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Economia de energia para atacadistas e distribuidores: 5 dicas

Economia de energia para atacadistas e distribuidores: 5 dicas

Luzes acesas constantemente, máquinas funcionando 24/7, computadores, esteiras, sistemas de refrigeração e ventilação sempre ativos para processar pedidos e garantir a climatização adequada. Quando o desafio é planejar ações de economia de energia para atacadistas e distribuidores, é preciso ser altamente estratégico.

Os custos fixos de energia elétrica são altos nesses setores, principalmente devido ao tamanho da infraestrutura física de operação.

Os supermercados atacadistas e os centros de distribuição dos grandes e-commerces contam com estruturas gigantescas e 100% dependentes de eletricidade, não apenas para operar, mas também para garantir a segurança.

Porém, é justamente devido a essa proporção que ajustes simples na gestão de energia corporativa podem resultar em uma grande economia nos custos energéticos.

Quer saber como reduzir a conta de luz no centro de distribuição da sua empresa? Continue a leitura e conheça os desafios da redução de custos com energia no atacado, além de entender como o Mercado Livre de Energia pode ser a mudança ideal para ampliar a economia.

Principais aprendizados

  • Os principais desafios da economia de energia para atacadistas incluem consumo elevado, falta de monitoramento e tarifas instáveis, que dificultam a redução de custos.
  • Para reduzir a conta de luz no centro de distribuição, são necessárias ações como manutenção preventiva, uso de LED, atualização de máquinas e uso de energia solar.
  • As vantagens do Mercado Livre de Energia para distribuidores são: flexibilidade contratual, preços mais baixos e liberdade de negociação, o que torna o mercado livre ideal para reduzir custos.

Boa leitura!

Quais são os desafios da redução de custos com energia no atacado?

Os principais desafios da redução de custos com energia no atacado são:

  • alto consumo energético: resultado do grande volume de equipamentos elétricos que mantêm a operação ativa. O comércio por atacado é o segundo setor que mais consome energia no país, segundo o Anuário Estatístico de Energia Elétrica da EPE;
  • ausência de monitoramento: a falta de acompanhamento dos padrões e variações de consumo impede que as empresas identifiquem desperdícios e oportunidades de economia de energia para atacadistas;
  • inadequação na demanda contratada: grandes consumidores de energia precisam prever sua demanda com precisão. Contratar além do necessário, significa pagar por energia não utilizada; já contratar menos pode gerar multas por ultrapassar o volume previsto;
  • horários de consumo inadequados: sem um monitoramento adequado, a eficiência energética para empresas é comprometida, já que a operação pode estar mais ativa justamente nos horários de ponta, quando o custo da energia é mais alto;
  • variações nas tarifas de energia: no mercado cativo, as constantes mudanças tarifárias são um dos grandes obstáculos à economia de energia para atacadistas. Os preços sofrem influência direta das condições de geração, do clima e da demanda energética nacional;
  • aumento constante dos custos operacionais: além da energia elétrica, os demais custos operacionais também crescem, o que impacta diretamente o orçamento das empresas e sua competitividade no mercado.

Identificar os fatores que mais afetam a eficiência energética para empresas é o primeiro passo para definir estratégias sobre como reduzir a conta de luz no centro de distribuição.

Com um plano de ação simples e focado nos pontos certos, a despesa energética pode ser significativamente reduzida. Confira a seguir as dicas que podem ajudar a sua empresa na gestão de energia corporativa.

Como reduzir a conta de luz no centro de distribuição?

Cada empresa terá um conjunto específico de ações estratégicas sobre como reduzir a conta de luz no centro de distribuição. Além das medidas mais adequadas para cada tipo de operação, confira cinco dicas eficazes que se aplicam a qualquer negócio.

1. Crie um plano de manutenção

Um plano de manutenção de equipamentos contribui diretamente para a economia de energia para atacadistas, pois evita que falhas no desempenho de máquinas e sistemas prejudiquem a produtividade e a eficiência da operação. Organize as datas em um calendário e defina a equipe responsável.

2. Atualize máquinas e equipamentos antigos

Equipamentos antigos costumam ser grandes vilões no consumo de energia. Em operações de larga escala, a obsolescência tecnológica eleva os custos significativamente. Para resolver o problema, faça um inventário detalhado e defina as substituições prioritárias. Ao comprar novos itens, priorize aqueles com selo de eficiência energética.

3. Revise o projeto luminotécnico da empresa

Atualizar o projeto luminotécnico melhora a distribuição da iluminação no centro de distribuição. Esse planejamento ajuda a combinar luz natural e artificial de forma eficiente, o que garante conforto e funcionalidade. Lâmpadas de LED, por exemplo, consomem até 80% menos energia do que modelos convencionais.

4. Conheça a demanda de consumo da empresa

Como mencionado, erros na definição da demanda contratada geram desperdício e aumento de custos. Avalie o histórico de consumo da empresa, identificando variações e sazonalidades, para estabelecer uma margem de contratação mais precisa e segura.

5. Invista em energia limpa

A adoção de fontes renováveis, como a energia solar, é uma estratégia eficaz de economia de energia para atacadistas. A produção própria reduz a dependência do fornecimento externo e, consequentemente, da demanda contratada, o que impacta positivamente a redução dos gastos com energia.

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Por que o Mercado Livre de Energia para distribuidores é vantajoso?

O Mercado Livre de Energia para distribuidores é vantajoso porque, nesse ambiente de contratação, as negociações de compra e venda são mais flexíveis. As partes envolvidas podem definir livremente todos os detalhes comerciais do contrato, como:

  • preço;
  • prazo;
  • volume de energia contratado;
  • período de abastecimento;
  • forma de pagamento.  

Com a abertura do Mercado Livre em 2024 para todos os consumidores do Grupo A (alta tensão), mais empresas passaram a ter acesso a esse modelo.

A mudança resultou em um volume histórico de migrações, com mais de 26 mil novos consumidores livres, segundo dados da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).

Esse ambiente de contratação é ideal para impulsionar a economia de energia para atacadistas e distribuidores, pois oferece mais oportunidades de adquirir energia a preços mais competitivos.

Economia de energia para atacadistas é com a Esfera Energia

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FAQ

O que mais consome energia em atacadistas e centros de distribuição?

O que mais consome energia em atacadistas e centros de distribuição é o funcionamento contínuo de máquinas, sistemas de climatização e iluminação. Esses equipamentos operam em alta demanda, e o custo elevado da energia no Mercado Cativo torna a conta de luz ainda mais pesada mensalmente.

Como saber se minha empresa está apta a entrar no Mercado Livre de Energia?

Sua empresa pode migrar para o Mercado Livre de Energia se tiver um consumo médio mensal acima de R$ 8 mil e estiver no grupo de alta tensão. Com apoio técnico, é possível avaliar o perfil de consumo e projetar a economia com base em contratos mais vantajosos.

A economia na conta de luz é garantida no Mercado Livre?

Sim, a economia costuma ser significativa no Mercado Livre de Energia, especialmente com um estudo técnico adequado. As empresas conseguem negociar diretamente com fornecedores e personalizar contratos de acordo com suas necessidades, o que pode reduzir a conta de luz em até 35%, de forma segura e previsível.

O que muda na rotina administrativa ao migrar para o Mercado Livre?

A principal mudança está na gestão da energia. A empresa deve acompanhar os contratos com mais atenção, mas pode contar com uma consultoria especializada. Essa assessoria técnica identifica oportunidades de economia, acompanha o mercado e realiza as negociações com os fornecedores de energia.

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Gestão de energia no setor têxtil: aprenda como reduzir custos

Gestão de energia no setor têxtil: aprenda como reduzir custos

A gestão de energia no setor têxtil é cada vez mais estratégica para manter a competitividade e a sustentabilidade das operações. Com a industrialização e o avanço tecnológico, a produção de tecidos se expandiu e se diversificou, mas também se tornou intensiva em energia.

À medida que as empresas crescem, aumentam também os desafios relacionados ao consumo de energia na produção têxtil, especialmente nas etapas de fiação, tecelagem, acabamento e beneficiamento.

Em um mercado globalizado e altamente competitivo, controlar esses custos é fundamental. Por isso, investir em eficiência energética no setor têxtil deixou de ser uma opção e se tornou uma necessidade.

Neste artigo, você vai entender como reduzir custos na indústria têxtil por meio de uma gestão energética inteligente, além de descobrir os benefícios da migração para o Mercado Livre de Energia.

Principais aprendizados

  • A gestão de energia no setor têxtil ajuda a controlar o alto consumo de energia elétrica na produção e torna os processos mais eficientes e econômicos.
  • Para reduzir custos na indústria têxtil é necessário mapear processos, modernizar equipamentos e acompanhar indicadores para cortar desperdícios e economizar energia.
  • As vantagens da eficiência energética no setor têxtil incluem reduzir o consumo, aumentar a produtividade e contribuir diretamente para a redução de custos fixos na indústria.

Boa leitura!

Qual a importância da gestão de energia no setor têxtil?

A gestão de energia no setor têxtil é essencial para garantir eficiência operacional e controle de custos. Isso porque a energia elétrica representa um dos principais insumos da cadeia produtiva, o que impacta diretamente a competitividade dos negócios.

Segundo a Empresa de Pesquisa Energética (EPE), as indústrias têxteis consomem 6.031 GWh por ano, o que coloca o setor entre os 10 maiores consumidores de energia do país.

Com uma demanda tão elevada, conhecer o perfil de consumo energético do negócio é fundamental para otimizar o uso de energia elétrica na cadeia produtiva.

Por meio de tecnologias de monitoramento e automação, é possível identificar desperdícios, corrigir ineficiências e encontrar oportunidades de economia em cada etapa da produção.

Com processos de gestão de energia bem-estruturados, a indústria pode reduzir seus custos e adotar estratégias mais sustentáveis, como a migração para o Mercado Livre de Energia.

Como reduzir custos na indústria têxtil?

Entender como reduzir custos na indústria têxtil exige uma análise detalhada de toda a cadeia produtiva. Avaliar o funcionamento de cada etapa permite identificar desperdícios e oportunidades de economia, com foco na otimização de processos industriais e no uso inteligente da energia.

Confira a seguir as principais estratégias para tornar a gestão de energia no setor têxtil mais eficiente.

1. Mapeie os processos de produção

O primeiro passo é conhecer a fundo cada etapa: fiação, tecelagem, acabamento e beneficiamento. Use equipamentos de medição para monitorar o consumo de energia por fase e por máquina.

Assim, é possível identificar os maiores vilões do consumo e ajustar os processos para torná-los mais eficientes e padronizados.

2. Invista em novas tecnologias e equipamentos

A otimização de processos industriais depende da modernização dos recursos. Máquinas mais antigas consomem mais energia e oferecem menor desempenho. Tecnologias modernas, com eficiência energética comprovada, ajudam a aumentar a produtividade sem elevar os custos.

Além disso, softwares de automação com inteligência artificial permitem monitorar dados em tempo real, o que facilita decisões mais rápidas e precisas.

3. Faça manutenção preventiva no maquinário

Manter os equipamentos em bom estado reduz falhas e paradas inesperadas, dois fatores que impactam diretamente os custos operacionais.

Com base nos dados de desempenho, crie um cronograma de manutenção preventiva e conte com uma equipe preparada para agir com agilidade quando necessário.

4. Atualize a infraestrutura da fábrica

Fiações antigas, iluminação ineficiente e instalações obsoletas geram desperdícios silenciosos. Promova auditorias elétricas periódicas e implemente melhorias como a substituição de lâmpadas convencionais por LED (que podem gerar até 80% de economia), o aumento da luz natural e a instalação de sensores de presença.

5. Acompanhe os indicadores de desempenho

Para garantir que os esforços gerem resultados, é essencial acompanhar KPIs (indicadores-chave de desempenho). As métricas orientam as decisões, revelam novas oportunidades de economia e fortalecem a cultura de eficiência na empresa.

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Quais são as vantagens de investir em eficiência energética no setor têxtil?

Investir em eficiência energética no setor têxtil é uma estratégia essencial para tornar a produção mais competitiva e sustentável. Entre os principais benefícios estão a redução do consumo total de energia e a possibilidade de escalar a produção em períodos de alta demanda, sem aumentar os custos operacionais.

Para alcançar esses resultados, é fundamental contar com uma gestão de energia no setor têxtil bem-estruturada, apoiada por tecnologias e processos que maximizem o aproveitamento dos recursos disponíveis.

Um estudo da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP) revela que a energia elétrica é a principal despesa enfrentada pela indústria, e supera até mesmo os custos com frete, ICMS e aquisição de insumos.

Segundo a Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), 42% das empresas do setor já planejam investir em maquinário, tecnologia e automação para ampliar a capacidade produtiva em 2025.

Esses investimentos estão diretamente ligados à redução de custos fixos na indústria, o que torna os negócios mais eficientes e sustentáveis a longo prazo.

Mercado Livre de Energia para indústrias têxteis: migre com a Esfera

O Mercado Livre de Energia para indústrias têxteis oferece uma oportunidade real de reduzir custos e ganhar autonomia na contratação de energia. Nesse ambiente, geradores e consumidores negociam livremente as condições contratuais, o que torna a gestão energética mais estratégica e personalizada.

Se a sua fábrica tem um gasto mensal superior a R$ 8 mil com energia elétrica, migrar para o Mercado Livre é um passo essencial para potencializar os resultados da gestão de energia no setor têxtil.

Com o Esfera Resolve, solução exclusiva da Esfera Energia, sua indústria conta com uma operação dedicada, que cuida da contratação de energia de ponta a ponta, garantindo mais eficiência e economia.

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FAQ

Quais equipamentos mais consomem energia na indústria têxtil?

Os maiores consumidores de energia na indústria têxtil são motores elétricos, bombas de aquecimento e tratamento de água, compressores, chillers e fornos. Um bom dimensionamento, alinhado à gestão de energia, é essencial para evitar desperdícios e melhorar a eficiência energética.

É possível prever o quanto posso economizar com o Mercado Livre de Energia?

Sim. Um estudo de viabilidade pode estimar com precisão a economia gerada ao migrar para o Mercado Livre de Energia. Essa análise detalha o perfil de consumo e apoia decisões estratégicas voltadas à redução de custos fixos na indústria de forma segura e planejada.

Preciso fazer investimentos na fábrica para aderir ao Mercado Livre?

Não obrigatoriamente. A adesão ao Mercado Livre pode ser feita com base nos dados levantados pela gestão de energia no setor têxtil. A análise desses dados ajuda a identificar pontos de otimização, o que evita investimentos desnecessários e garante decisões mais assertivas sobre o consumo energético.

O que muda na operação do setor têxtil com uma gestão energética mais eficiente?

Com eficiência energética, há ganhos em produtividade e economia. A eliminação de desperdícios e o uso racional da energia permitem manter ou ampliar a produção sem elevar os custos, o que contribui diretamente para a redução de custos fixos e maior sustentabilidade.

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5 dicas de economia de energia para centros de distribuição

5 dicas de economia de energia para centros de distribuição

O crescimento exponencial das vendas online aumentou a demanda por serviços logísticos eficientes para atender os consumidores. Além das oportunidades de expansão, as empresas do setor enfrentam um grande desafio: a economia de energia para centros de distribuição (CD).

Um bom desempenho energético em centros logísticos é essencial para manter a competitividade no mercado e aproveitar as oportunidades de crescimento.

Segundo projeções da Allied Market Research, o valor do mercado de logística da América Latina deve atingir US$ 784,60 bilhões até 2027, com uma taxa de crescimento anual de 6,2%.

O Brasil tem a maior participação no setor dentro do mercado latino-americano. A pandemia de Covid-19 aumentou a demanda pelo serviço no país, mas também intensificou a pressão por eficiência operacional.

As empresas que estão saindo na frente investem em boas práticas de gestão de consumo em galpões industriais, especialmente de energia elétrica, um dos custos fixos mais elevados desses espaços.

Continue a leitura do artigo e conheça os desafios da redução de custos em galpões logísticos, os vilões do consumo energético, como funciona o Mercado Livre de Energia para logística e dicas de eficiência energética para otimizar os resultados financeiros.

Principais aprendizados

  • A economia de energia para centros de distribuição é um desafio devido ao alto custo da energia no mercado regulado e à operação intensa dos CDs.
  • Os principais vilões da redução de custos em galpões logísticos são equipamentos elétricos, iluminação, climatização e processos ineficientes.
  • A migração para o Mercado Livre de Energia para logística permite negociar condições mais vantajosas e reduzir significativamente os custos.
  • Investir em automação, atualizar equipamentos e adotar fontes sustentáveis são estratégias-chave para alcançar eficiência energética no setor logístico.

Boa leitura!

Por que a economia de energia para centros de distribuição é um desafio?

A economia de energia para centros de distribuição é um desafio para as empresas do setor, principalmente devido ao alto custo da energia elétrica no Ambiente de Contratação Regulada (ACR) brasileiro.

Entre 2010 e 2024, as tarifas de energia acumularam um aumento de 177%. O valor do megawatt-hora (MWh) passou de R$ 112 para R$ 310, um crescimento 45% acima da inflação do período, segundo dados da Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia (Abraceel).

Esse encarecimento das tarifas no ACR, somado à alta demanda energética dos centros de distribuição e galpões logísticos, resulta em contas de luz mensais elevadas. Muitos desses locais operam 24 horas por dia, 7 dias por semana, o que amplia ainda mais o consumo.

Ainda assim, a economia de energia não é um desafio intransponível. Pelo contrário, com ajustes simples e estratégicos, é possível melhorar significativamente o desempenho energético.

Antes de explorar o potencial do Mercado Livre de Energia para logística, é fundamental entender os principais vilões da infraestrutura elétrica para armazéns.

Quais são os maiores vilões da redução de custos em galpões logísticos?

Os principais vilões da redução de custos em galpões logísticos são os equipamentos elétricos utilizados na movimentação e armazenagem de estoques, como empilhadeiras elétricas, baterias recarregáveis e sistemas de carregamento.

Outros grandes consumidores de energia da infraestrutura incluem a iluminação, os aparelhos de climatização (aquecimento e refrigeração) e as soluções de automação e energia em logística, responsáveis por controlar e monitorar o funcionamento dos centros de distribuição (CDs).

A ausência de boas práticas de gestão de energia favorece a existência de processos ineficientes, como a recarga de baterias em horários de ponta, períodos em que a energia custa mais caro devido à alta demanda.

Por isso, quando o objetivo é alcançar uma economia de energia para centros de distribuição realmente efetiva, é fundamental otimizar o uso no ambiente e buscar alternativas para reduzir o impacto das tarifas elevadas do mercado regulado.

Como ter eficiência energética no setor logístico?

As principais estratégias para alcançar eficiência energética no setor logístico incluem:

  • investir em tecnologias inteligentes: soluções de automação e energia em logística permitem monitorar o consumo em tempo real e identificar oportunidades de melhoria;  
  • otimizar os processos logísticos: revise cada etapa da infraestrutura operacional para evitar desperdícios de energia e garantir o uso eficiente dos recursos;  
  • atualizar equipamentos: maquinário obsoleto compromete a economia de energia para centros de distribuição. Faça auditorias regulares e substitua os equipamentos por versões mais eficientes. A adoção de iluminação LED e sensores de presença também contribui;  
  • transição para energia sustentável: fontes renováveis, como solar e eólica, ajudam a reduzir a conta de luz e a pegada de carbono da operação logística;  
  • migrar para o Mercado Livre de Energia: a adesão pode gerar uma economia de até 35%. Um estudo de viabilidade detalhado permite avaliar o potencial de ganho com a migração.

Mercado Livre de Energia para logística: por que migrar?

Além das práticas de eficiência energética, uma das estratégias mais eficazes para gerar economia de energia para centros de distribuição é a migração para o Mercado Livre de Energia.

Também conhecido como Ambiente de Contratação Livre (ACL), esse modelo permite flexibilidade na compra e venda de energia. As negociações são realizadas diretamente entre empresas e fornecedores, sem a intermediação das distribuidoras tradicionais.

Assim, os termos comerciais dos contratos, como preço, prazo, volume de energia, período de fornecimento e forma de pagamento, podem ser ajustados livremente, o que garante condições mais vantajosas para ambos os lados.

Quando a empresa conhece sua demanda energética e suas variações sazonais, consegue fechar contratos com antecedência e aproveitar boas oportunidades no ACL, o que assegura o fornecimento futuro com economia.

Esse processo exige acompanhamento constante, experiência no Mercado Livre de Energia para logística e conhecimento técnico para avaliar cada proposta com precisão.

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Se a migração já está no seu radar, conheça o Esfera Resolve e fale com um especialista para garantir os melhores preços de energia e contar com uma operação personalizada para o seu negócio.

FAQ

Quais são os principais consumidores de energia em centros de distribuição?

Os principais consumidores de energia em centros de distribuição são os equipamentos elétricos, como empilhadeiras, baterias recarregáveis e sistemas de carregamento, além da iluminação, climatização e automações utilizadas para controlar o funcionamento dos centros logísticos de forma contínua e com alta demanda energética.

É necessário fazer adaptações na estrutura elétrica para migrar para o Mercado Livre?

Se houver falhas na infraestrutura elétrica para armazéns, melhorias podem ser necessárias para evitar desperdícios. No entanto, a migração para o Mercado Livre de Energia pode acontecer paralelamente aos ajustes elétricos, sem que um processo dependa completamente do outro para começar.

Qual o perfil mínimo de consumo para ter acesso ao Mercado Livre de Energia?

Empresas com gastos mensais acima de R$ 8 mil em energia elétrica têm o perfil mínimo para ingressar no Mercado Livre de Energia. O ideal é realizar um estudo de viabilidade para identificar o potencial de economia e as vantagens operacionais da migração para esse ambiente.

Em quanto tempo vejo retorno financeiro ao otimizar a energia do meu galpão?

O tempo de retorno financeiro varia conforme o tamanho da operação, as metas de redução e o volume de melhorias implementadas. Para acompanhar os avanços, recomenda-se definir metas mensais e monitorar os resultados com regularidade, o que ajuda a avaliar o impacto das ações nos custos de energia.

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Redução de custos fixos com o Mercado Livre: case Friato

Redução de custos fixos com o Mercado Livre: case Friato

Manter as finanças de uma empresa sob controle exige atenção constante aos gastos operacionais — especialmente àqueles que pesam no orçamento todos os meses. Por isso, a redução de custos fixos é uma das estratégias mais eficazes para tornar a operação mais enxuta e rentável.

Um dos principais vilões nessa conta é a energia elétrica. E o problema só cresce: entre 2010 e 2024, as tarifas aumentaram 177%, segundo a Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia (Abraceel) — o valor passou de R$ 112/MWh em 2010 para R$ 310/MWh em 2024.

Para empresas que operam com alta demanda energética, como no setor alimentício, o impacto é ainda maior. Mas há solução: a migração para o Mercado Livre de Energia pode gerar economias significativas.

Neste artigo, você vai conhecer o case real da Friato, cliente da Esfera Energia, que obteve 25% de economia com essa mudança estratégica. Descubra como essa decisão impactou diretamente a gestão de custos operacionais.

Boa leitura!

Como a Friato conseguiu a redução de custos fixos com energia?

Para mostrar como a Friato conquistou uma redução de custos fixos significativa em sua conta de energia, reunimos um passo a passo que detalha todo o processo de migração — da identificação do problema até os resultados práticos. Confira!

Histórico empresarial

A Friato é uma empresa do Grupo Tomazini, fundada em 1991. Atua em diversos segmentos da indústria frigorífica, como granjas de matrizes, fábricas de ração, incubatórios, abatedouros de aves e processamento de produtos industrializados.

Com sede em Goiás, a companhia é hoje uma das maiores produtoras e exportadoras de carne de frango do mundo.

Ao longo de mais de 30 anos de atuação, a empresa expandiu significativamente suas operações — e, com isso, aumentou a demanda por energia.

O custo elevado passou a impactar diretamente o orçamento, e a permanência no Mercado Cativo deixou de ser uma opção vantajosa.

Desafios energéticos

Com o aumento das tarifas, a conta de luz da Friato dobrou e se tornou o principal gasto fixo da operação. Esse cenário evidenciou a necessidade urgente de redução de custos fixos com energia elétrica.

A primeira solução considerada foi a migração para o Mercado Livre de Energia. No entanto, a empresa ainda não dominava os processos, as adequações técnicas exigidas, nem as mudanças que o processo traria para a operação e o perfil de consumo.

Segundo Edgar Monteiro, gerente de custos e responsável pela área de energia da Friato:

“O mercado é livre. Então, se você se organizar, tem benefícios. Se deixar para a última hora, não.”

Apoio da Esfera Energia

Para garantir uma migração segura e eficiente, a Friato contou com o apoio da Esfera Energia. A empresa foi escolhida como parceira estratégica para viabilizar a redução de custos fixos, com um planejamento técnico robusto e acompanhamento especializado.

Os riscos e a alta volatilidade do Mercado Livre de Energia exigem cautela na hora de definir o melhor momento para migrar. Edgar destaca que a escolha do momento certo para migrar foi influenciada pelo valor da tarifa de energia no período da migração.

Devido à volatilidade do Mercado Livre, a escolha do momento certo para migrar exige atenção. Edgar reforça a importância do suporte recebido:

A Esfera Energia orientou que programássemos a entrada no novo mercado aos poucos”, explica.

Com base em uma análise aprofundada do perfil de consumo e das oportunidades do mercado, a Esfera estruturou uma estratégia personalizada para garantir economia com segurança.

Desde 2017, a Friato atua no Mercado Livre com contratos em longo prazo, o que garante estabilidade, preços mais competitivos e maior tranquilidade operacional.

Resultados práticos

O impacto financeiro do Mercado Livre de Energia foi expressivo, com destaque para a redução de custos fixos e a melhora na previsibilidade das despesas com a conta de luz.

Graças à análise detalhada da operação e à construção de uma estratégia sob medida, a empresa alcançou 25% de economia em relação aos custos anteriores no Mercado Cativo.

Com essa redução, a Friato conseguiu direcionar recursos para investir em novas tecnologias, equipamentos mais eficientes e no aumento da capacidade produtiva.

Para apoiar as decisões estratégicas, a empresa conta com o Hud, plataforma de gestão energética da Esfera, que centraliza dados e permite o monitoramento constante da operação.

“Acesso o Hud diariamente. Utilizo a telemetria para acompanhar o nosso consumo. Também olho as obrigações para verificar se não há nenhuma pendência”, comenta Edgar.

redução de custos fixos
Visão geral do painel principal do Hud.

Ter o suporte de uma gestora especializada, que acompanha de perto cada etapa da operação, foi essencial para que a Friato obtivesse sucesso na migração e retorno financeiro com o Mercado Livre de Energia.

O que saber sobre eficiência energética na indústria antes de migrar?

O case da Friato mostra que alcançar a eficiência energética na indústria é totalmente viável — desde que a migração para o Mercado Livre de Energia seja feita com planejamento e apoio especializado.

Se a sua empresa está considerando essa mudança, fique atenta a cinco pontos-chave que fazem toda a diferença no sucesso da transição:

  1. Verifique se sua empresa atende aos critérios mínimos de consumo: negócios que consomem a partir de 500 kW ou têm uma fatura média de R$ 8 mil em energia já podem migrar para o Mercado Livre;
  2. Planeje cada etapa da migração: o planejamento é essencial para entender o processo, cumprir as exigências regulatórias e garantir uma transição segura;
  3. Conte com um parceiro estratégico: a eficiência energética na indústria também depende de conhecimento técnico. Um parceiro experiente ajuda a lidar com a burocracia e a tomar decisões precisas;
  4. Avalie o impacto financeiro em curto e médio prazo: uma análise detalhada do perfil de consumo e da demanda energética da empresa permite estimar o potencial de economia com mais precisão;
  5. Monitore os resultados continuamente: o uso de tecnologias de gestão energética permite acompanhar indicadores em tempo real e manter a eficiência energética na indústria ao longo do tempo.

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Como obter uma economia real com o Mercado Livre de Energia?

Para alcançar uma economia real com o Mercado Livre de Energia, é fundamental contar com um parceiro estratégico no setor elétrico — uma empresa que ofereça não apenas suporte técnico, mas também visão de longo prazo e comprometimento com os resultados.

Os pilares dessa parceria devem incluir:

  • transparência na comunicação: a troca clara e aberta de informações garante confiança e alinhamento em todas as etapas da operação;
  • excelência em soluções e gestão de dados: um parceiro preparado traz inovações para o monitoramento e análise do consumo, o que permite decisões mais inteligentes e eficazes;
  • atendimento e suporte de qualidade: o contato próximo e consultivo faz a diferença, especialmente em momentos de oscilação do mercado.

A parceria entre a Esfera Energia e a Friato é um exemplo de como essa abordagem gera resultados consistentes. Edgar Monteiro, gerente de custos da empresa, destaca:

Tenho um respaldo grande da Esfera Energia em relação às mudanças de mercado. Quando entramos em contato, falamos não somente de assuntos da empresa, mas também do setor elétrico.”

Esse relacionamento de confiança contribuiu diretamente para a economia real com o Mercado Livre de Energia, e consolidou uma estratégia eficiente e sustentável para a operação da Friato.

Leia também: Como migrar para o Mercado Livre de Energia em 2025?

Melhore a previsibilidade orçamentária da sua empresa

Se a história da Friato te inspirou, que tal dar o próximo passo para aumentar a previsibilidade orçamentária do seu negócio?

Conheça o Esfera Resolve, a solução da Esfera Energia voltada para grandes empresas que buscam suporte especializado na gestão inteligente de energia e na redução de custos fixos.

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Como funciona a migração para o Mercado Livre em indústrias alimentícias?

O processo burocrático é semelhante em todos os setores. O que muda são as características energéticas de cada negócio. Na gestão de energia no setor alimentício, a estratégia de migração considera a alta demanda de consumo, o que torna o planejamento ainda mais importante para garantir eficiência e redução de custos.

Quais custos estão envolvidos na mudança?

Os custos variam conforme a empresa contratada, os serviços envolvidos e o nível de suporte oferecido. Para montar uma estratégia de redução de custos fixos com energia, o ideal é abrir concorrência entre fornecedores e avaliar cuidadosamente o custo-benefício de cada proposta.

Toda empresa pode ter o mesmo tipo de economia de energia da Friato?

Não. A economia real com o Mercado Livre de Energia depende do perfil de consumo, sazonalidades e da estratégia adotada. A Friato é um exemplo bem-sucedido para o seu segmento. Cada empresa deve fazer um estudo de viabilidade para identificar seu próprio potencial de economia.

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Como economizar energia na indústria de plástico?

Como economizar energia na indústria de plástico?

Anualmente, 400 milhões de toneladas de plástico circulam ao redor do mundo, segundo o estudo ‘Plastic pollution: Pathways to net zero’ do antigo banco Credit Suisse (atualmente UBS). Entregar uma produção nessas proporções exige altos investimentos — não à toa, os fabricantes se empenham em aprender como economizar energia na indústria de plástico.

No Brasil, a eficiência energética no setor plástico é uma realidade alcançável com a adoção de boas práticas internas e o suporte de um mercado dedicado a grandes consumidores.

Dessa forma, os responsáveis pela operação têm estratégias acionáveis e fáceis de implementar, além de encontrarem assessoria especializada para otimizar os processos de gestão de energia na indústria.

Continue a leitura do artigo e entenda os motivos pelos quais o consumo de energia na indústria de transformação do plástico é caro, conheça práticas econômicas, as vantagens de economizar energia na indústria de plástico e como o Mercado Livre de Energia auxilia nesse processo.

Boa leitura!

Por que o consumo de energia na indústria de transformação do plástico é alto?

O consumo de energia na indústria de transformação do plástico é elevado porque os processos de fabricação e reciclagem demandam muita eletricidade.

Uma pesquisa realizada em uma fábrica de produção de embalagens recicladas, no Piauí, concluiu que as etapas de lavagem, secagem, aglutinação e extrusão do plástico são responsáveis por mais de 60% do gasto de energia elétrica.

Mesmo assim, a reciclagem mecânica compensa pelo valor social da atividade, pela diminuição do desperdício de matéria-prima e pela existência de soluções eficientes para alcançar eficiência energética no setor plástico.

O descarte nos rios e oceanos prejudica o meio ambiente. Por isso, o reaproveitamento do material é uma etapa fundamental na cadeia produtiva.

Por ano, 1,3 milhão de toneladas de resíduos plásticos chegam à costa do Brasil, segundo o relatório ‘Fragmentos da Destruição: impacto do plástico à biodiversidade marinha brasileira’, da ONG Oceana.

Dessa forma, é fundamental que as empresas saibam como economizar energia na indústria de plástico, para identificar as etapas mais onerosas, avaliar o maquinário e monitorar o consumo energético por máquina injetora com a ajuda de sensores.

Como economizar energia na indústria de plástico?

O processo por si só é caro, mas não significa que seja impossível economizar energia na indústria de plástico. Veja cinco maneiras de reduzir os gastos com eletricidade, sem comprometer a produtividade.

1. Substituir motores por modelos de alto rendimento

A primeira dica para economizar energia na indústria de plástico é avaliar os motores de todas as máquinas do ciclo de produção.

Com a ajuda de sensores de monitoramento de energia, verifique o consumo dos equipamentos. Para fazer uma análise precisa, utilize softwares que cruzam e interpretam os dados.

Esse tipo de automação industrial é simples e acelera as tomadas de decisão. Assim, é possível montar um ranking de gastos por motor e substituir os mais onerosos por modelos atuais de alto rendimento.

2. Reaproveitar o calor entre processos

Sabe o calor dissipado pelas máquinas? Não é apenas um resíduo desagradável que a ventilação remove do ambiente. O reaproveitamento é uma maneira eficiente que auxilia a entender como economizar energia na indústria de plástico.

O reaproveitamento de calor residual é uma técnica que capta e reutiliza o insumo em outros processos industriais. As principais técnicas utilizadas são:

  • troca de calor: com o auxílio de trocadores de calor, é possível transferir o excesso do resíduo de um fluido para outro, como de um gás quente para água;
  • termocompressão: eleva a pressão de vapor de um local de baixa pressão com o excesso de outro.

Além de reduzir os custos com fontes externas de aquecimento, o reaproveitamento utiliza ao máximo a energia gasta nas etapas de fabricação do plástico, o que contribui para a eficiência energética.

3. Implementar automação e controle inteligente de máquinas

A tecnologia é uma aliada para aprender como economizar energia na indústria de plástico e evitar desperdícios nos processos operacionais.

Uma das soluções mais eficientes é investir na automação e controle inteligente de máquinas. O mesmo software que ajuda a avaliar os motores analisa outros fatores de desempenho e integra os fluxos de trabalho.

Dessa forma, cada etapa da fabricação ou reciclagem de plástico tem uma análise automatizada, que gera dados comparativos e guia as melhorias.

4. Realizar manutenções preditivas

A manutenção preditiva é uma estratégia de gestão de maquinário na indústria que, em vez de corrigir falhas, antecipa possíveis problemas e realiza ações para evitá-los.

Os critérios de manutenção definidos pelos fabricantes ajudam a equipe a planejar trocas, lubrificações e a identificar avarias inesperadas nas peças.

Assim, é possível evitar paralisações na produção, que são tão onerosas quanto o gasto energético.

5. Aproveitar a iluminação natural e uso de LED

Os galpões das fábricas geralmente têm um teto alto e escuro, o que facilita a circulação de ar. No entanto, para economizar energia na indústria de plástico, é fundamental contar com janelas amplas que permitam a entrada de luz natural.

À noite, em vez de lâmpadas quentes ou fluorescentes, instale equipamentos com iluminação LED.

Esse tipo de lâmpada é não só mais econômica (de 30% a 80%), como também mais durável (em média, 25 mil horas de uso), o que reduz os custos com trocas frequentes.

Quais são as vantagens de economizar energia na indústria de plástico?

As principais vantagens de economizar energia na indústria de plástico são:

  • redução de custos operacionais: as análises detalhadas permitem realizar atualizações econômicas e eficientes para aproveitar melhor a demanda contratada;
  • sustentabilidade e imagem de marca: o uso consciente da energia e o reaproveitamento de resíduos evitam impactos ambientais, o que fortalece a imagem da empresa;
  • cumprimento de metas de ESG: a sustentabilidade é parte essencial do ESG, que estimula boas práticas ambientais, sociais e de governança, o que conecta público externo e interno à marca;
  • maior competitividade no setor: economizar reduz o custo de produção, o que permite oferecer preços mais competitivos no mercado.

Mercado Livre de Energia = eficiência energética no setor plástico

O Mercado Livre de Energia é um ambiente de compra e venda em que as partes envolvidas negociam livremente todos os detalhes comerciais.

Esse ambiente de contratação está disponível para grandes consumidores, especificamente os que fazem parte do Grupo A (média e alta tensão).

A migração, além de facilitar a contratação de energia mais barata, aproxima as empresas dos geradores de energia renovável.

Utilizar fontes limpas é uma forma não apenas de economizar, mas também de reduzir a pegada de carbono da empresa.

Conheça as soluções da Esfera Energia

Os custos operacionais diminuem à medida que a imagem da marca se fortalece com os benefícios das práticas que mostram como economizar energia na indústria de plástico.

Deseja ir além e alcançar uma economia de até 35% na conta de luz da sua empresa? A Esfera Energia tem duas soluções para apoiar sua operação:

  • Esfera Simplifica: ideal para empresas que desejam apenas reduzir a despesa com energia elétrica no Mercado Livre, sem se envolver com burocracias ou riscos do mercado;
  • Esfera Resolve: voltado para grandes empresas que necessitam de suporte e acompanhamento personalizado de uma equipe especializada em gestão inteligente de energia.

Fale com um especialista e conheça a solução ideal para economizar energia na indústria de plástico!

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Gestão de energia para empresas e indústrias: como aplicar?

Gestão de energia para empresas e indústrias: como aplicar?

Uma análise rápida dos gastos energéticos mostra a importância da gestão de energia para empresas e indústrias, principalmente no Brasil, onde o alto custo do insumo sobrecarrega as contas mensais.

Apesar de o Brasil ter uma matriz elétrica renovável, liderada pelas usinas hidrelétricas, além das energias solar e eólica, existem fatores cruciais que oneram pequenos e grandes consumidores.

Os principais gargalos são encargos setoriais, subsídios cruzados e alta carga tributária, que correspondem a 40% do total da conta de luz, segundo o Centro de Liderança Pública (CLP).

Nesse cenário, os consumidores empresariais arcam com um alto custo para garantir segurança energética. Porém, para aumentar a competitividade, é essencial adotar uma estratégia que reduza os gastos e fortaleça a operação.

Independentemente do tamanho da operação, a gestão de energia é a solução para monitorar, criar estratégias e analisar resultados. Além disso, um bom controle identifica soluções de economia exclusivas para empresas e indústrias.

Precisa tomar decisões mais consistentes em relação aos custos energéticos? Continue no artigo e entenda o que é gestão de energia elétrica, os benefícios da gestão energética, como aplicar boas práticas e o papel do Mercado Livre de Energia na redução de custos.

Boa leitura!

O que é gestão de energia elétrica?

A gestão de energia elétrica é um processo que organiza práticas e estratégias voltadas ao uso eficiente do insumo energético. O objetivo é otimizar o aproveitamento da energia, reduzir custos, buscar novas opções de abastecimento e minimizar o impacto ambiental da operação de empresas e indústrias.

O gerenciamento da energia envolve tarefas como:

  • análise do histórico de consumo: identifica o perfil da empresa ou indústria, além de gargalos e desperdícios de energia;
  • implementação de diretrizes: introduz novos processos em cada área da operação para reduzir gastos e conscientizar a equipe sobre a importância do consumo racional;
  • monitoramento e análise: softwares e ferramentas registram o consumo total e por equipamento, o que fornece dados para relatórios que orientam decisões e ajustes;
  • supervisão contínua: como as demandas energéticas mudam e a operação evolui, a continuidade das melhorias é essencial para fortalecer a gestão de energia.

Além de reforçar o uso responsável da energia elétrica, estruturar uma gestão energética com medidas personalizadas é a melhor forma de educar a equipe e consolidar processos eficientes.

Quais são os benefícios da gestão energética eficiente?

A gestão de energia para empresas e indústrias é essencial para criar um modelo produtivo econômico, eficiente e com baixa taxa de retrabalho. Também melhora a sustentabilidade operacional e previne sanções ambientais.

Essas práticas aumentam a competitividade. Quanto menor o custo produtivo, melhores são os preços ofertados ao mercado.

Entenda melhor.

Redução de custos operacionais

A redução do consumo de um insumo caro como a energia elétrica impacta diretamente os gastos mensais. A migração para o Mercado Livre de Energia é uma solução que pode gerar até 35% de economia.

Eficiência e produtividade

As boas práticas de gestão de energia favorecem a eficiência da produção. Iluminação, climatização e máquinas utilizam equipamentos econômicos, o que favorece a produtividade da equipe.

Sustentabilidade e ESG

Empresas sustentáveis e alinhadas aos princípios ESG (Environmental, Social and Governance — Ambiental, Social e Governança) têm um diferencial competitivo relevante, pois produzem mais com menos recursos.

Segundo o estudo “Panorama da Sustentabilidade 2025”, da Amcham, 76% das empresas nacionais adotam práticas ESG. Desse total, 52% possuem uma gestão estruturada, e 24% conduzem o trabalho por meio de setores internos.

Prevenção de multas e conformidade legal

A gestão de energia para empresas e indústrias, além dos ganhos operacionais, auxilia na prevenção de multas ambientais e facilita a adequação às exigências legais — especialmente nos setores de construção civil, mineração e transporte.

Como aplicar a gestão de energia para empresas e indústrias?

A aplicação da gestão de energia para empresas e indústrias envolve tanto a estruturação estratégica quanto o engajamento da equipe. Para alcançar resultados concretos, todos precisam participar. Veja as principais etapas.

1. Diagnóstico energético

Antes de implementar melhorias, é necessário saber o que mudar. A equipe realiza uma auditoria para levantar o perfil de consumo da empresa e identificar desperdícios.

2. Monitoramento em tempo real

Os softwares e medidores inteligentes acompanham os resultados em tempo real, o que facilita a identificação de picos de consumo e desperdícios.

3. Metas de consumo

A definição de metas permite mensurar os avanços e avaliar o desempenho ao final de cada ciclo de consumo.

4. Manutenção preventiva e equipamentos eficientes

Revisões periódicas, manutenções preventivas e o uso de equipamentos modernos evitam paradas na produção e garantem eficiência.

5. Implementação de tecnologias de análise de dados

Com o uso de softwares de análise de dados (Big Data), é possível monitorar o desempenho das máquinas e gerar relatórios detalhados com oportunidades de melhoria, o que oferece mais segurança nas tomadas de decisão e na implementação de mudanças.

6. Treinamento da equipe

Conscientizar os colaboradores é essencial para que a eficiência energética se torne um valor organizacional. Os treinamentos facilitam a adesão às metas e promovem o engajamento.

Sistema de gestão de energia (SGE): ISO 50.001

Ao estruturar um processo para economizar energia, muitas empresas adotam o Sistema de Gestão de Energia (SGE), conhecido como ISO 50.001.

O SGE reúne práticas adaptáveis a diferentes setores — indústria, comércio, serviços ou administrativo — e tem como foco a eficiência energética e o controle de consumo.

Esse modelo de gestão de energia para empresas e indústrias segue o ciclo PDCA, que divide o trabalho em quatro etapas:

  • planejar: definição das metas, prazos, etapas, tarefas e responsáveis;
  • executar: implementação das atividades;
  • verificar: análise dos resultados parciais e eventuais correções de rota;
  • agir: aplicar os ajustes e manter o ciclo de melhoria contínua do SGE.

Além de promover economia, o sistema contribui para a descarbonização da operação ao reduzir as emissões de gases do efeito estufa (GEEs).

Eficiência energética com o Mercado Livre de Energia

Entre as ações mais eficazes para fortalecer a gestão de energia para empresas e indústrias e alcançar a eficiência energética está a migração para o Mercado Livre de Energia (MLE).

O MLE é um ambiente de contratação em que empresas negociam diretamente com geradoras ou comercializadoras todos os detalhes da compra de energia — valores, prazos, volumes, período de fornecimento e forma de pagamento.

A transição permite negociar com os melhores fornecedores as ofertas de energia e deixar para trás as tarifas elevadas e inflexíveis do Mercado Cativo.

Embora simplifique o planejamento e gere economia, a atuação no MLE exige conhecimento técnico e operacional. Por isso, é importante contar com uma empresa especializada e confiável.

A Esfera Energia é referência no setor. Além do estudo de viabilidade, oferece suporte completo no processo de migração e na operação no mercado. Veja dois exemplos de sucesso:

  • Friato: economiza 25% em relação ao Mercado Cativo e conta com o apoio da Esfera Energia na contratação de energia;
  • Rich’s: após migrar, conta com dados em tempo real via plataforma HUD para otimizar decisões contratuais.

Um processo bem executado de gestão de energia para empresas e indústrias resulta em eficiência energética, redução de custos operacionais e mais sustentabilidade para o negócio. Comece agora os ajustes no seu empreendimento.

Conheça o Esfera Resolve

O Esfera Resolve é uma solução da Esfera Energia voltada a grandes empresas que buscam suporte completo e acompanhamento de um time especializado na gestão inteligente da energia.

É o seu caso? Fale com um especialista e descubra como uma estratégia personalizada, baseada em dados, pode gerar até 35% de economia.

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Como reduzir os gastos com energia no frigorífico? 7 dicas

Como reduzir os gastos com energia no frigorífico? 7 dicas

Quando o assunto é enxugar despesas, todos os olhares se voltam para a conta de luz. O alto custo do insumo no Mercado Cativo é uma das principais razões para reduzir os gastos com energia no frigorífico.

No Brasil, a comercialização de carne bovina, suína e de aves é a mais comum. O país representa 24% do mercado global de exportação de carne bovina, segundo o relatório da RB Investimentos. Além disso, é a sede da maior empresa frigorífica do mundo: a JBS.

O tamanho do negócio, o tipo de animal abatido e o nível de automação influenciam diretamente o consumo e o controle de demanda elétrica.

Continue no artigo e conheça os vilões da eficiência energética, como economizar energia em frigoríficos e os benefícios do Mercado Livre de Energia na redução de gastos.

Boa leitura!

Principais vilões da eficiência energética em frigoríficos

O setor frigorífico é uma parte essencial da indústria alimentícia, responsável pela produção e distribuição de carne. Porém, os donos e gestores dessas empresas têm um grande desafio operacional: alcançar a eficiência energética em frigoríficos.

Nesses espaços, ocorrem três atividades principais: abate, desossa e refrigeração — esta última corresponde a 81% do consumo elétrico. O armazenamento na temperatura adequada é obrigatório para preservar a carne e as carcaças.

Os motores e o sistema de ar comprimido estão entre os principais vilões da redução de energia, pois os equipamentos consomem muita eletricidade.

Os chillers e compressores são componentes do sistema de refrigeração industrial. O primeiro remove calor de um espaço para manter o ambiente frio. Os segundos comprimem e armazenam o ar necessário ao funcionamento de ferramentas pneumáticas.

A motobomba é um equipamento essencial na higienização das peças utilizadas no abate e desossa, além da limpeza das esteiras, pois usa a força mecânica para movimentar os fluidos entre pontos distintos.

Os motores que movimentam as correias e esteiras, além de realizarem o transporte interno, são fundamentais para o funcionamento geral do frigorífico, mas demandam alto consumo de energia.

Esses são apenas alguns exemplos. Uma auditoria energética detalhada é a ferramenta ideal para reduzir os gastos com energia no frigorífico. Assim, os esforços concentram-se nos processos que realmente oneram a conta de luz.

Como economizar energia em frigoríficos?

Para economizar energia em frigoríficos, invista em ajustes internos que otimizem o consumo, como manutenções preventivas, substituição de motores antigos, instalação de sensores e medidores inteligentes, automação de processos com softwares especializados e treinamentos voltados à conscientização sobre o uso eficiente dos recursos energéticos.

O controle de custos é essencial para manter a competitividade. Para alcançar a meta planejada, confira as sete dicas a seguir.

1. Faça manutenção preventiva nos sistemas de refrigeração

Se, com um sistema de refrigeração industrial eficiente, a conta de luz já é alta, imagine se houver defeitos nos equipamentos. Realize manutenções preventivas com frequência para evitar paralisações na produção. Crie um cronograma para orientar a equipe.

2. Troque motores antigos por modelos de alta eficiência

Outra dica para reduzir os gastos com energia no frigorífico é substituir motores antigos por modelos mais eficientes. Sensores de sistemas de monitoramento de energia, associados a softwares de análise, geram dados que indicam quais peças trocar e em qual ordem de prioridade.

3. Uso de sensores e automação para iluminação

Algumas áreas dos frigoríficos exigem iluminação constante, enquanto outras apenas quando há movimentação. Sensores de presença evitam desperdícios e a automação da iluminação garante o controle preciso do acendimento e desligamento das luzes.

Leia também: Lâmpada mais econômica: ranking dos tipos + dicas de uso

4. Mantenha o isolamento térmico adequado das câmaras frias

O isolamento térmico é essencial para reduzir os gastos com energia no frigorífico, especialmente na atividade que mais consome energia. As borrachas das portas, janelas e basculantes devem estar em boas condições para evitar a entrada de ar quente e a saída de ar frio.

A falta desse cuidado força o equipamento de refrigeração a trabalhar mais para manter a temperatura adequada. Automatize o controle dos ciclos de resfriamento para evitar sobrecargas e desperdícios.

5. Aproveite o calor residual

O calor residual gerado pelos equipamentos, em vez de descartado no ambiente externo, pode servir em outras tarefas, como aquecimento de água, geração de energia ou criação de pressão.

Caldeiras, bombas e trocadores de calor são exemplos de equipamentos utilizados nessa estratégia. Avalie as possibilidades e escolha a máquina mais adequada à operação.

6. Instale medidores inteligentes

A tecnologia é uma aliada essencial para reduzir os gastos com energia no frigorífico. Além dos itens já mencionados, os medidores inteligentes são ferramentas-chave na automação dos processos.

Os dados de sistemas de monitoramento de energia são enviados diretamente a um software que gera relatórios e aponta áreas com maior desperdício, equipamentos com falhas e o desempenho geral.

Existem medidores baseados em IoT (Internet das Coisas), que permitem coleta e análise em tempo real. Essas informações ajudam a tomar decisões conscientes e bem fundamentadas. É a indústria 4.0!

O sistema SCADA (Supervisory Control and Data Acquisition, ou Sistema de Controle Supervisório e Aquisição de Dados) é outra solução tecnológica estratégica, que permite o controle remoto de processos industriais.

7. Treine a equipe para uso consciente da energia

Os esforços para reduzir os gastos com energia no frigorífico dependem do engajamento da equipe. Promova treinamentos para apresentar as soluções adotadas, como funcionam e quais as vantagens da sua aplicação.

Além disso, capacite os colaboradores a ler os sensores, interpretar os medidores e operar os softwares, o que aumenta o compromisso com a economia e o alcance das metas estabelecidas.

O papel e os benefícios do Mercado Livre de Energia para frigoríficos

A revisão e modernização da infraestrutura energética é apenas a primeira etapa para reduzir os gastos com energia no frigorífico. Para grandes consumidores industriais, a migração de mercado é a estratégia mais eficaz.

A liberdade de negociar todos os detalhes comerciais — fornecedor, preço, prazo, volume, período de abastecimento e forma de pagamento — com geradoras e comercializadoras é um dos principais benefícios do Mercado Livre de Energia para frigoríficos.

Além disso, é possível negociar exclusivamente com fornecedores de fontes incentivadas (energias renováveis), o que contribui para as metas de sustentabilidade do negócio.

Os preços mais baixos, em comparação ao Mercado Cativo, permitem uma economia de até 35% na conta de luz.

A melhor forma de realizar a migração é com o suporte de uma empresa que compreende as burocracias e garante o enquadramento correto, sem falhas.

🏆Dica extra: conheça a história de sucesso da Friato, empresa especializada no abate de aves. Com a ajuda da Esfera Energia, a companhia obteve 25% de economia ao migrar para o Mercado Livre.

Simplifique a compra de energia para reduzir os gastos com energia no frigorífico

Agora que você conhece os principais caminhos para reduzir os gastos com energia no frigorífico e os benefícios do Mercado Livre de Energia, planeje os ajustes necessários e a migração estratégica.

Conheça o Esfera Simplifica, solução da Esfera Energia que facilita a entrada no novo mercado, sem burocracia ou exposição a riscos como a volatilidade dos preços.

Fale com um especialista e compre a melhor energia para abastecer seu frigorífico!

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Como economizar energia em restaurantes? 5 dicas de redução

Como economizar energia em restaurantes? 5 dicas de redução

O aumento do preço de insumos essenciais para a operação das cozinhas industriais trouxe vários desafios para gestores e donos de estabelecimentos. Um dos principais alvos para reduzir os custos mensais é economizar energia em restaurantes.

Segundo a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), a energia elétrica aumentou em 16,80%, o que encarece a operação, reduz as margens de lucro e sobrecarrega os negócios do setor.

A associação destaca que a alta generalizada cria um cenário árduo para os empreendedores, principalmente para manter preços competitivos e evitar o repasse de custos para o cliente.

Porém, essa não é uma situação sem saída. Com ajustes internos, é possível diminuir os gastos, além da possibilidade de mudança de mercado para comprar energia.

Continue a leitura e aprenda dicas eficazes para a redução do consumo elétrico, sem afetar a operação do restaurante.

Qual a importância de economizar energia em restaurantes?

As ações para economizar energia em restaurantes são estratégicas porque o consumo alto, aliado às variações da tarifa no Mercado Cativo, aumentam os custos operacionais.

Consequentemente, os estabelecimentos enfrentam o dilema de repassar ou não o valor aos consumidores, sem afetar a demanda e a sustentabilidade do negócio.

Além disso, as cozinhas industriais estão cada vez mais dependentes da energia elétrica, não só para refrigerar alimentos e bebidas, mas também para preparar as refeições. Afinal, a maioria dos equipamentos é elétrica.

Para alcançar a meta de redução de custos operacionais em restaurantes, é fundamental alterar a infraestrutura interna. Alguns estabelecimentos podem, inclusive, migrar de mercado e comprar energia mais barata.

5 dicas de economia de energia na cozinha industrial

Quando o assunto é alimentação, o cliente busca um bom custo-benefício para não pesar no orçamento. Por outro lado, os donos de restaurantes tentam equilibrar os custos para se manterem atrativos.

Descubra quais são as dicas de economia de energia na cozinha industrial que valem a pena aplicar no seu negócio.

1. Inspecione as instalações elétricas

Um desperdício silencioso de energia em restaurantes é um sistema elétrico obsoleto e sobrecarregado, que dificulta o processo de economizar energia em restaurantes.

Para evitar esse entrave, realize inspeções periódicas na rede elétrica do estabelecimento, em busca de possíveis pontos de perda, como fios desencapados, mal isolados ou deteriorados. Cheque também interruptores, tomadas e disjuntores.

2. Use modelos econômicos de lâmpada

A iluminação é uma das responsáveis pelo alto consumo de energia em restaurantes, afinal, os espaços de circulação, o caminho do balcão de comidas, os banheiros, a cozinha e o depósito precisam estar bem iluminados.

Os modelos mais econômicos do mercado são as lâmpadas de LED e as eletrônicas, que consomem até 90% menos para gerar o mesmo fluxo de luminosidade e ainda duram mais — em média, de 25 a 50 mil horas.

3. Instale sensores de presença

Os sensores de presença são automações simples para economizar energia em restaurantes. Mas onde é ideal instalá-los? Em locais de baixa circulação de pessoas, como banheiros, estoque, corredores internos e externos.

Além disso, use um temporizador para programar o desligamento de placas luminosas externas e reduzir o tempo de funcionamento.

Assim, você elimina um trabalho manual e garante que o sistema de iluminação funcione conforme o programado.

4. Otimize o uso de freezers e refrigeradores

A otimização de equipamentos elétricos, como freezers e refrigeradores, é outra estratégia para economizar energia em restaurantes. O objetivo é substituir máquinas antigas por modelos novos e eficientes. Mas como saber qual é a melhor opção?

No momento da compra, busque por equipamentos com nível “A” de eficiência energética. Geralmente, esses produtos têm o Selo do Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel), que ranqueia os mais eficientes em cada categoria e são até 30% mais econômicos.

Outras dicas são:

  • coloque freezers e refrigeradores em um local bem ventilado;
  • evite colocá-los próximos a fontes de calor, como fogões, aquecedores e luz solar direta;
  • prenda uma folha de papel na porta para testar a qualidade das borrachas de vedação;
  • respeite o limite de armazenamento para não sobrecarregar o equipamento.

5. Controle do ar-condicionado e exaustores

A climatização é fundamental para os clientes terem uma boa experiência. Controle a temperatura ambiente com um termostato, equipamento que regula o clima interno conforme os limites programados no sistema.

Faça a manutenção regular dos filtros dos ares-condicionados, verifique a carga de fluido e limpe os dutos de água periodicamente para evitar entupimentos e que o equipamento trabalhe mais para refrigerar o ar.

Na cozinha, instale exaustores para remover o ar quente, impurezas, poeiras e contaminantes do ambiente, o que garante o conforto para a equipe.

Outra dica para economizar energia em restaurantes é utilizar a ventilação cruzada, que diminui a necessidade de ar-condicionado. A técnica melhora a qualidade do ar, reduz a umidade e controla a temperatura, o que deixa o ambiente mais agradável.

Eficiência energética em restaurantes com o Mercado Livre de Energia

A eficiência energética em restaurantes tem um aliado que reduz a conta de luz em até 35%: o Mercado Livre de Energia. Esse ambiente de contratação é ideal para restaurantes de médio e grande porte, consumidores de alta e média tensão (Grupo A).

Se no Mercado Cativo quem define o valor da tarifa é a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), no Mercado Livre é o próprio consumidor, junto à geradora ou comercializadora, que negocia o preço para a vigência do contrato.

Outros detalhes comerciais, como volume de energia necessário, período de abastecimento, prazo e forma de pagamento, são definidos em conjunto para chegar a uma posição favorável.

A migração é uma estratégia vantajosa para economizar energia em restaurantes. Com uma consultoria especializada no mercado, é possível analisar os prós e contras antes da mudança e avaliar o potencial de economia conforme a demanda do negócio.

Para os estabelecimentos menores, consumidores de baixa tensão (Grupo B), a principal estratégia de economia é a instalação de painéis solares.

Os sistemas de mini e microgeração reduzem a dependência da energia cara da rede principal e trazem outros benefícios, como:

  • exigem pouca manutenção;
  • usam fonte de geração abundante e renovável;
  • aproveitam áreas como o telhado para instalação dos painéis;
  • não poluem o meio ambiente.

Quer conhecer mais sobre cada solução? Confira a comparação no artigo: Placa solar ou Mercado Livre de Energia: qual é melhor?

Redução de consumo elétrico: aposte em soluções eficientes

Os principais alvos das estratégias para economizar energia em restaurantes são os equipamentos de alto consumo, como freezers, refrigeradores, lâmpadas e climatizadores.

Ajustes e trocas inteligentes garantem a redução de consumo elétrico e, consequentemente, da despesa mensal com energia.

Os negócios que podem investir encontram na energia solar e no Mercado Livre meios de poupar ainda mais.

A Esfera Energia tem uma equipe especializada que já auxiliou mais de 540 empresas a encontrarem o melhor caminho para a economia de energia com o Mercado Livre.

No Esfera Simplifica, a experiência de migração é simples e sem exposição aos riscos e às oscilações do mercado.

O Esfera Resolve é uma solução para empresas que já migraram, mas querem melhorar a gestão de energia com análises detalhadas e dedicadas ao seu negócio, além de um atendimento personalizado.

Fale com um especialista e saiba qual é a forma mais eficiente de comprar a melhor energia para o seu restaurante!

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5 estratégias para economizar energia em farmácias

5 estratégias para economizar energia em farmácias

Para o cliente, encontrar uma drogaria aberta quando precisa de um analgésico no fim de semana ou repor um medicamento com receita é um alívio. Porém, por trás dessa disponibilidade, existem gestores empenhados em criar uma operação sustentável e alcançar metas de redução estratégicas, como a de economizar energia em farmácias.

Esses estabelecimentos estão no Grupo B, unidades consumidoras de baixa tensão, do Mercado Cativo. Ou seja, pagam a tarifa de energia definida pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL).

Além do preço alto nos últimos anos, o setor de serviços foi um dos que mais consumiram energia em 2024, com alta de 21,7%, segundo a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).

Outro fator que colabora para o alto consumo mensal é o funcionamento contínuo de equipamentos elétricos, como lâmpadas, ares-condicionados, freezers e refrigeradores.

Mas, calma, este não é um desafio sem solução! Existem estratégias eficazes para alcançar a eficiência energética em farmácias.

Continue no artigo e aprenda estratégias para redução de custos operacionais e como o Mercado Livre de Energia pode contribuir para esse objetivo.

Boa leitura!

5 boas práticas para economizar energia em farmácias

As farmácias fazem parte do Mercado Cativo e, portanto, estão sujeitas às definições de tarifa e bandeira da ANEEL e aos fatores que encarecem o preço da energia, como escassez de chuva e acionamento de usinas termelétricas.

Para fazer um consumo consciente e econômico, é fundamental realizar mudanças no estabelecimento. Confira cinco boas práticas para economizar energia em farmácias.

1. Otimizar a iluminação ambiente

A iluminação ambiente nas farmácias é essencial para orientar os clientes, facilitar a circulação dos atendentes e organizar as prateleiras nos depósitos internos.

Porém, nem todos os espaços precisam de iluminação permanente, como a área de atendimento. A primeira mudança para economizar energia em farmácias é usar lâmpadas de LEDmais econômicas, duradouras e com vida útil maior do que as demais opções.

Para evitar desperdício nos ambientes de baixa circulação de pessoas, instale sensores de presença, que regulam o acendimento, e temporizadores, que controlam o tempo que as lâmpadas ficam acesas.

2. Investir em equipamentos eficientes

A escolha de equipamentos eficientes também é fundamental para economizar energia em farmácias. O selo de eficiência energética indica menor consumo, o que colabora para a redução total dos gastos.

Os freezers, refrigeradores, ares-condicionados com boa avaliação nas etiquetas são as melhores opções do mercado, pois indicam que passaram pela avaliação do INMETRO e realmente contribuem para a economia.

Para avaliar o impacto dos equipamentos na conta de luz, use sensores que detectam alterações elétricas na rede, como tensão, corrente, resistência e consumo de energia.

Caso precise substituir equipamentos antigos, priorize os modelos com o selo Procel e com a etiqueta de classificação de consumo do INMETRO.

economizar energia em farmácias

Fonte: Ministério de Minas e Energia (MME).

3. Montar um sistema de climatização eficiente

Já pensou que o tipo de vidro das janelas e portas poderia contribuir para economizar energia em farmácias? Se não considerou, pode incluir na lista de ajustes do seu estabelecimento.

Os vidros duplos ou triplos, mais grossos, são eficientes para reduzir a perda de calor no ambiente durante o inverno e evitar o aquecimento durante o verão.

Dessa forma, os aparelhos de ar-condicionado e aquecimento consomem menos, pois podem ser utilizados em potência mais baixa. Aliada a uma boa vedação e a um sistema automático de fechamento de porta, a climatização fica mais eficiente.

4. Implementar um sistema de gestão de energia

A tecnologia é uma aliada poderosa para alcançar as metas de eficiência energética em farmácias. Além dos sensores elétricos que fornecem dados sobre o desempenho dos equipamentos, implante um sistema de gerenciamento de energia (SGE).

O SGE utiliza tecnologias, como conversores e transmissores de sinal, para obter dados em tempo real e enviar para um software que realiza a análise. Dessa forma, é possível identificar gargalos e definir metas para otimizar o consumo de energia.

Além da economia financeira, os dados orientam outras estratégias, como ações para redução das emissões de gases do efeito estufa (GEE) e da pegada de carbono.

5. Usar fontes renováveis

Em 2024, o Brasil registrou recorde de novas instalações de energia solar, segundo a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar). O relatório destaca os 14,3 GW de potência instalada, graças ao aumento de 30% nos investimentos — R$ 54,9 bilhões.

Os sistemas de mini e microgeração distribuída de energia são soluções viáveis para farmácias independentes e grandes redes do mercado. Os créditos gerados pelo sistema de compensação reduzem em até 95% a conta de luz.

O infográfico da Absolar com dados do mercado destaca que o setor de serviços tem 10,06% dos sistemas instalados, o que corresponde a mais de 330 mil unidades consumidoras. O investimento é alto, mas as instituições financeiras oferecem linhas de crédito especiais para projetos sustentáveis.

Como funciona o Mercado Livre de Energia para farmácias?

O Mercado Livre de Energia para farmácias funciona como uma maneira de obter uma economia significativa no gasto com energia elétrica.

Dessa forma, é a solução ideal para centros de distribuição das grandes redes e franquias farmacêuticas que têm um alto custo operacional. Com a migração de mercado, é possível economizar até 35%.

O principal benefício do Mercado Livre de Energia é negociar a compra e os detalhes comerciais dos contratos diretamente com os geradores e comercializadores. Essa liberdade permite combinar:

  • preço;
  • prazo;
  • volume de energia necessário;
  • período de abastecimento;
  • forma de pagamento.

Além de contribuir para economizar energia em farmácias, a migração é uma estratégia eficaz para sair das altas tarifas do Mercado Cativo e melhorar a previsibilidade financeira do negócio.

Se interessou pela solução? Saiba quais são as formas e as regras para mudar de mercado: Como migrar para o Mercado Livre de Energia em 2025?

Economize na conta de luz em farmácias

Para decidir se a mudança vale mesmo a pena, busque consultoria especializada para avaliar sua demanda de consumo.

Há diversos fatores que influenciam a conta de luz em farmácias, e analisá-los com atenção dá a dimensão do potencial de redução com a passagem para o Mercado Livre de Energia.

A Esfera Energia ajuda sua empresa a encontrar a melhor energia e pagar o menor preço possível com uma negociação estratégica.

Nosso time já auxiliou mais de 540 empresas a migrar, sem que precisassem se preocupar com a burocracia.

Fale com um especialista e conheça o Esfera Resolve e o Esfera Simplifica, duas soluções personalizadas que facilitam o caminho para economizar energia em farmácias.

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Como economizar energia elétrica em propriedades rurais?

Como economizar energia elétrica em propriedades rurais?

A modernização das atividades no campo, com a chegada das novas tecnologias agropecuárias, aumentou a demanda de energia e, consequentemente, os custos de produção. Hoje, a principal estratégia para equilibrar os gastos é economizar energia elétrica em propriedades rurais.

O relatório ‘Energy, Agriculture and Climate Change’, produzido pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), destaca que a cadeia do agronegócio é responsável por cerca de 30% da demanda total de energia no mundo.

Além de causar impacto financeiro relevante, investir em energia de baixo custo e sustentável é a melhor forma de alcançar a eficiência energética rural. Ou seja, manter um negócio ambientalmente responsável e economicamente viável.

A estratégia também fortalece a competitividade no agronegócio, pois produtores que administram melhor seus custos de produção conseguem oferecer preços mais atrativos no mercado.

O uso de energias renováveis, sistemas automatizados, motores de alto rendimento, iluminação econômica e gestão inteligente de energia são exemplos de estratégias que reduzem os custos com eletricidade.

Continue a leitura do artigo e descubra como aplicar essas soluções na prática!

Quais equipamentos mais consomem energia em fazendas?

Os equipamentos que mais consomem energia em fazendas são:

  • sistemas de irrigação;
  • refrigeração de produtos;
  • câmaras frias;
  • iluminação de galpões e áreas de trabalho;
  • motores elétricos;
  • máquinas agrícolas;
  • bombas para captação e distribuição de água.

 

A automação e a mecanização dos processos agrícolas substituíram diversas tarefas manuais, mas aumentaram a demanda de energia.

Hoje, os sistemas e espaços contam com tecnologias que regulam automaticamente luz, temperatura, umidade e fluxo hídrico, entre outros fatores, para manter a qualidade da produção.

Por exemplo, as equipes armazenam as sementes colhidas no campo em silos sob condições adequadas de segurança até o momento do transporte.

Já o leite extraído na ordenha mecânica permanece na temperatura ideal graças às câmaras frias, que preservam o produto até o processamento.

Por isso, o abastecimento de energia precisa evoluir com a capacidade tecnológica para garantir a eficiência energética rural.

Segundo o Anuário Estatístico de Energia Elétrica 2024, da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), o consumo de energia no setor rural foi de 30.431 GWh e registrou um crescimento de 0,8%. Esse aumento reforça a importância do agronegócio na economia nacional.

Essa tendência evidencia a necessidade de economizar energia elétrica em propriedades rurais, principalmente com soluções eficientes, sustentáveis e de baixo custo.

Como reduzir custos com eletricidade em propriedades rurais?

As estratégias imediatas para reduzir custos com eletricidade em propriedades rurais incluem investimentos em mecanismos de irrigação eficientes, otimização de máquinas e equipamentos elétricos, refrigeração, iluminação e gestão inteligente do consumo. O planejamento varia conforme o tipo de atividade, o consumo e a tarifa de energia da propriedade.

Descubra como economizar em cada uma dessas operações e veja dicas de soluções para implementar.

1. Uso eficiente da irrigação

O método de irrigação contribui para economizar energia elétrica em propriedades rurais. A irrigação por pivô central ou por gotejamento movida a energia solar, uma fonte limpa e renovável, é uma das soluções mais eficientes.

Com o apoio de sensores de umidade, a distribuição de água ocorre sem desperdício de recursos. O equipamento detecta o grau de umidificação do solo e orienta os responsáveis pela produção.

As equipes também podem alimentar as bombas que captam a água para os sistemas de irrigação com energia renovável, o que torna a operação mais sustentável.

2. Otimização de equipamentos e motores elétricos

Equipamentos e máquinas, como motores elétricos, geradores e bombas de captação de água, necessitam de manutenção preventiva para evitar quebras e substituições emergenciais.

As análises frequentes permitem identificar componentes ultrapassados e substituí-los por opções de alto rendimento, como motores de classe IE3, mais modernos, produtivos e que consomem menos energia.

Uma técnica que ajuda na economia de energia elétrica em propriedades rurais é a instalação de inversores de frequência, que controlam a velocidade dos motores e aumentam a eficácia energética dos equipamentos.

3. Eficiência na refrigeração e armazenamento

A climatização (aquecimento, refrigeração e circulação do ar) de aviários, estábulos, silos e estufas garante o conforto térmico de animais e colheitas. Para que os equipamentos tenham alto desempenho, é fundamental adotar um isolamento térmico eficaz.

Um bom isolante evita perdas de temperatura, o que reduz a necessidade de refrigeração. A automatização do mecanismo de controle é outra técnica eficiente para evitar o consumo excessivo de energia.

Além disso, a manutenção regular dos equipamentos de refrigeração minimiza perdas e reduz a demanda de energia.

4. Iluminação econômica

A iluminação é fundamental em áreas rurais, principalmente à noite, quando a luz natural não está disponível. Além disso, em grandes fazendas, os galpões precisam de luz artificial mesmo durante o dia.

As principais estratégias que um projeto luminotécnico deve seguir para economizar energia elétrica em propriedades rurais são:

  • substituir lâmpadas antigas por LED, que são 90% mais eficientes;
  • usar sensores de presença para controlar o acionamento das luzes, principalmente em áreas de baixa movimentação;
  • aumentar a captação de luz natural nos galpões e silos para reduzir o uso de lâmpadas.

 

5. Fontes alternativas de energia

As energias renováveis no agronegócio são alternativas eficientes para economizar, graças à facilidade de aproveitamento da energia solar, eólica e da produção de biogás. De acordo com a Bayer, 44,8% da produção de energia no Brasil vem de fontes renováveis.

 

Dessa forma, investir em uma fazenda solar assegura a autossuficiência energética e reduz a dependência de fontes não renováveis, mais caras e poluentes.

Nem os dejetos da criação precisam de descarte. Os biodigestores transformam matéria orgânica em combustível e adubo, dois insumos essenciais na produção rural.

6. Gestão inteligente do consumo de energia

A avaliação do tipo de atividade, perfil de consumo e tarifa de energia da propriedade é essencial para a gestão eficiente de energia.

As análises com o auxílio de softwares e medidores inteligentes fornecem dados estratégicos para as tomadas de decisão, como a escolha de uma tarifa mais barata, como a tarifa rural, ou o investimento na autoprodução.

Com informações confiáveis, é possível economizar energia elétrica em propriedades rurais, além de conscientizar a equipe sobre a importância da eficiência energética com soluções sustentáveis.

Quais os benefícios da economia de energia na propriedade rural?

Os benefícios da economia de energia na propriedade rural incluem:

  • redução dos custos operacionais no agronegócio: com menos gastos, os produtores oferecem preços mais competitivos e podem conquistar mais clientes;
  • mais sustentabilidade e menos impacto ambiental: a avaliação do impacto da produção no meio ambiente e as medidas para mitigar os riscos da operação contribuem para a sustentabilidade no agronegócio.
  • aumento da competitividade e melhor aproveitamento dos recursos: o que antes era resíduo agora se torna insumo para geração de energia, combustíveis e adubos sustentáveis, soluções que reduzem os gastos.
  • mais independência energética com o uso de fontes limpas: os recursos renováveis para geração de energia são ilimitados, e uma estrutura bem planejada garante o abastecimento ininterrupto.

 

Leia também: Tecnologia sustentável: 7 exemplos, uso no Brasil + dicas.

Pronto para economizar energia elétrica em propriedades rurais?

Com as dicas para economizar energia elétrica em propriedades rurais que apresentamos, o seu negócio pode reduzir significativamente os gastos, somente com a implementação de soluções estratégicas de otimização do consumo.

Tem dúvidas sobre como avaliar o potencial de economia da sua propriedade? Conheça o Esfera Resolve, uma solução da Esfera Energia, que auxilia na gestão inteligente de energia no Mercado Livre.

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