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Empresa sustentável: o que é + vantagens

Empresa sustentável: o que é + vantagens

Uma empresa sustentável é aquela que conhece suas operações e se empenha em usar bem seu patrimônio para equilibrar os parâmetros econômicos, sociais e ambientais ligados ao negócio.

Cada organização precisa de um conjunto de recursos para funcionar e, assim, a execução de suas atividades tem um impacto positivo na sociedade por meio de políticas que resultam no desenvolvimento contínuo.

Para ter sustentabilidade nos negócios, é importante pensar nos detalhes da estrutura operacional para mudar, eliminar ou diminuir os impactos negativos e destacar os positivos.

Entenda o conceito de empresa sustentável, como se tornar um negócio nesses moldes e as vantagens de investir no objetivo.

Boa leitura!

O que é uma empresa sustentável?

Uma empresa sustentável é uma organização que planeja ações para crescer, se desenvolver e minimizar seu impacto no meio ambiente. Além disso, traça planos de ação para melhorar o desempenho econômico, social e de governança, o que contribui para a melhoria contínua e aplicação inteligente dos recursos

Fonte: ResearchGate.

Muitas indústrias geram resíduos diretos da sua produção, muitos deles poluentes, e devem se planejar para diminuir ou reaproveitar as sobras.

Um exemplo simples que pode ser viável, dependendo do setor, é encaminhar resíduos de produção para reciclagem. O bagaço da cana-de-açúcar que sobra da produção de combustíveis, como o etanol, serve para adubar plantações.

Para que os planos virem ações práticas, é essencial que a empresa analise sua estrutura de produção e identifique quais práticas precisam melhorar. Essas definições vão ter impacto no:

  • valor e imagem da marca no mercado;
  • reconhecimento que os funcionários têm da empresa;
  • satisfação dos clientes e da sociedade pelas iniciativas.

Atualmente, os consumidores estão atentos às empresas e suas boas práticas sustentáveis. As organizações que não investem nessa característica da operação têm mais chances de perder clientela em um mercado exigente quanto às questões socioambientais.

Segundo o Índice do Setor de Sustentabilidade 2023, realizado pela Kantar, mais da metade dos brasileiros (56%) entrevistados não consomem produtos de marcas sem ações voltadas para a sustentabilidade e bem-estar social, ou que afetam negativamente o meio ambiente.

Como tornar uma empresa sustentável?

Agora que você sabe o conceito, o próximo passo é entender o que é necessário para se tornar uma empresa sustentável.

Reunimos aqui dicas que podem se encaixar nos processos da sua empresa para que a sustentabilidade seja um valor aplicado na prática. Confira:

1. Conheça o seu negócio

Para ser uma empresa sustentável, é necessário conhecer o negócio e entender como as práticas de sustentabilidade se encaixam e podem melhorar o desempenho da operação.

Toda atividade empresarial tem um impacto tanto no meio ambiente quanto na sociedade. Dessa forma, as ações podem não gerar um impacto grande diretamente, mas afetam os parceiros, fornecedores e clientes indiretamente.

2. Engaje sua equipe de trabalho

Uma empresa sustentável não chega a esse patamar sem uma equipe engajada em cumprir essa missão.

Para incentivar o time, é importante investir no marketing interno para incluir a sustentabilidade como um valor da cultura organizacional.

Se os funcionários entenderem e ajudarem a cumprir as diretrizes de sustentabilidade, o caminho será um sucesso.

Comunique as mudanças de forma criativa e crie diretrizes simples de seguir. Explique os critérios adotados por meio de cartazes, e-mails marketing e vídeos.

3. Crie programas de sustentabilidade por área

Um detalhe relacionado à organização como empresa sustentável é separar as iniciativas de sustentabilidade por áreas.

Em empresas maiores, principalmente grandes indústrias e fábricas, as práticas sustentáveis precisam ser adequadas para cada área.

Um exemplo simples é desligar ou colocar os equipamentos em modo suspenso e apagar as luzes da área de fabricação durante o horário do almoço. 

Apesar de cada setor conduzir práticas sustentáveis separadamente, é importante comunicar às equipes as diretrizes adotadas para que todos conheçam e sigam os protocolos.

4. Digitalize a estrutura de gestão da empresa

A produção de papel, o gasto com impressão e a compra de maquinário geram impactos no meio ambiente e na gestão de custos diretos e indiretos de uma empresa.

Digitalizar o gerenciamento significa concentrar os documentos da empresa nos serviços de armazenamento em nuvem. Esses sistemas têm controle de acesso, o que possibilita manter a segurança dos arquivos institucionais e compartilhá-los apenas com pessoas autorizadas.

Muitos documentos podem ser arquivados com assinatura digital, o que elimina a necessidade de impressão. 

5. Priorize a economia de energia

Existem empresas que conseguem resultados significativos com ações simples que visam à economia de insumos, como energia elétrica.

Atualmente, a tarifa de energia é um dos custos mais altos nas empresas. Seja uma pequena agência de marketing ou uma grande fábrica, nenhuma funciona sem equipamentos elétricos.

Atualizar os maquinários (os mais modernos consomem menos energia e são econômicos), aproveitar a luz natural, instalar lâmpadas econômicas e incluir sensores de presença para acionamento são exemplos de ações para reduzir gastos com energia.

Outra maneira é comprar energia conforme a demanda da sua empresa. Saiba mais no artigo: Entenda o que é e como funciona o Mercado Livre de Energia.

Quais são as vantagens de ser uma empresa sustentável?

A principal vantagem que uma empresa sustentável usufrui é de uma boa imagem perante o mercado, clientes e colaboradores. Outros benefícios importantes são:

  • vantagem competitiva frente a concorrência;
  • economia de custos de operação;
  • oferecer preços melhores no mercado;
  • inovação na forma de produção e no aproveitamento de matéria-prima;
  • preservar o ambiente no entorno da empresa e oferecer qualidade de vida aos colaboradores;
  • ganhar valor de mercado.

Confira no vídeo a seguir como a sustentabilidade impacta a lucratividade das empresas:

Leia também: Eficiência energética na indústria: o que é + importância

O que faz uma empresa ser sustentável?

Para ser uma empresa sustentável é essencial montar uma estratégia de crescimento em longo prazo para que a sustentabilidade norteie os processos de produção, gestão e distribuição dos produtos e serviços por meio de objetivos ambientais, sociais e de governança (ESG) claros.

Afinal, a meta de se tornar uma empresa sustentável não acontece do dia para a noite. Enquanto algumas práticas e processos são implementados rapidamente, outros exigem mais planejamento para gerar resultados.

Se você quer melhorar a estratégia de compra e gerenciamento de gastos relacionados à energia da sua empresa, conheça o Esfera Simplifica, que orienta sua empresa na migração para o Mercado Livre de Energia e na escolha da melhor energia. 

Quer ver como o processo acontece na prática? Confira a história da Cocam, empresa com mais de 50 anos de mercado, e como a mudança de mercado ajudou a melhorar a produção de café. 

Ficou interessado? Fale com um especialista e reduza até 35% na conta de luz!

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Como economizar energia em hotéis: 5 medidas efetivas

Como economizar energia em hotéis: 5 medidas efetivas

Em um ambiente em que circulam milhares de pessoas por dia, o consumo consciente é essencial para economizar energia em hotéis. O alto preço das tarifas reforça a importância de otimizar os gastos mensais para reduzir a conta de luz.

Essa redução é estratégica, pois as previsões de crescimento para o setor são otimistas. Segundo dados do site Mordor Intelligence, a projeção é que o mercado hoteleiro nacional cresça de US$ 9,14 bilhões em 2024 para US$ 12,35 bilhões até 2029.

Com a expansão vem o aumento dos gastos. Por isso, ter medidas efetivas para monitorar e controlar os custos com insumos caros, como a energia elétrica, é fundamental.

Além disso, conhecer alternativas de compra de energia dentro do mercado energético brasileiro facilita o alcance das metas de redução.

Continue no artigo e aprenda medidas eficientes para economizar energia em hotéis, o papel do Mercado Livre de Energia e os benefícios da migração.

Boa leitura!

5 medidas para economizar energia em hotéis

O primeiro passo que a administração pode executar para economizar energia em hotéis é revisar a infraestrutura para levantar melhorias viáveis para redução do consumo tanto nas dependências comuns quanto nas de serviço.

Veja dicas de medidas iniciais que auxiliam a enxugar os custos:

1. Atualize o projeto luminotécnico do hotel

O projeto luminotécnico de um empreendimento avalia como será a iluminação dos espaços baseado em análises funcionais sobre a quantidade de luz ideal para cada ambiente.

Dessa forma, a atualização do projeto permite reduzir, se possível, a quantidade de lâmpadas nos ambientes a partir da troca dos tipos atuais por outro mais econômico.

Os modelos de LED são a melhor escolha para economizar energia em hotéis porque são lâmpadas mais econômicas e duráveis. Além da troca, instalar sensores de presença em áreas de circulação é uma medida eficiente para evitar luzes acesas ininterruptamente.

Aproveitar a iluminação natural para reduzir a necessidade de luzes acesas é um investimento que vale a pena e pode melhorar outras características do ambiente, como a circulação de ar.  

2. Priorize equipamentos que consomem menos energia

Equipamentos antigos consomem mais energia, pois seus sistemas não possuem os recursos de otimização dos mecanismos atuais.

Por isso, priorizar a troca de itens por modelos novos que consomem menos energia é uma escolha estratégica para economizar energia em hotéis.

Monitore o consumo dos frigobares dos quartos, geladeiras das áreas comuns, freezers da cozinha, computadores na administração, aparelhos de ar condicionado e outros equipamentos que permanecem ligados por muitas horas.

📣Observação: observe as etiquetas e selos de eficiência energética dos equipamentos e compare os desempenho entre as marcas para escolher a mais econômica.

3. Invista em tecnologia

Atualizar é a melhor medida para economizar energia em hotéis. Por isso, invista em tecnologia para educar o consumo dos hóspedes e evitar o desperdício de energia. 

Para reduzir o consumo dos quartos, em vez de interruptores tradicionais, invista nos sistemas de cartão ou chave para acionar as lâmpadas e ar-condicionado, que os hóspedes sempre esquecem de desligar quando saem.

Assim, o acionamento desses equipamentos acontece apenas quando o cartão/chave estiver no lugar. O melhor é que quando a pessoa sai tudo desliga.

4. Monitore o consumo e estabeleça metas de redução

Olha a conta de luz e concluir que precisa reduzir o consumo é só o primeiro insight para economizar energia em hotéis. O processo vai além, afinal, economizar quantos quilowatts?

Para estabelecer uma meta realista, é necessário saber quanto a instalação consome e, assim, determinar um número alcançável.

Se a meta ideal for muito ousada para um primeiro momento, divida o valor, planeje uma redução progressiva e acompanhe ao longo do prazo estabelecido. Assim, as chances de alcançar a economia planejada é maior.

Leia também >>> O que é planejamento energético? Importância e objetivo

5. Orientar equipes e hóspedes sobre consumo consciente

Por fim, a conscientização da equipe interna e dos próprios hóspedes é essencial para economizar energia em hotéis.

Explique para a equipe a importância estratégica da redução de custos e as medidas de redução adotadas. Além disso, mostre hábitos que contribuem para o desperdício.

Nos quartos, deixe um guia com orientações para os hóspedes com o passo a passo para acionar as luzes e outros equipamentos e dicas para otimizar o tempo no banho. Afinal, fora de casa as pessoas relaxam e cometem excessos. 

Como economizar energia em hotéis?

Uma medida somada às anteriores para economizar energia em hotéis é a migração para o Mercado Livre de Energia (MLE). Esse ambiente de contratação permite que grandes consumidores negociem e fechem contratos de compra de energia por preços mais vantajosos.

Além disso, flexibiliza a definição de detalhes, como prazo do contrato, forma de pagamento e tipo de fonte de energia.

Em 2024, as regras de migração para o Mercado Livre mudaram. Agora, os consumidores do grupo A, cadastrados em alta e média tensão, mudam de ambiente de contratação sem limite de consumo mínimo — anteriormente de 500 kW.

Dessa forma, desde pequenas pousadas e hostels até grandes hotéis e resorts estão livres para aderir ao MLE e reduzir os custos com energia elétrica.

Quais são os benefícios do Mercado Livre para o setor hoteleiro?

O processo de migração é burocrático e cheio de detalhes o que, inclusive, reforça a importância de uma boa comercializadora para realizar a mudança e orientar as compras. 

Então, quais são os benefícios do Mercado Livre para o setor hoteleiro? Veja os principais:

• criar uma operação sustentável: além do incentivo ao consumo consciente, o MLE aproxima os hotéis das fontes de energia limpa e renovável;

• redução dos custos: operar no ambiente de contratação livre reduz em até 35% a conta de luz, uma economia que possibilita outros investimentos estratégicos;

• modernização da infraestrutura: um hotel moderno aumenta a credibilidade do negócio no mercado e reforça a imagem da empresa com metas atuais, como os critérios ESG;

• aumento da lucratividade: a redução nos gastos operacionais contribui para o aumento dos lucros, o que impacta positivamente o desempenho financeiro do estabelecimento;

• contratação adequada para atender o perfil de consumo: os contratos seguem exatamente a demanda planejada e aumenta a segurança do abastecimento. 

Gostou das dicas e quer aproveitar os benefícios do Mercado Livre para economizar energia no seu hotel?

A Esfera Energia simplifica a migração da sua empresa para um modelo de consumo mais inteligente, proporcionando uma economia de até 35% na conta de luz. 

Fale agora com um dos nossos especialistas, conheça nossas soluções personalizadas para o setor hoteleiro e descubra uma nova maneira de contratar energia, com mais eficiência e economia. 

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Como economizar na conta de energia? Dicas para pequenos negócios

Como economizar na conta de energia? Dicas para pequenos negócios

Tem um pequeno negócio? Provavelmente, um dos seus desafios é como economizar na conta de energia, certo?

O motivo para o gasto estar em evidência é o aumento constante da tarifa de energia elétrica nos últimos anos devido a diversos fatores, como alta nos custos de geração, transmissão e distribuição, escassez de chuvas, inflação e ações governamentais.

Em setembro de 2024, após pouco mais de três anos, a Aneel acionou a bandeira vermelha patamar 2, a mais cara do sistema.

O clima seco, a falta de chuva e o acionamento das usinas termelétricas aumentaram os custos de geração de energia e, consequentemente, o preço da tarifa paga pelos consumidores no Mercado Cativo.

Diante desse cenário, como economizar na conta de luz? A boa notícia é que existem soluções eficientes que otimizam o consumo, além de outros formatos de compra de energia fora do mercado tradicional.

Continue no artigo para conferir as dicas e conhecer as alternativas para reduzir os gastos mensais em até 35%.

Boa leitura!

Como economizar na conta de energia elétrica?

Para economizar na conta de energia, você precisa de soluções inteligentes e eficientes para otimizar o consumo na sua pequena empresa. Confira cinco dicas para reduzir os gastos e educar os hábitos da equipe.

1. Trocar equipamentos antigos

O sistema de operação de equipamentos e máquinas antigas, geralmente, não tem recursos para gastar menos. Pelo contrário, a tendência é que consumam mais.

Então, para economizar na conta de energia no seu pequeno negócio, planeje a troca de equipamentos antigos por novos com tecnologias e selo de eficiência energética.

Dessa forma, você mantém uma operação eficiente e ágil, que produz mais com menos energia.

2. Usar lâmpadas econômicas

Escolher a lâmpada certa é uma mudança simples, mas certeira para economizar na conta de energia mensal do seu negócio. Uma vez que não dá para abdicar da iluminação artificial, use a melhor solução.

A campeã disparada entre as lâmpadas mais econômicas é a de LED. A taxa de economia quando comparada a lâmpada incandescente é de 80% e de 30% em relação à lâmpada fluorescente.

Se necessário, faça um esquema de troca planejada, montando um cronograma de compra e setores que serão otimizados primeiro para não pesar no orçamento mensal. 

3. Fazer manutenção nos equipamentos

Sabia que o alto consumo de energia ou o baixo desempenho de alguns equipamentos tem relação com a falta de manutenção?

Então, a próxima dica para economizar na conta de energia é fazer a manutenção preventiva dos equipamentos da empresa, conforme a orientação do fabricante.

Monte um cronograma com todos os equipamentos, como ar-condicionado, máquina da produção e computadores, liste a frequência de manutenção para cada um, os responsáveis pelo trabalho e quem fará o acompanhamento interno.

4. Utilizar os modos de economia automáticos

As máquinas modernas têm modos de economia automáticos que colocam os equipamentos em hibernação, desligam após X minutos de inatividade ou reduzem a potência depois de um determinado tempo de funcionamento.

Aproveite essa função para economizar na conta de energia com o uso de ar-condicionado, sistema de ventilação e as máquinas da produção.

Além disso, automatize a iluminação nas áreas de passagem, como corredores e banheiros com sensores de presença. Assim, as lâmpadas ligarão apenas quando as pessoas passarem ou estiverem no cômodo. 

5. Aproveitar ao máximo a luz natural

A última dica para economizar na conta de energia é aproveitar ao máximo a luz natural para reduzir a necessidade da artificial.

Avalie a infraestrutura e estude a possibilidade de abrir janelas ou aberturas na parte alta para permitir a entrada de luz solar. Além de melhorar a iluminação, a mudança otimiza a circulação de ar, o que traz mais conforto para a equipe. 

Leia também >>> Luz natural: guia de dicas para aproveitá-la + vantagens.

Quais são os benefícios de economizar na conta de energia?

As dicas para economizar na conta de luz trazem muitos benefícios para pequenos negócios que precisam reduzir o impacto das altas tarifas no Mercado Cativo

O primeiro é a redução dos custos operacionais mensais. Em conjunto, as mudanças acima otimizam a infraestrutura geral e educam os hábitos de consumo dos colaboradores em relação ao consumo de energia. 

Porém, outro benefício estratégico é na sustentabilidade financeira do negócio. Sem medidas de controle eficientes nos gastos em todos os setores da empresa, pode haver um desequilíbrio nas contas, o que prejudica a longevidade do negócio.

Assim, com um bom controle de gastos, o negócio cresce e moderniza a operação por meio de investimentos estratégicos para evolução da capacidade operacional. 

Para fechar o pacote de benefícios de economizar na conta de energia, as pequenas empresas que reduzem consumo a gastos, principalmente por meio do uso de energia limpa, valorizam sua imagem e reputação no mercado.

Além de serem fontes de geração renováveis, as energias sustentáveis não poluem e auxiliam na redução da emissão de gases estufa. 

Mais dicas de economia pequeno negócio

Para economizar na conta de energia, é imprescindível ter uma infraestrutura inteligente e otimizada. As novas tecnologias dão suporte para a automação de processos que melhoram o trabalho e reduzem o tempo de produção.

Dessa forma, você cria um plano de crescimento para a empresa e usa dinheiro que poupou com a conta de luz para fazer melhorias nos métodos de produção, criar novos produtos/serviços e fazer ações de marketing inovadoras.

Porém, outra mudança estratégica é mudar a forma de contratação de energia para um modelo mais barato, sustentável e acessível.

O Mercado Livre de Energia é um ambiente de contratação ao qual as empresas aderem para negociar a compra de energia livremente com empresas geradoras. 

Em 2024, o mercado abriu para pequenas e médias empresas, atendidas em alta tensão, contratarem energia, sem o antigo limite de demanda mínima 500 quilowatts.

Sua conta de energia no Mercado Livre pode ser até 35% mais barata com um processo de migração bem-estruturado e assessorado por uma empresa confiável.

Conheça o Esfera Simplifica, a solução da Esfera Energia que cuida da economia da sua empresa para você focar no que realmente importa: o seu negócio.

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Reflorestamento no Brasil: o que é, importância e como funciona?

Reflorestamento no Brasil: o que é, importância e como funciona?

O reflorestamento no Brasil é um tema em alta, principalmente devido à presença de grandes biomas, como a Amazônia e o Pantanal, no território nacional. 

Nos últimos anos, o desmatamento dessas e outras áreas de flora preocupa e chama a atenção, pois os efeitos das mudanças climáticas já impactam a qualidade de vida e os ciclos naturais, como recuperação do solo e períodos de chuva.

Segundo dados do MapBiomas, o Brasil perdeu 9,6 milhões de hectares de vegetação nativa entre 2019 e 2022. 

Em 2023, o governo federal retomou a meta assumida no Acordo de Paris, em 2015, de recuperar 12 milhões de hectares de mata originária até 2030.

Esse objetivo exige comprometimento não só governamental, mas também do setor empresarial para reduzir os impactos das atividades econômicas no meio ambiente.

Por isso, entender a criação de projetos de reflorestamento no Brasil pela iniciativa privada é fundamental para a sustentabilidade e preservação do país.

Continue no artigo e entenda o conceito de reflorestamento, como funciona, a importância, benefícios e como implementar ações.

Boa leitura!

O que é reflorestamento?

O reflorestamento ambiental é a ação de recuperar uma área desmatada por meio do replantio das espécies nativas da região. Essa ação tem como meta devolver o habitat natural às condições originais, retornar o crescimento da vegetação e das condições para sobrevivência dos animais nativos.

A natureza consegue se regenerar naturalmente, porém a degradação severa das áreas compromete esse ciclo. Dessa forma, o homem entra em cena para promover o reflorestamento ambiental.

A manutenção das matas ciliares é outro objetivo-chave, pois evita o assoreamento das margens dos rios e preserva o seu curso original.

Para incentivar o reflorestamento no Brasil, o governo criou projetos, como o ‘Restaura Amazônia’ que vai destinar R$ 450 milhões para ações de restauração de grandes áreas desmatadas ou degradadas no bioma.

O Fundo Clima terá um orçamento de R$ 550 milhões para viabilizar a recuperação de áreas privadas. Os financiamentos terão taxas de juros reduzidas via Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Leia também >>>> Responsabilidade ambiental nas empresas: o que é + ações.

Como funciona o reflorestamento ambiental?

O reflorestamento funciona a partir de um planejamento que analisa o terreno e o ecossistema local e organiza o trabalho em etapas para garantir as condições necessárias para o alcançar os objetivos de recuperação.

A análise parte de três pontos principais: solo, clima e fauna locais. Assim, a prioridade de replantio são das espécies nativas, tanto árvores quanto vegetações, porque as chances das mudas germinarem são maiores.

O tratamento do solo, antes do plantio, é fundamental no processo de reflorestamento e para a escolha da técnica adequada. 

Além disso, o planejamento define como será o processo de monitoramento da área, a frequência e equipe responsável. Assim, os responsáveis evitam possíveis pragas, controlam incêndio e evitam novos desmatamentos. 

As empresas que se comprometem com o reflorestamento no Brasil contam com profissionais especializados no trabalho para garantir o retorno do investimento e o desenvolvimento sustentável da operação. 

Qual a importância do reflorestamento?

O reflorestamento no Brasil é importante porque evita a perda de biomas fundamentais para o equilíbrio do planeta e ajuda no controle das mudanças climáticas. As árvores capturam CO2 da atmosfera, o que reduz o efeito estufa, e mantém o ciclo de chuvas que garante a disponibilidade dos recursos hídricos.

A fotossíntese das plantas utiliza o gás carbônico presente no ar para converter energia solar em química e, assim, sobreviver. Em troca, liberam oxigênio, o que melhora a qualidade do ar para os seres humanos.

Menos CO2 no ar, um dos principais gases do efeito estufa, significa maior controle do aquecimento global, evento que já causa inúmeros desastres naturais, como as chuvas intensas no final de abril e o início de maio de 2024, no Rio Grande do Sul.

Por fim, as ações de reflorestamento, seja no Brasil ou no mundo, preservam os biomas e a fauna locais, o que evita a extinção de espécies vegetais e animais e o avanço dos bichos selvagens para as áreas urbanas em busca de comida. 

Leia também >>> 5 formas de desenvolver consciência ambiental na empresa

Benefícios dos projetos de reflorestamento no Brasil

Além dos macro-benefícios dos projetos de reflorestamento no Brasil, que alcançam a população na totalidade, as iniciativas de recuperação favorecem melhorias locais na qualidade de vida.

Cidades mais arborizadas têm mais áreas de sombra, o que ajuda a combater o calor extremo e melhorar a qualidade do ar. Nas zonas rurais, ajuda a criar áreas de floresta produtiva, sem desmatamento e perdas das características originais.

O Projeto Onda Verde do governo do Rio de Janeiro, já plantou mais de 2 milhões de mudas na região da Baixada Fluminense, além de conscientizar alunos sobre sustentabilidade e inclusão social.

A mineradora Vale tem como meta proteger e recuperar 500 mil hectares de áreas além de suas fronteiras até 2030. Para isso, a empresa investe em soluções de recuperação por meio de sistemas agroflorestais (SAFs), que desenvolvem novos arranjos produtivos.

As prefeituras fazem parcerias para reflorestar áreas urbanas. Em Belo Horizonte, o projeto Montes Verdes já plantou 30 mil novas árvores e recuperou mais de 10 hectares de área verde.

Independentemente do porte da ação, o comprometimento das empresas é o principal fator para impulsionar mudanças positivas no meio corporativo e chamar atenção para as soluções existentes.

Como implementar ações de reflorestamento?

As ações de reflorestamento no Brasil exigem que as empresas invistam capital na criação dos projetos e de um planejamento detalhado que envolve estudo de campo, definição das espécies e monitoramento. 

Para negócios de menor porte, esse é um grande desafio, pois exige mais disponibilidade financeira

Porém, uma alternativa, caso seja inviável criar um projeto próprio, é fazer parcerias com ONGs para atrair investimentos e participar dos mutirões de plantio. Essa iniciativa pode envolver a equipe inteira e, assim, reforçar os valores como empresa sustentável.

Sustentabilidade nas empresas: uma necessidade atual

O reflorestamento no Brasil é uma necessidade atual e urgente e o caminho até as metas traçadas ainda tem um longo caminho. Por isso, a união do poder público e da iniciativa privada é fundamental para alcançar os benefícios projetados.

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5 dicas para economizar energia em supermercado

5 dicas para economizar energia em supermercado

Equipamentos ligados 24 horas, iluminação ativa por longos períodos e sistemas de refrigeração constante. Com tanta demanda, é possível economizar energia em supermercado?

A resposta é sim. Otimizar os gastos com energia elétrica é uma medida viável e muito eficaz para reduzir a conta de luz em um tipo de estabelecimento que depende desse insumo para funcionar.

Afinal, carnes, congelados, frios, bebidas e laticínios precisam de conservação em temperaturas frias, portanto, desligar os equipamentos não é uma possibilidade.

Segundo a Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), o consumo de energia aumentou 11% em 2023, comparado a 2022, junto do número de lojas que subiu 31%. O setor é o oitavo no ranking dos que mais consomem eletricidade.

Por isso, as medidas que visam a redução do consumo são fundamentais para a sustentabilidade da operação.

Neste artigo, listamos dicas que auxiliam na eficiência energética dos supermercados, gargalos para corrigir e sugestão de alteração no modelo de compra via Mercado Livre de Energia. 

Continue a leitura e aprenda o que fazer e como fazer a migração!

5 ideias para economizar energia em supermercado

Qualquer medida cuja meta seja cortar custos precisa ser bem planejada. Por isso, não basta baratear o preço de custo se a operação não for estruturada para otimizar o uso.

Por isso, antes de mudar para o Ambiente de contratação Livre (ACL), é essencial fazer ajustes para economizar energia em supermercado

1. Fazer a manutenção preventiva da estrutura elétrica

O primeiro passo para economizar energia em supermercado é fazer um plano de manutenção preventiva da estrutura elétrica e equipamento da loja.

Como a prevenção é a melhor solução, fazer uma revisão periódica na infraestrutura existente e implementar equipamentos e tecnologias mais eficientes auxilia na diminuição dos custos operacionais.

O plano tem como meta definir a periodicidade e a equipe responsável pelas revisões técnicas para checar as condições originais dos equipamentos, desde a iluminação até o sistema de refrigeração e climatização, para garantir a segurança e o bom funcionamento.

Assim, soluções obsoletas e com altos gastos são atualizadas para opções mais modernas e econômicas. 

2. Conhecer as maiores fontes de gastos

A segunda dica para economizar energia em supermercado é saber o que gasta mais energia na loja.

Um estudo da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) fez uma simulação termo-energética de um estabelecimento e o consumo de energia foi o seguinte:

• 49% para refrigeração de frios alimentares;

• 31% para iluminação;

• 15% para AVAC (aquecimento, ventilação e ar-condicionado);

• 5% para equipamentos.

Para fazer a avaliação, considere contratar um engenheiro elétrico ou empresa especializada em monitoramento de energia para instalar medidores nos equipamentos. 

Como os supermercados variam de tamanho e infraestrutura, conhecer os “vilões” da conta de luz direciona as mudanças que terão mais impacto na economia de custos.

3. Atualizar equipamentos obsoletos

Um dos motivos para os equipamentos terem um alto consumo é um mecanismo de funcionamento obsoleto. Por isso, após a manutenção e análise dos itens que mais gastam, atualize equipamentos antigos por versões atualizadas.

Além de renovar a infraestrutura, é possível escolher equipamentos mais eficientes que consumam menos energia. Essa otimização reduz a conta de luz e melhora a qualidade dos sistemas da loja, desde o resfriamento até a climatização. 

Um planejamento financeiro e um cronograma são essenciais para executar as mudanças progressivamente, sem comprometer a saúde financeira do negócio.

4. Substitua lâmpadas antigas

Atualmente, a troca de lâmpadas é uma medida eficiente para economizar energia em supermercado ou em casa. Nos estabelecimentos comerciais existe um agravante para o consumo: o tempo que a iluminação permanece ativa.

Além disso, muitas lojas funcionam 24 horas. Dessa forma, ter um sistema de iluminação otimizado é crucial para a redução de custos. 

Por isso, vale a pena fazer a substituição em massa de modelos antigos pelos de LED, de 80% a 30% mais econômicos que as lâmpadas incandescentes.

💡DICA: instalar sensores de presença em corredores e áreas de pouco movimento, que não precisam de iluminação constante, ajuda a ter um sistema de iluminação econômico.

5. Conscientização da equipe

Os resultados das medidas para economizar energia em supermercado dependem também da conscientização e adesão da equipe

Por isso, é fundamental apresentar os planos de redução e consumo sustentável de energia na unidade, as mudanças implementadas e o papel do time para o sucesso dos resultados.

Por exemplo, manter os balcões e geladeiras de resfriamento fechados, apagar as luzes ao deixarem uma sala ou área e apontar falhas na refrigeração ou climatização, são cuidados que evitam desperdícios de energia. 

Quais são os maiores gargalos da economia de energia?

Agora que você sabe como economizar energia em supermercado, vale reforçar os maiores gargalos no processo para reduzir os custos na conta de luz:

• falta de manutenção nos equipamentos e parte elétrica;

• rotinas ineficientes na loja;

• equipe desalinhada para redução do consumo;

• ausência de conhecimento sobre a importância do uso racional de energia.

Os processos mal planejados e pessoas sem orientação são as principais causas do desperdício de energia. Por isso, corrigir esses problemas aumenta as chances de obter um resultado positivo com um novo método de compra.

Como economizar energia em supermercado?

A melhor solução para economizar energia em supermercado é migrar para o Mercado Livre de Energia. Nesse ambiente de contratação, empresas e geradoras fecham acordos personalizados para atender a demanda de consumo e negociam o preço de compra, prazo de pagamento e duração do contrato livremente entre si.

E quais são as vantagens do Mercado Livre de Energia para os supermercados? Além de ter liberdade para escolher o fornecedor, as empresas contratam carga sob medida, melhoram a previsibilidade orçamentária e têm amplo poder na tomada de decisões na hora de fechar os contratos.

Gostou, mas está pensando na burocracia e no trabalho para migrar, buscar e fechar negociações? A Esfera Energia facilita todo processo para sua empresa economizar até 35% na conta de luz.

Nosso time de consultores já ajudou mais de 540 empresas a escolherem a melhor energia para seus negócios.

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Relatório de sustentabilidade: o que é + como fazer

Relatório de sustentabilidade: o que é + como fazer

Sua empresa investe em ações para proteger e reduzir os impactos negativos da operação no meio ambiente e na comunidade, além de ter boas práticas de governança corporativa? Se sim, a melhor forma de divulgar os resultados é por meio de um relatório de sustentabilidade.

Ser sustentável é um valor empresarial forte que impacta positivamente os stakeholders e consumidores, pois esses públicos valorizam soluções inovadoras de utilização racional dos recursos.

Por isso, comunicar os frutos das ações adotadas é estratégico. Segundo a ‘Pesquisa de Inovação Semestral 2022 – Indicadores Básicos’, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em março de 2024, o índice de empresas que publicaram relatórios aumentou para 15,8% — em 2021, foi 12%.

Os setores que produziram mais diagnósticos foram:

  • bebidas (38,8%);
  • produtos do fumo (36,4%);
  • produtos químicos (30,7%);
  • indústrias extrativas (29,4%);
  • fabricação de coque e derivados do petróleo e de biocombustíveis (25,3%).

Quer colocar essa ideia em prática? Continue no artigo e entenda o que é um relatório de sustentabilidade, para que serve, como fazer, para quem é obrigatório, vantagens e principais metodologias.

Boa leitura!

O que é um relatório de sustentabilidade?

O relatório de sustentabilidade é um documento que divulga as metas ambientais, sociais e de governança (ESG) de uma empresa, juntamente dos resultados alcançados para cada objetivo e o progresso conquistado em relação a anos anteriores, quando existe histórico.

A avaliação vai além da simples comunicação dos ideais sustentáveis e números da empresa. Isso porque o documento avalia os planos de ação dos objetivos implementados, os acertos e as melhorias.

O relatório é o primeiro passo para a implementação de uma estratégia ESG eficiente, que ajuda a definir metas, medir o desempenho, gerir impactos e riscos relacionados à sustentabilidade e compreender como a organização gera valor para as partes interessadas.

Qual o propósito principal do relatório de sustentabilidade?

O relatório comunica de forma clara, objetiva e organizada a efetividade das ações, como economia energética, mudanças nos tipos de insumos e matérias-primas para fabricação, seleção de fornecedores sustentáveis e os resultados.

Essas mudanças impulsionam a inovação corporativa, pois é fundamental atualizar processos e mudar a cultura organizacional para priorizar o aspecto sustentável.

Ou seja, o relatório detalha as informações relacionadas ao desempenho não financeiro, em quais medidas a organização investe e dados que embasam as prioridades em determinadas áreas do negócio.

Leia também >>> 6 exemplos de empresa sustentável no Brasil e no mundo.

Como fazer um relatório de sustentabilidade?

O processo de criação do relatório de sustentabilidade muda conforme a metodologia adotada para o documento. Porém, alguns passos são fundamentais para incluir todas as informações necessárias na estrutura. Confira:

  1. Identificar questões de sustentabilidade: são as preocupações e desafios mais importantes para a organização e as partes interessadas em relação aos impactos ambientais, sociais e econômicos.
  2. Definir metas SMART e métricas de sustentabilidade: analisar os objetivos da organização e garantir o alinhamento com os esforços de sustentabilidade.
  3. Coletar e analisar dados: o objetivo é medir o progresso dos objetivos de sustentabilidade da organização definidos na etapa anterior.
  4. Adaptar os dados à estrutura do relatório: a equipe define a ordem das informações na estrutura para garantir a transparência dos dados do documento.
  5. Escrever o relatório de sustentabilidade: o texto deve ser claro, objetivo e bem diagramado para facilitar a leitura e a compressão dos dados, o que deixa o documento compreensível a todos. 
  6. Apresentar o resultado às partes interessadas: o envolvimento com os stakeholders é crucial no processo de divulgação do desempenho. Além disso, o acesso ao público geral por meio do site da empresa amplia o alcance

Metodologias e indicadores para elaboração de relatórios de sustentabilidade

Para fazer o relatório, é necessário escolher uma metodologia e indicadores para elaboração do documento e, assim, ter diretrizes claras sobre quais informações incluir. Conheça algumas opções:

1. Estruturas padronizadas de relatórios de sustentabilidade

As empresas podem utilizar estruturas de relatórios de sustentabilidade reconhecidas, como a Global Reporting Initiative (GRI) ou o Carbon Disclosure Project (CDP). 

Esses padrões fornecem diretrizes estruturadas para avaliar e divulgar informações ambientais, sociais e de governança.

2. Integração da sustentabilidade com os dados de desempenho geral

Incorporar o relatório de sustentabilidade nas divulgações de desempenho geral da empresa é outra possibilidade.

Dessa forma, a equipe alinha as métricas e objetivos sustentáveis com os relatórios financeiros e outros indicadores-chave de desempenho, como índice de tratamento de resíduos, taxa de reaproveitamento de materiais, porcentagem de reciclagem, para fornecer uma visão abrangente do desenvolvimento da empresa.

3. Diretrizes do International Integrated Reporting Committee (IIRC)

O IIRC desenvolveu diretrizes para criação de relatórios integrados, que unem informações financeiras e não financeiras no mesmo documento. 

Assim, as empresas organizam as informações catalogadas e dão uma visão integrada e equilibrada do desempenho da empresa, o que inclui os detalhes do relatório de sustentabilidade.

4. Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE B3)

As empresas de capital aberto, listadas na B3, bolsa de valores brasileira, usam o Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE B3) como referência no relatório de ações sustentáveis.

A metodologia do ISE B3 tem critérios específicos que mostram o desempenho de sustentabilidade de empresas em vários setores.

Ao cumprir as diretrizes definidas pela B3, as empresas aumentam sua credibilidade, reputação e sustentabilidade.

5. Sustainability Accounting Standards Board (SASB)

Os padrões do Sustainability Accounting Standards Board (SASB), conselho norte-americano, priorizam os impactos da sustentabilidade no desempenho financeiro de uma empresa. 

Ao todo, o SASB disponibiliza mais de 70 padrões específicos para diferentes setores. Os critérios auxiliam em benchmarkings e na criação de uma estrutura de relatório padronizada.

Observação: vale destacar que não é obrigatório utilizar diretrizes padrão e benchmarkings com instituições para fazer um relatório de sustentabilidade. 

Cada organização, conforme suas ações, desempenho e expectativas das partes interessadas, determina qual modelo de documento é mais relevante e alinhado aos seus objetivos.

Ao selecionar a estrutura de report apropriada, as empresas comunicam claramente os seus esforços de sustentabilidade, mostram os avanços e demonstram o seu compromisso com práticas empresariais responsáveis.

Leia também >>> Indicadores ESG: 20 exemplos de métricas para acompanhar

Quais são os benefícios dos relatórios de sustentabilidade?

Não dá para melhorar o que não compreendemos, certo? Por isso, à medida que os relatórios de sustentabilidade evoluem, as organizações compreendem melhor como as ações sustentáveis impactam as operações e identificam vantagens competitivas.

Outros benefícios são:

  • Inovação e criação de oportunidades: explorar tecnologias e modelos de negócios inovadores que gerem novas oportunidades de mercado.
  • Eficiência operacional: melhorar a operação e reduzir custos por meio de práticas mais sustentáveis.
  • Atração, engajamento e retenção de talentos: os profissionais valorizam empresas com estratégias sociais fortes e compromisso com o meio ambiente.
  • Valorização da marca: o reconhecimento da marca como uma organização socialmente ativa e amiga do ambiente é bastante positivo no mercado.
  • Mitigação de riscos: reduzir as chances de descumprimento das obrigações regulatórias e garantir a licença ambiental para operar, quando necessário.

Melhore a sustentabilidade energética da sua empresa

Escolher o melhor abastecimento energético para o seu negócio, é o primeiro passo para ter uma empresa verde e, posteriormente, comunicar os avanços no relatório de sustentabilidade.

Conheça as principais fontes usadas para a geração de energia no e-book ‘Tipos de Geração de Energia’ e entenda como funciona a estrutura que regulamenta o setor e protege os consumidores no Brasil.

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Ecologia industrial: o que é, exemplos e benefícios da prática

Ecologia industrial: o que é, exemplos e benefícios da prática

Os problemas ambientais causados pelos métodos de exploração de recursos e produção em massa são discutidos desde a metade do século XX. Entre as inúmeras soluções criadas para reduzir o problema, surgiu o conceito de ecologia industrial.

A Conferência de Estocolmo, na Suécia, em 1972, foi um marco nas discussões sobre os impactos ambientais, devido ao surgimento de legislações ambientais mais claras e de órgãos regulamentadores mais atentos.

Foram as conversas dessa época que plantaram a semente do desenvolvimento sustentável. Ou seja, de que é possível a indústria progredir tecnologicamente sem agredir o meio ambiente de maneira brutal.

Segundo o relatório ‘Rumo a um Planeta Livre de Poluição’, de 2019, elaborado pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), a poluição representa um grande risco à saúde da população.

Além disso, gera um custo econômico altíssimo para contornar os impactos ao bem-estar das pessoas, quedas na produtividade, gastos com saúde pública e destruição de ecossistemas.

As mudanças nos padrões industriais são essenciais para prevenir danos ainda mais graves. Continue a leitura e entenda o conceito e os benefícios da ecologia industrial, as boas práticas para implementação e exemplos bem-sucedidos na área.

O que é ecologia industrial?

A ecologia industrial é uma área que incentiva a adoção de soluções para combater e prevenir a poluição, promover a reciclagem e o reuso de resíduos e efluentes e incentivar a utilização eficaz dos recursos naturais durante o processo produtivo.

Dessa forma, a durabilidade dos materiais nos ciclos de produção industrial aumenta, reduzindo a necessidade de inserir novos insumos no fluxo de trabalho.

O conceito traz a ideia de “ecossistemas industriais”, modelos de sistemas integrados, opostos aos sistemas isolados, que priorizam os métodos de produção menos prejudiciais ao meio ambiente.

Nos sistemas isolados, cada indústria segue um método de produção, utilizando matérias-primas para fabricação de produtos e acumulando resíduos.

A proposta do ecossistema industrial é integrar os sistemas das fábricas, otimizando o consumo de materiais e o compartilhamento de efluentes. Dessa forma, o que é resíduo em uma indústria vira matéria-prima em outra.

Leia também: O que é PCP (Planejamento e Controle de Produção)?

Quais os benefícios da ecologia industrial para as empresas? 

Os principais benefícios da ecologia industrial para as empresas são a redução nos gastos relacionados à aquisição de novos recursos e a diminuição de desperdícios. A área incentiva a adoção da economia circular na indústria por meio do reaproveitamento de insumos.

Para alcançar esse objetivo, os ecossistemas industriais seguem princípios-chave baseados na sustentabilidade das operações. São eles:

  • adotar métodos de tratamento e organização de resíduos mais eficientes;
  • aumentar o uso de fontes renováveis de energia;
  • basear a escolha dos materiais em seu ciclo de vida, visando o reaproveitamento;
  • diminuir ou excluir o uso de ativos com potencial explosivo, tóxico ou inflamável;  
  • estruturar um sistema de produção industrial sem interferências no equilíbrio do meio ambiente;
  • fabricar sem desperdícios e emissões de poluentes;  
  • fazer mais, utilizando menos;  
  • implementar fluxos de reciclagem quando possível;  
  • levantar e descrever as potenciais causas de impactos ambientais;  
  • monitorar e coordenar a gestão de resíduos em todas as fases do processo produtivo;  
  • unir o fluxo de materiais e energia entre indústrias.

A definição das ações adotadas depende das características da produção da empresa, suas necessidades, volume de resíduos, energia, objetivos de negócio, diretrizes ambientais, entre outros.

Portanto, a gestão precisa analisar detalhadamente as operações para implementar as ferramentas e métodos mais adequados e, assim, operar seguindo os princípios da ecologia industrial. 

Leia também >>> Economia circular: o que é + exemplos do modelo no Brasil.

Como implementar a ecologia industrial?

A mudança total para um sistema de produção baseado na ecologia industrial exige investimento financeiro e de tempo para adequar os processos. 

Porém, algumas alterações-chave podem melhorar a qualidade da operação e iniciar a mudança de cultura nos negócios. Confira quais ações são viáveis de implementar:

1. Optar pelo uso de energia renovável

As fontes de energia renovável e limpa (solar, eólica, biomassa, entre outras) são recursos que auxiliam as empresas na criação de um abastecimento mais sustentável.

O uso das fontes tradicionais contribui para o aumento da poluição e geração de resíduos. Já as fontes de energia limpa são inesgotáveis e têm impacto nulo ou muito baixo. 

No Brasil, as indústrias e empresas têm acesso a fornecedores de energia renovável por meio do Mercado Livre de Energia, onde é possível negociar com mais flexibilidade e fechar compras vantajosas e econômicas para abastecer o negócio.

2. Adotar a logística reversa

Outra ação de ecologia industrial é a logística reversa. O processo garante que os resíduos e restos de materiais retornem à empresa para terem o fim mais adequado.

Cada tipo é direcionado para o método de reciclagem ou de reaproveitamento mais adequado para sua utilidade. 

Por isso, é importante priorizar as matérias-primas com vida útil longa, pois essa característica garante o aproveitamento máximo do produto. 

3. Desmaterializar as atividades

Desmaterializar as atividades significa utilizar menos recursos físicos na rotina da empresa. Por exemplo, a digitalização dos processos reduz significativamente o uso de papel e integra melhor a equipe.

A troca de reuniões presenciais pelas virtuais contribui para redução da poluição gerada pelo deslocamento de pessoas por meio de carros ou aviões. 

Além de reduzir custos e os impactos das atividades no meio ambiente, a desmaterialização ajuda a modernizar os processos empresariais, incluindo tecnologias que melhoram os processos e a qualidade dos produtos/serviços realizados.

Exemplos de iniciativas de ecologia industrial

A adoção integral da ecologia industrial ainda não é ampla, mas existem projetos que já estabeleceram ecossistemas industriais eficientes.

O exemplo mais bem-sucedido e pioneiro fica na Dinamarca, na cidade de Kalundborg, onde um grupo de nove indústrias funciona em um sistema no qual trocam mais de 30 produtos entre si.  

Assim, o resto de gás de uma empresa é tratado e transformado no insumo necessário para outra. Resíduos de biomassa farmacêuticos viram fertilizantes. O resultado é a integração dos processos e um índice de desperdício mínimo nas operações industriais.

O sistema dinamarquês inspirou projetos no Japão, Estados Unidos e até no Brasil. No começo dos anos 2000, houve a tentativa de criar um parque industrial no Rio de Janeiro, nos mesmos moldes da Dinamarca.

Porém, a iniciativa não teve continuidade. Além do comprometimento dos envolvidos, a ecologia industrial depende de incentivos financeiros e fiscais e políticas públicas consistentes e duradouras para dar certo.

Leia também >>> 6 exemplos de empresa sustentável no Brasil e no mundo.

Otimize e reduza os custos de operação

Apesar dos avanços lentos, a ecologia industrial tem grande potencial para evoluir globalmente. Os debates atuais sobre a urgência das empresas operarem com sustentabilidade estão contribuindo para colocar as novas soluções em evidências.

Se o seu negócio está atento aos impactos que causa no meio ambiente e busca soluções eficientes para reduzir custos e desperdícios no processo produtivo, aproveite as dicas do e-book ‘Como Reduzir Custos na Indústria’ e aprenda a alcançar essas metas.

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O que é logística verde e como implementar nos negócios?

O que é logística verde e como implementar nos negócios?

A sustentabilidade das operações e a busca por minimizar os impactos das atividades empresariais são metas de muitos negócios. Entre as iniciativas ligadas a esses objetivos, está a logística verde.

O planejamento para execução correta dos processos, desde a compra de matérias-primas até o armazenamento e envio dos pedidos para o cliente final, é fundamental para criar uma logística eficiente, utilizando as melhores soluções.

Atualmente, as empresas estão mais atentas à sustentabilidade, pois tanto o mercado quanto os consumidores valorizam as soluções que preservam o meio ambiente e a qualidade de vida das pessoas.

O investimento reflete no tamanho do mercado de logística verde. Uma projeção do site Fact & Factors destaca que o valor de mercado do setor deve alcançar US$ 1.481,5 bilhões até 2028, mantendo uma taxa de crescimento anual (CAGR) de 6,10%.

A inteligência artificial e o uso de soluções de logística digital são as principais soluções para otimizar os processos operacionais de armazenamento e distribuição.

Quer fazer essa mudança na sua empresa? Então, continue no artigo e entenda o conceito de logística verde, a importância do processo e como implementá-lo.

Boa leitura!

O que é logística verde?

A logística verde é um conjunto de iniciativas cujo objetivo é garantir a sustentabilidade em todas as etapas da cadeia operacional, reduzindo o impacto do transporte no meio ambiente, gerenciando melhor os resíduos e melhorando os processos internos de armazenamento.

A meta dessa abordagem é reduzir o uso de recursos naturais e energia, além de diminuir a emissão de gases estufa poluentes, como o gás carbônico, e mitigar a geração de resíduos.

A logística verde envolve todos os processos (armazenamento de produtos, acondicionamento e transporte) em busca de soluções e tecnologias para melhorar o uso de energia, estabelecer rotas de transporte otimizadas e aproveitar os resíduos.

Dessa forma, a empresa se torna mais sustentável e ganha mais eficiência operacional, utilizando métodos que causam menos impactos ambientais e sociais.

Leia também >>> Gestão de resíduos industriais: o que é + como fazer.

Diferença entre logística verde e reversa

A diferença entre logística verde e reversa é uma dúvida comum. Os conceitos são diferentes, mas as metodologias são complementares.

A primeira aplica métodos para tornar o processo de distribuição, desde o armazenamento até a expedição do transporte e a reciclagem de resíduos, mais eficiente e responsável ambientalmente.

Já a segunda visa estabelecer um sistema que facilite o retorno dos resíduos e materiais relacionados aos produtos para a gestão correta, enviando para revenda ou reutilização.

As práticas da metodologia reversa já são aplicadas por empresas do setor de e-commerce, como os grandes marketplaces do mercado que também possuem ações de logística verde em seus centros de distribuição. 

Ou seja, a logística reversa faz parte da logística verde. A implementação de ambas depende da organização interna e da definição dos ajustes para tornar o processo mais sustentável.

Vale destacar que a responsabilidade sócio-ambiental é um valor fundamental para as empresas no mercado atual. A iniciativa reforça o compromisso de cuidar do meio ambiente e incentivar a adoção de soluções mais sustentáveis, unindo a tecnologia para otimizar o aproveitamento dos recursos.

Leia também: O que é logística 5.0? Pilares + 5 tecnologias nas empresas.

Qual a importância da logística verde?

A logística verde é uma iniciativa importante nos negócios porque reforça o alinhamento estratégico com os objetivos de desenvolvimento sustentável que visam ao crescimento socioeconômico, aliado à preservação dos recursos e incentivo ao uso de soluções que causam menos impacto.

Dessa forma, as empresas podem reduzir os custos operacionais utilizando métodos e tecnologias que facilitem o gerenciamento, como sistema de gestão de estoque, GPS e chips de rastreio de entregas e análises de Big Data com o apoio da inteligência artificial.

Além disso, a logística verde inclui o uso de energia renovável para abastecer os centros de distribuição e incentiva as trocas de combustíveis fósseis pelos biocombustíveis, como etanol, biogás, biodiesel, hidrogênio verde e outros.

No Brasil, a Natura é um exemplo de logística verde, uma vez que utiliza tanto carros elétricos quanto bicicletas para a realização de entregas nas capitais de São Paulo, Minas Gerais, Porto Alegre, entre outros estados.

A DHL, que presta serviços na área de logística, é outro exemplo de destaque no mercado. A empresa tem um programa exclusivo, o GoGreen, para controlar a emissão de carbono e reduzir a poluição de suas operações. 

Como implementar a logística verde?

A implementação da logística verde exige estudos e um planejamento estruturado para que os processos sejam adaptados de forma ordenada e utilizem soluções adequadas para a realidade da empresa. Veja o passo a passo para conduzir o processo:

1. Analise a logística existente

O primeiro passo para a implementação da logística verde é analisar os processos atuais, listando todas as etapas da distribuição da produção, destacando as que mais gastam recursos e emitem gases poluentes. 

2. Estabeleça objetivos de redução

Após o levantamento de processo, estabeleça metas de redução realistas para emissão de gases poluentes, uso de energia elétrica, consumo de recursos, trocas de materiais, entre outros. Em seguida, crie planos de ação para orientar o trabalho da equipe.

3. Implemente ações de logística sustentáveis

As ações sustentáveis de logística verde variam conforme a necessidade de cada negócio. Alguns exemplos de ações são: 

  • utilização de veículos menos poluentes;
  • otimização das rotas de entrega;
  • gestão e classificação de resíduos para reciclagem;
  • diminuição de materiais nas embalagens e/ou uso de opções biodegradáveis;
  • criação de uma estrutura de armazenamento verde, mantida com energia limpa, entre outros.

Confira no vídeo abaixo a importância da energia renovável e os principais tipos existentes:

4. Monitore os resultados

O monitoramento dos resultados é essencial para consolidar os processos de logística verde nos negócios e fazer os ajustes necessários, especialmente na fase de implementação.

Utilize softwares de gerenciamento para facilitar o acesso a relatórios de desempenho e mensurar os indicadores. Após consolidar as novas práticas, sua empresa pode passar por processos de auditoria para conquistar selos de sustentabilidade.

O empenho resulta em diversos benefícios, gerando mais credibilidade diante dos clientes e stakeholders.

Eficiência energética como aliada para + sustentabilidade

Com a metodologia da logística verde, sua empresa pode consolidar boas práticas de sustentabilidade no mercado, estabelecendo processos que utilizam recursos modernos e que causam menos impacto no meio ambiente.

Entre as principais mudanças, o uso de energia limpa e renovável é uma das mais acessíveis, já que existe um mercado exclusivo para empresas negociarem a compra de energia renovável direto com fornecedores de todo país: o Mercado Livre de Energia.

Já pensou em migrar, mas não sabe por onde começar? A Esfera Energia tem o ‘Esfera Simplifica’, uma solução pensada especialmente para empresas que buscam a redução nos gastos energéticos e a utilização do melhor tipo de energia para abastecer as operações de forma simples e menos burocrática.

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Responsabilidade ambiental nas empresas: o que é + ações

Responsabilidade ambiental nas empresas: o que é + ações

A responsabilidade ambiental das empresas é um dos valores que o mercado e a população esperam que os negócios demonstrem por meio de iniciativas para reduzir seu impacto, deixando um legado positivo.

Segundo o relatório da consultoria Deloitte, ‘Agenda 2023 – Estratégias e prioridades dos líderes empresariais para o ambiente de negócios’, 74% dos entrevistados afirmaram que suas companhias têm ao menos uma ação de responsabilidade ambiental implementada.

Os executivos ouvidos na pesquisa ainda consideram que as iniciativas de suas empresas na área ambiental trazem impactos positivos para a sociedade. 

Esse cenário reforça a necessidade dos negócios avaliarem com mais atenção a questão ambiental, principalmente com a ascensão da abordagem ESG (sigla para Environmental, Social e Governance) nas gestões.

A metodologia integra os princípios de governança ambiental, social e corporativa, propondo às empresas uma revisão de processos em cada uma das esferas para desenvolver um modelo de negócio sustentável em longo prazo.

Os negócios que trabalham ativamente sua responsabilidade nesses setores saem na frente dos concorrentes e aumentam as chances de ganhar destaque dentro do seu mercado de atuação.

Sua empresa quer seguir esse caminho? Continue a leitura para entender o conceito de 

responsabilidade ambiental, a importância de implementar ações nessa área, o que é necessário cumprir para ser responsável em relação ao meio ambiente e exemplos.

Boa leitura!

O que é responsabilidade ambiental?

A responsabilidade ambiental é o compromisso que empresas e indústrias assumem de consolidar processos que preservam o meio ambiente do impacto de suas atividades, comprometendo-se a seguir um modelo de desenvolvimento sustentável no presente para o legado das gerações futuras.

Ter um posicionamento bem-estabelecido nessa área traz reconhecimento. É comum ver corporações serem reconhecidas como “empresas verdes” por iniciativas para redução de seus impactos ambientais. 

As indústrias que transformam matérias-primas ou produzem a partir desses insumos, como as fábricas de plástico, de alimentos, de extração de recursos naturais, entre outras, são exemplos de negócios que precisam ter a responsabilidade ambiental como dever.

Esses negócios são responsáveis por grandes emissões de gases poluentes e alta geração de resíduos, portanto, precisam ter iniciativas que protejam o meio ambiente dos perigos em curto e longo prazo. 

Leia também: 6 exemplos de empresas sustentáveis no Brasil e no mundo.

Por que as empresas precisam ter responsabilidade ambiental? 

As empresas devem priorizar a responsabilidade ambiental porque, em primeiro lugar, precisam obedecer à lei. Até porque há regras  ambientais no país que punem os negócios que desrespeitam as leis de preservação do meio ambiente com suas atividades econômicas.

Existem leis no Brasil que estabelecem diretrizes em diversas frentes, como a Política Nacional do Meio Ambiente (Lei n.º 6.938/1981) que determina as regras e os mecanismos de controle para a preservação dos recursos ambientais do território nacional. 

Outras iniciativas são: a lei de controle do uso de agrotóxicos, a lei de crimes ambientais e o Código Florestal.

Por isso, as indústrias precisam se informar sobre as leis vigentes e suas atualizações, principalmente se a operação trouxer impactos negativos devido à falta de processos para evitar a poluição do ar, da água e da terra.

O posicionamento como uma liderança sustentável destaca as empresas e suas iniciativas positivamente, aumentando o valor de mercado e ainda servindo como referência para outras organizações.

Sem mencionar que a repercussão positiva pode atrair a atenção de novos clientes, manter os atuais fidelizados ao negócio, além de chamar a atenção dos stakeholders, atraindo novos investimentos. 

A escolha de se hospedar em um hotel ou resort, por exemplo, que tenha processos e regras de preservação ambiental é feita de forma consciente pelos hóspedes, pois o fator é visto como um diferencial.

Quais são as responsabilidades ambientais das empresas? 

As principais responsabilidades ambientais das empresas são:

1. Assumir danos causados

A responsabilidade ambiental das empresas torna-se realmente um valor quando a gestão assume os danos causados pela sua ação e arca com os custos financeiros e institucionais de reconhecer e corrigir seus erros.

2. Implementar medidas preventivas

A responsabilidade mais efetiva é estabelecer medidas preventivas que reduzam ou evitem danos ao meio ambiente. Para ter ações efetivas, as empresas precisam investir em análises e estudos, gerando planos de ação para cobrir todas as áreas.

3. Apoiar iniciativas no seu local de atuação

Além da responsabilidade ambiental em relação aos processos internos, as empresas podem se envolver ativamente no seu local de atuação, auxiliando organizações a implementarem iniciativas de proteção e recuperação do meio ambiente.

4. Ter papel ativo para reverter as mudanças climáticas

A pegada de carbono, a produção de resíduos tóxicos e o uso de recursos naturais não renováveis são pontos de atenção aos quais indústrias e empresas devem se empenhar para reduzir a sua dependência e geração, contribuindo com a desaceleração das mudanças climáticas.

Leia também >>> Pegada de carbono de empresas: o que é + como reduzir

Como saber se uma empresa tem responsabilidade ambiental?

Para descobrir se a responsabilidade ambiental das empresas é um valor real da gestão, você pode verificar se existe certificação ESG, Certificado de Energia Renovável (REC), selos de sustentabilidade ou de eficiência energética ligado ao negócio. 

As organizações que possuem esses reconhecimentos divulgam a informação publicamente em seu site oficial ou no relatório anual de sustentabilidade.

Exemplos de responsabilidade ambiental das empresas 

O caminho que leva à responsabilidade ambiental é longo, mas os exemplos existentes mostram que as empresas estão atentas às suas obrigações.

A Central de Abastecimento do Paraná (Ceasa), em Curitiba, foi a primeira do país a receber a certificação ISO 14001, que comprova e certifica a eficiência dos sistemas de gestão ambiental existentes na unidade.

O hotel JUMA Amazon Lodge, localizado no meio da floresta amazônica, utiliza a energia solar para gerar energia e aquecer a água utilizada nas instalações, além de fazer o tratamento dos resíduos de esgoto, reciclar e manter uma central de resíduos.

Outro exemplo é a CPFL Energia. O grupo investe na geração de energia limpa, utilizando biodiesel e energia eólica para criar novas unidades geradoras de energia renovável no país. 

Dê o primeiro passo na sua empresa

Se a responsabilidade ambiental das empresas é um dos compromissos da gestão do seu negócio, a Esfera Energia pode ajudar em um primeiro passo importante: mudar o abastecimento energético. 

Abastecer as operações com energia renovável contribui não só para a sustentabilidade, mas também para a economia de recursos. 

Conheça o Esfera Simplifica, a solução que vai colocar sua empresa em contato com a melhor energia e um potencial de redução de até 35% na conta de luz. Economize agora mesmo com a Esfera!

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Economia circular: o que é + exemplos do modelo no Brasil

Economia circular: o que é + exemplos do modelo no Brasil

A economia circular é um conceito em alta no mercado, pois é uma das formas de desenvolvimento sustentável que pode ser adotada por empresas e indústrias para reduzir o desperdício e incentivar o uso eficiente dos recursos disponíveis.

Uma pesquisa sobre o tema realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), em 2019, destacou que 76% das companhias do país já possuem algum tipo de iniciativa ligada à economia circular.

O principal estímulo para que as empresas adotem o conceito em seus modelos de negócio é buscar alternativas de matéria-prima mais eficientes, reduzindo a exploração de recursos, principalmente os que são finitos.

Além disso, a geração de resíduos é outro foco. Afinal, a cada ano toneladas de lixo são descartadas nos lixões e aterros sanitários, o que exige medidas em relação aos tipos de insumo utilizados e como eles podem ser reaproveitados ou substituídos.

Essa conversa já chegou na sua empresa e você quer saber mais sobre o tema? Continue no artigo e entenda o conceito, os princípios e como o Brasil incentiva a economia circular no mercado interno.

Boa leitura!

O que é economia circular?

A economia circular é um sistema no qual a escolha dos recursos para a produção de um produto ou realização de um serviço se baseia em matérias-primas e insumos mais duráveis, renováveis e recicláveis, criando modelos de negócio que priorizam o desenvolvimento econômico sustentável.

O objetivo de repensar o processo de produção é reduzir a necessidade de compras recorrentes de materiais, optando pelos que têm mais vida útil.

Dessa forma, as empresas diminuem os custos de produção, como energia, água e tempo, pois não precisam trabalhar com a matéria-prima do zero.

O sistema da economia circular ainda elimina o desperdício, ajudando a manter um sistema de produção enxuto, consolidando a sustentabilidade como um valor do negócio e conferindo utilidade aos subprodutos que antes seriam descartados.

Leia também >>> Gestão de resíduos industriais: o que é + como fazer.

Qual a diferença entre economia linear e circular? 

Na economia linear, os recursos naturais são extraídos, viram matéria-prima  e os subprodutos/resíduos são descartados ao final do processo. Já na economia circular, as empresas adotam uma produção limpa e sustentável, organizando a distribuição, coleta, reciclagem ou reutilização das sobras.

Ou seja, as empresas que utilizam o modelo circular pensam em formas de otimizar cada etapa do processo produtivo e de distribuição para minimizar os impactos tanto no meio ambiente quanto na sociedade.

Para isso, promovem o consumo consciente entre os clientes e criam meios de recolher os resíduos gerados após o uso para serem reutilizados pela própria empresa ou por parceiros que fazem o tratamento e o encaminhamento dos recursos para outras iniciativas.

Assim, o ciclo de aproveitamento é contínuo, contribuindo para o desenvolvimento de modelos de negócio que valorizam os insumos que têm mais vida útil.

Outro ponto fundamental é a redução da exploração, extração e transformação de recursos naturais, processos responsáveis por um grande volume de emissões de gases do efeito estufa (GEEs), que aumentam a pegada de carbono das empresas.

Quais são os princípios da economia circular? 

Os princípios que norteiam a economia circular, segundo a Fundação Ellen MacArthur, uma instituição filantrópica que trabalha pela aceleração da adoção do modelo na economia, são:

  • eliminar a quantidade de resíduos e poluição;
  • movimentar materiais e produtos em seu valor mais alto;
  • contribuir com a regeneração da natureza.

Falamos mais sobre cada princípio a seguir: 

Eliminar resíduos e poluição

Para eliminar resíduos e poluição, as empresas precisam revisar seus processos produtivos, reavaliando cada etapa para identificar onde é possível fazer substituições.

Por exemplo, trocar uma matéria-prima por uma opção reciclável/reutilizável, investir em maquinário que utilize menos água, utilizar novas formas de embalar os produtos, abastecer a empresa com energia renovável, entre outros.

Movimentar materiais e produtos

A movimentação de materiais e produtos em alto valor na economia circular significa que, ao longo da cadeia de produção, sempre haverá uma utilidade para o tipo de insumo utilizado.

Isso só é possível se as empresas e indústrias planejarem o que vão utilizar, escolhendo os materiais conforme sua capacidade de reutilização, o que mantém seu valor elevado, pois pode ser aproveitado em longo prazo. 

Regenerar a natureza

A extração contínua de recursos naturais afeta o meio ambiente e causa muitos danos e transformações nos locais onde acontecem as explorações. 

A economia circular auxilia na recuperação da natureza à medida que reduz a necessidade de extrair recursos, priorizando os processos naturais e permitindo que a natureza se desenvolva.

Economia circular: exemplos no Brasil

A economia circular é uma das saídas para diminuir as emissões de gases poluentes que contribuem para o efeito estufa no planeta. 

Um relatório de 2021 da Circle Economy destacou que se a proporção de materiais reutilizados aumentar 17% até 2032, será possível diminuir em 39% as emissões de gases poluentes, como o carbono.

No Brasil, várias empresas estão alinhadas à economia circular. A Coca-Cola, por exemplo, fabrica 100% de suas embalagens com materiais orgânicos ou reciclados. Desse total, 99,6% são recicláveis.

A Nespresso, famosa pelos seus cafés em cápsula, criou um sistema de devolução para que os clientes encaminhem as cápsulas de volta para a empresa — a parte plástica é reciclada e o café vira adubo. 

No setor de vestuário, a C&A investiu em uma linha de roupas fabricadas com algodão e outros materiais sustentáveis, além de lançar o “Movimento ReCiclo” para coletar roupas descartadas pelos clientes e reaproveitá-las.

O Brasil ainda é líder em energia limpa, permitindo que empresas e indústrias abasteçam suas estruturas com eletricidade gerada a partir de fontes renováveis. 

Em 2023, o país foi convidado para integrar a Coalizão de Economia Circular para América Latina e o Caribe, reforçando o comprometimento com a economia de baixo carbono.

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Tenha uma operação sustentável na sua empresa

Um dos primeiros passos acessíveis para a implementação da economia circular dentro dos modelos de negócio atuais é trocar o tipo de abastecimento energético das empresas.

O uso de energia renovável auxilia no desenvolvimento sustentável e reduz expressivamente o gosto com este insumo. No Brasil, o Mercado Livre de Energia garante ampla possibilidade de negociação aos grandes consumidores junto aos fornecedores de energia. 

O processo de entrada nesse mercado tem várias etapas, mas a Esfera Energia facilita o caminho da migração e ainda orienta sobre as melhores opções de compra.

Conheça o Esfera Simplifica e entenda como o nosso time pode levá-lo até a melhor energia para o seu negócio.