores de 2016 até 2026.

Outras fontes não renováveis, como carvão mineral e derivados de petróleo, reduziram sua importância nesse período.

Um indicador positivo é o aumento da participação das fontes renováveis, que causam menos impacto no meio ambiente devido a não emissão de gases de efeito estufa.

Por fim, para economizar energia na indústria automotiva, as empresas devem conscientizar a gestão sobre a importância de reduzir custos e avaliar formas de contribuir para a sustentabilidade do setor automobilístico.

3 estratégias para economizar energia na indústria automotiva

As estratégias para economizar energia na indústria automotiva podem variar conforme o tamanho da operação, as características da infraestrutura e o tipo de energia utilizado no abastecimento.

As dicas a seguir são mudanças-chave para iniciar o processo e definir as melhorias necessárias para alcançar os objetivos de redução.

1. Fazer uma auditoria energética

Uma vez definida a necessidade de economizar, é fundamental saber em quais pontos concentrar esforços. Uma auditoria energética, realizada por uma equipe interna ou terceirizada, ajuda a identificar padrões de consumo e oportunidades de economia.

Com as informações em mãos, os gestores definem quais tarefas priorizar e traçam um plano para organizar o fluxo de trabalho.

2. Automatizar e monitorar o consumo

O uso de tecnologias IoT na economia de energia gera dados sobre os equipamentos e mostra o padrão de consumo de cada setor e das etapas da linha de produção e montagem.

A partir do monitoramento do consumo, é possível definir estratégias de automação das atividades e implementar equipamentos mais eficientes energeticamente para evitar desperdícios e falhas, além de identificar problemas em tempo real.

3. Atualizar os equipamentos

Para um processo de automação eficiente, a qualidade dos equipamentos deve corresponder à otimização de desempenho planejada.

Assim, é possível substituir máquinas obsoletas (ou fazer um upgrade de peças), atualizar o sistema de iluminação antigo com lâmpadas mais econômicas e modernizar os equipamentos com a instalação de inversores de frequência.

A atualização do sistema AVAC (aquecimento, ventilação e ar-condicionado), que controla a temperatura, reduz não só o consumo de energia, mas também melhora a qualidade do ambiente de trabalho e, consequentemente, o conforto e bem-estar da equipe.

Como reduzir o consumo energético em montadoras?

Outra decisão estratégica para reduzir o consumo energético em montadoras é a migração para o Mercado Livre de Energia, um ambiente de contratação exclusivo para grandes consumidores.

Nesse mercado, as empresas tratam diretamente com os fornecedores de energia e negociam todos os detalhes dos contratos, como preço, prazo, volume e forma de pagamento.

Além desses aspectos, é possível criar um plano e negociar acordos de fornecimento em médio e longo prazo, conforme a sazonalidade da demanda energética.

O processo de migração envolve uma série de etapas. Para evitar erros, empresas como a Esfera Energia oferecem soluções que auxiliam na mudança e na busca pela melhor energia, o que pode resultar em uma economia de até 35%.

Quais são os benefícios das energias renováveis na indústria automotiva?

Os benefícios das energias renováveis na indústria automotiva são:

  • diminuir os custos com energia elétrica e, consequentemente, os gastos operacionais;
  • reduzir as emissões de gases de efeito estufa;
  • alcançar metas de sustentabilidade com a criação de uma linha de produção verde;
  • obter reconhecimento das boas práticas de ESG, como selos que validam os resultados das mudanças implementadas;
  • atender às regulamentações ambientais governamentais para manter a conformidade da operação.

Os biocombustíveis, como biodiesel, álcool etílico e lixívia, são uma das principais mudanças para reduzir a emissão de gases de efeito estufa e a poluição do ar. 

Esses insumos são os que mais crescem em importância no consumo final de energia da indústria automotiva, ainda conforme os dados do Plano Decenal de Expansão de Energia 2026.

Dessa forma, as energias renováveis são essenciais para o sucesso das estratégias para economizar energia na indústria automotiva. A migração para o Mercado Livre facilita o acesso a esses fornecedores e a criação de um plano de abastecimento eficiente.

Sustentabilidade no setor automobilístico: use a melhor energia

O objetivo do seu negócio é economizar energia na indústria automotiva, mas também ter previsibilidade de custo, minimizar a burocracia e utilizar energia limpa nas operações?

Com o Esfera Simplifica, sua empresa migra para o Mercado Livre de forma descomplicada e ainda economiza até 35% na conta de luz.

Fala com um especialista da Esfera Energia e saiba como funciona o processo de migração!

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Como economizar energia elétrica na indústria de plástico?

Como economizar energia elétrica na indústria de plástico?

O plástico é um produto essencial em diversos setores, como construção civil, alimentos, bebidas, automóveis, autopeças, eletrônicos e embalagens. Uma grande demanda significa uma grande produção e, consequentemente, muitos gastos. Nesse cenário, dá para pensar em economizar energia na indústria de plástico?

A resposta é sim! Afinal, a indústria é um dos ramos que mais consome energia elétrica no país. Portanto, as empresas buscam otimizar seus perfis de consumo energético.

A indústria do plástico produziu 7,04 milhões de toneladas em 2023, das quais 1,1 milhão foi de resinas plásticas recicladas, segundo o relatório ‘As Indústrias de Transformação e Reciclagem de Plástico no Brasil – Perfil 2023’ da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (ABIPLAST), publicado em 2024.

Quanto mais otimizado for o processo produtivo, maior a competitividade frente ao mercado e a sustentabilidade operacional, se os processos implementados incluírem o uso de energia limpa, por exemplo.

Continue no artigo e aprenda dicas de eficiência energética na indústria de plástico e os benefícios de investir em boas práticas.

Boa leitura!

6 dicas para economizar energia na indústria de plástico

O planejamento de estratégias para economizar energia na indústria de plástico é a chave para obter todos os benefícios de reduzir os gastos na conta de luz. Confira dicas do que fazer para uma redução de custos eficiente. 

1. Substituição de equipamentos antigos

Uma inspeção na infraestrutura atual é o primeiro passo para economizar energia na indústria de plástico porque identifica equipamentos obsoletos, pouco eficientes e com alto consumo.

Dessa forma, é possível planejar os investimentos para substituir esses itens por outros mais modernos e eficientes energeticamente

Analise o gasto individual com a ajuda de sensores e compare com a previsão de economia do modelo novo, para saber o custo-benefício de cada troca.

2. Manutenção preventiva

A necessidade de troca depende de uma avaliação prévia. Dessa forma, a manutenção preventiva é um procedimento indispensável para obter o máximo de desempenho dos equipamentos em longo prazo.

O ideal é seguir a recomendação do fabricante em relação à análise dos componentes, lubrificação de peças e substituição. Esses procedimentos ajudam não só no objetivo de economizar energia na indústria de plástico, mas também evitam manutenções corretivas caras.

3. Automação e monitoramento das máquinas

A automação das máquinas utilizadas na cadeia de produção do plástico é outra dica para integrar e monitorar os equipamentos por meio de sistemas computadorizados, como o Controlador Lógico Programável (CLP), que programa as instruções de produção.

As tecnologias de IoT (Internet das Coisas) são outras ferramentas que auxiliam na otimização do consumo elétrico. Dispositivos e sensores podem se conectar às máquinas para melhorar a eficiência energética e a produtividade dos processos industriais.

4. Aproveitamento de calor residual 

O calor residual dos equipamentos não é só um efeito colateral desagradável que influencia a qualidade do ambiente de trabalho. 

Em vez de dissipar a energia térmica para o meio externo, é possível reaproveitá-la com a ajuda de um condensador no sistema de refrigeração. 

Essa peça, integrada a um trocador de calor, permite o uso da energia residual para aquecimento, resfriamento ou geração de eletricidade.

5. Implementação de iluminação LED

A troca de lâmpadas é mais eficiente para economizar energia na indústria de plástico do que se imagina. 

Grandes complexos industriais necessitam de iluminação permanente. Dessa forma, utilizar modelos de lâmpadas econômicas, como as de LED, é a melhor estratégia, já que essas opções gastam menos e duram mais. 

Os sensores de presença também são equipamentos que evitam o desperdício, principalmente em locais de passagem.

6. Uso de fontes renováveis de energia

A autoprodução de energia é outra alternativa eficiente para economizar energia na indústria de plástico. Os painéis solares são a fonte renovável mais fácil de implementar, pois podem ser instalados tanto no teto quanto em áreas planas dentro do terreno da fábrica.

Outra opção é a cogeração qualificada. Ou seja, gerar energia em conjunto com outra empresa. Assim, é possível dividir o investimento e aumentar a capacidade de geração para abastecer as duas operações.

Como investir em fontes renováveis no setor plástico?

Além da autoprodução, seja de forma independente ou em cogeração, outra possibilidade para usar fontes renováveis no setor de plástico, sem grandes investimentos, é a migração para o Mercado Livre de Energia.

O Ambiente de Contratação Livre (ACL), outro nome do mercado, permite que empresas e fornecedores negociem diretamente os detalhes do contrato de fornecimento de energia.

Dessa forma, o tipo de energia, preço, período de abastecimento, volume e forma de pagamento são definidos conforme o acordo firmado para atender a demanda da fábrica.

Contar com o apoio de uma empresa especializada em gestão no Mercado Livre é uma estratégia eficaz para a mudança de mercado, pois ajuda a garantir o cumprimento de todas as regras importantes.

Quais são os benefícios da redução de custos em fábricas de plástico?

Os investimentos em economia de energia na indústria de plástico, especialmente a adoção de fontes energéticas limpas, geram benefícios estratégicos, como:

  • ampliar a eficiência energética da fábrica;
  • reduzir custos operacionais para a transformação do plástico;
  • contribuir para a conquista de metas de sustentabilidade;
  • reduzir a pegada de carbono da empresa;
  • modernizar a infraestrutura de operação;
  • melhorar a produtividade da equipe com equipamentos mais eficientes;
  • contribuir para um fluxo de caixa eficiente e uma gestão de custos otimizada.

As melhorias para economizar energia na indústria de plástico funcionam de forma integrada. Ou seja, um processo otimizado fortalece o outro, o que garante o bom desempenho na totalidade.

Melhore a eficiência energética na indústria de plástico

Gostou das dicas para economizar energia na indústria de plástico? Garanta a eficiência energética da sua empresa com a migração para o Mercado Livre.

A Esfera Energia conta com uma equipe de especialistas em eficiência no consumo de energia que orienta o seu negócio desde o processo de migração até o fechamento de contratos estratégicos.

Além disso, você recebe orientações para escolher a melhor energia e, assim, obter até 35% de economia na conta de luz.

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Como economizar energia em shopping centers? 5 ações

Como economizar energia em shopping centers? 5 ações

As administradoras de grandes centros comerciais estão atentas à necessidade de criar operações mais sustentáveis e econômicas. Um dos desafios atuais é como economizar energia em shopping centers.

Afinal, quanto maior o espaço, maior o custo energético para manter a segurança, a climatização, a iluminação e os equipamentos funcionando.

Segundo dados da Abrasce (Associação Brasileira de Shopping Centers), existem 639 shoppings no Brasil. Só a demanda de energia custa milhões por mês, o que torna a busca por eficiência energética ainda mais urgente.

Continue no artigo e entenda a importância da economia de energia, principais fontes de consumo, estratégia para reduzir os gastos, benefícios financeiros e ambientais das novas soluções, dicas e como a migração para o Mercado Livre de Energia pode ser uma solução certeira.

Boa leitura!

Qual a importância da economia de energia em shopping centers?

A energia elétrica é um dos maiores custos operacionais de shopping centers. Devido a esse fator, a economia energética é prioridade na gestão, pois pequenas mudanças geram reduções significativas nas despesas mensais.

O Shopping Village Mall, no Rio de Janeiro, passou a economizar R$ 5,5 milhões anuais na conta de luz após o investimento em energia solar que cobre toda a demanda energética da estrutura, além de evitar a emissão de 18 mil toneladas de CO2.

A implementação de estratégias para economizar energia em shoppings centers traz outros benefícios, como a adoção da sustentabilidade como valor corporativo, o que reforça a imagem do empreendimento.

O movimento em busca de soluções modernas para suprir as necessidades operacionais é resultado da ascensão do ESG, que engaja as empresas em boas práticas ambientais, sociais e de governança corporativa.

Principais fontes de consumo de energia em shoppings

A infraestrutura dos shopping centers é complexa e demanda bastante energia elétrica. Afinal, são muitas horas de uso diário, quase ininterruptamente, todos os dias da semana.

A iluminação é a principal fonte de consumo. As áreas comuns de circulação e lojas precisam de luz para funcionar e atrair clientes com diferentes estratégias de visual merchandising. 

Outra demanda cara é a manutenção do sistema de climatização (AVAC) dos shoppings, que realiza aquecimento, ventilação e ar-condicionado, para que o ambiente seja confortável para os clientes, independentemente do clima externo.

Equipamentos que funcionam sem parar o dia todo, como portas automáticas, elevadores, escadas rolantes e geradores, aumentam a demanda energética.

Porém, existem soluções viáveis para economizar energia em shoppings centers e melhorar a sustentabilidade e o custo operacional.

Como economizar energia em shopping centers?

Para economizar energia em shoppings centers, os passos são: entender o perfil de consumo do estabelecimento, criar um sistema de iluminação eficiente, implementar equipamentos de climatização inteligente, montar um bom sistema de manutenção preventiva e usar fontes de energia renovável para reduzir os custos no abastecimento.

Confira a seguir como colocar em prática essas mudanças para gerar economia na conta de luz.

1. Entender o perfil de consumo do estabelecimento

Por serem grandes consumidores, os shopping centers compram energia conforme a demanda contratada da distribuidora. O cálculo errado e fora do perfil de consumo gera um custo alto desnecessário.

Dessa forma, para economizar, a gestão precisa conhecer o que mais afeta os gastos, traçar ações para eliminar desperdícios e, assim, contratar energia conforme o uso real.

2. Ter um sistema de iluminação eficiente

Mudanças simples no sistema de iluminação dos shopping centers ajudam a economizar energia. A substituição das lâmpadas fluorescentes pelas de LED é eficiente, pois os produtos duram mais e gastam menos.

Incluir sensores de presença em áreas de baixa circulação também evita luzes acesas sem necessidade. Aproveitar a iluminação natural também é uma solução excelente para economizar e criar espaços agradáveis dentro do shopping.

3. Climatização inteligente

Uma boa climatização não precisa ser cara. O primeiro passo é avaliar o funcionamento do sistema atual, como estado dos equipamentos, necessidade de renovação e o gasto gerado para otimizar a infraestrutura.

As novas tecnologias ainda permitem a implementação de um sistema de automatização do controle de temperatura, que aumenta ou diminui conforme o fluxo de pessoas circulando no shopping.

4. Manutenção preventiva

Os shopping centers mais antigos devem passar por manutenções preventivas em todo sistema elétrico e de equipamentos para verificar o estado dos fios e pontos elétricos. São detalhes simples, mas que geram uma economia total significativa.

A troca de máquinas antigas por modelos novos e econômicos garantem a longevidade dos equipamentos e evitam manutenções corretivas caras.

5. Uso de energia solar e outras fontes renováveis

Uma das soluções mais utilizadas pelas administradoras para economizar energia em shoppings centers é investir em fontes de energia renovável. 

Alguns empreendimentos investem na autoprodução por meio de placas de energia solar no local ou na montagem de fazendas solares para serem independentes energeticamente.

Já outros shoppings optam pela migração para o Mercado Livre de Energia, no qual podem negociar a demanda, o preço e a forma de pagamento dos contratos com mais liberdade, além de priorizar acordos com fornecedores de energia limpa.

Quais os benefícios de investir na eficiência energética em shoppings?

As estratégias para economizar energia em shopping centers trazem diversos benefícios para a gestão financeira e ambiental dos empreendimentos. Confira as principais vantagens:

• redução de custos operacionais: diminuir os gastos com energia elétrica impacta positivamente as contas gerais. A mudança para o Mercado Livre, por exemplo, reduz a despesa em até 35%;

• gestão mais eficiente: controlar os gastos conforme a sazonalidade, fluxo de clientes e número de lojas melhora o monitoramento da demanda e, consequentemente, as compras de energia;

• aumento da sustentabilidade nos empreendimentos: o reconhecimento das boas práticas implementadas por meio de selos de sustentabilidade, como LEED e ISO 50001, reforça o compromisso e a imagem do negócio no mercado.

Para engajar os lojistas e funcionários nas metas de economia, crie programas de incentivo sobre a importância estratégica do consumo consciente de energia e o papel das tecnologias sustentáveis para shopping centers na otimização dos gastos. 

Migração para o Mercado Livre de Energia

Segundo a Abrasce, 92% dos shoppings brasileiros recorrem ao Mercado Livre de Energia para contratar a demanda necessária para o abastecimento das operações a um preço mais competitivo.

Além de conseguir preços melhores, as empresas escolhem os fornecedores com os quais desejam negociar e, assim, priorizam os geradores de energia limpa.

Veja os resultados da migração alcançados pela Sociedade Hípica Brasileira que, com a assessoria da Esfera Energia, economizou 40% no custo total de energia. Confira o case completo.

Quer aproveitar os benefícios do Mercado Livre de Energia para shopping centers? Fale com um espe10cialista Esfera!

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Gestão energética na indústria de alimentos: como melhorar?

Gestão energética na indústria de alimentos: como melhorar?

Devido ao gasto elevado, a eficiência da gestão energética na indústria de alimentos é fundamental para a sustentabilidade das empresas.

Segundo dados do Balanço Energético Nacional 2024, o setor industrial foi responsável por 36,4% do consumo total de energia do país.

A implementação de estratégias para ter mais eficiência no uso da energia elétrica vai além de reduzir a conta de luz — também é sinônimo de negócio sustentável.

Dessa forma, as indústrias que encaram os desafios e investem na redução do consumo energético na produção alimentícia ganham um diferencial competitivo no mercado.

Continue no artigo e entenda o que é gestão energética na indústria de alimentos, os desafios do setor, como melhorar o desempenho, as vantagens e dicas para ajustar processos e economizar.

Boa leitura!

O que é gestão energética na indústria?

A gestão energética na indústria é o conjunto de processos que analisa, monitora e planeja meios de otimizar o uso de energia elétrica nas atividades operacionais para melhorar a eficiência, reduzir os gastos e aumentar a sustentabilidade. 

O perfil de consumo de uma indústria, por exemplo, é uma das referências no momento de informar à concessionária a demanda contratada.

Geralmente, as empresas atendidas em alta e média tensão (Grupo A) precisam informar a quantidade de energia elétrica utilizada.

Se a equipe responsável pela avaliação do consumo e desempenho dos equipamentos e realização dos cálculos não avaliar corretamente as variáveis, há risco de comprar uma quantidade maior, o que gera um gasto desnecessário.

Porém, comprar menos e exceder o limite contratado gera multa para a empresa, o que resulta no aumento dos custos. No final do ano, o negócio terá excedido seus gastos com energia elétrica.

Quais são os desafios da gestão energética na indústria de alimentos?

Conforme os dados da última edição do Balanço Energético Nacional, que analisou o desempenho de 2023, o consumo de energia no setor de alimentos e bebidas aumentou 19,7%.

Por ser um segmento aquecido e com alta demanda, as fábricas encaram grandes desafios na gestão energética. 

Além disso, os alimentos são bens perecíveis, o que exige refrigeração ao longo de toda cadeia produtiva, desde o armazenamento das matérias-primas até o estoque e transporte dos produtos prontos até os pontos de venda.

O estado dos equipamentos influencia no consumo, pois os antigos são menos eficientes e gastam mais energia elétrica. A atualização do maquinário, entretanto, exige planejamento devido ao alto custo.

As tecnologias modernas embutidas nas máquinas para obter produtos de alta qualidade também têm um valor elevado.

Dessa forma, a equipe de gestão energética precisa de um planejamento bem organizado e de uma parceria próxima com o setor financeiro para estudar a viabilidade dos investimentos.

A vantagem é que, quando se trata de energia elétrica, o Brasil oferece soluções eficientes para grandes consumidores não só reduzirem despesas, mas também adotarem estratégias de abastecimento sustentáveis.

Como melhorar a eficiência energética na indústria de alimentos?

As estratégias de redução de consumo energético na produção alimentícia exigem avaliações detalhadas do perfil de consumo e um bom planejamento para implementar as mudanças.

Para obter resultados positivos com a gestão energética na indústria de alimentos, confira as estratégias que melhoram os processos.

1. Fazer auditorias energéticas

Quanto maior a indústria, maiores são as chances de encontrar pontos de desperdício no fluxo operacional. Para identificar em quais etapas o problema acontece, faça auditorias energéticas periódicas.

Assim, além de levantar o que precisa de ajustes, a equipe também define oportunidades de economia, como troca de maquinário ou mudança no abastecimento. 

2. Implementar tecnologias eficientes

A tecnologia é uma aliada da gestão energética na indústria de alimentos. Afinal, os equipamentos modernos melhoraram a eficiência e o desempenho, e ainda demandam menos energia para operar.

Dessa forma, a busca por motores de alta eficiência, materiais com isolamento térmico potente e automações para agilizar o fluxo de produção auxiliam na redução dos custos totais.

3. Usar fontes de energia renovável

As indústrias que ainda não investem em energia renovável para abastecer as fábricas perdem uma grande oportunidade de economizar nos gastos elétricos.

Conforme dados do Balanço Energético, as principais fontes utilizadas pelas indústrias de alimentos no Brasil são:

  • gás natural;
  • carvão mineral;
  • lenha;
  • bagaço de cana;
  • energia solar térmica e outros recursos renováveis.

As fontes de energia limpa são não só uma oportunidade de economizar, mas também de ter uma operação sustentável e com uma pegada de carbono menor.

Além de investir na autoprodução por meio de painéis de energia solar, a cogeração é uma opção para dividir custos e ampliar a capacidade de geração de eletricidade.

A migração para o Mercado Livre de Energia é outra alternativa ainda mais eficiente para atender a demanda e negociar os contratos de abastecimento diretamente com os fornecedores.

Benefícios de uma gestão energética eficiente

O investimento para otimizar a gestão energética na indústria de alimentos é benéfico, financeira e ambientalmente, pois fortalece a empresa no mercado. As principais vantagens de ter processos organizados são:

  • redução de custos operacionais: conta mais barata e controle mais eficiente do consumo;
  • cumprimento dos objetivos de sustentabilidade ambiental: as mudanças ajudam na redução das emissões de carbono e outros gases estufa e no descarte correto de resíduos sólidos
  • adoção de práticas ESG (Environmental, Social, Governance): além das vantagens ambientais, o impacto social e interno gerado por uma boa gestão fortalece a atuação no mercado;
  • melhoria da imagem corporativa e relacionamento com stakeholders: uma marca com ações consistentes e bem executadas reforça o compromisso com as metas internas e externas, o que valoriza o trabalho;
  • diminuição do desperdício: a economia em um insumo caro, como a energia elétrica, evita o desperdício por meio da adoção de boas práticas e do engajamento da equipe nos objetivos sustentáveis.

Dicas práticas para uma boa gestão energética

A gestão energética na indústria de alimentos e em outros segmentos é um trabalho contínuo. Afinal, o tempo gera novas demandas e a equipe deve estar pronta para buscar soluções.

Para identificar as necessidades de melhoria rapidamente, faça o monitoramento constante do consumo energético. Acompanhe não só o gasto total, mas também avalie individualmente o consumo dos equipamentos com o auxílio de medidores.

O treinamento interno das equipes em relação às boas práticas de uso consciente da energia é fundamental para a mudança na mentalidade de consumo.

Leia também: Como economizar energia elétrica na empresa? 5 dicas

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