Entenda como funciona o Gerenciamento de Energia Elétrica para redução de custos

Gerenciamento de energia elétrica

A busca pela eficiência no consumo de energia elétrica e pela redução de custos tem levado muitas empresas a se atentarem para a necessidade de colocar em prática o gerenciamento de energia elétrica.

Essa gestão permite às organizações monitorar indicadores de desempenho energético e identificar oportunidades para a economia. Os gestores passam a trabalhar com relatórios que oferecem, em tempo real, todas as informações necessárias para tomadas de decisões mais precisas.

Continue conosco para compreender como aplicar o gerenciamento de energia elétrica da melhor forma na sua empresa. A seguir, explicaremos como funcionam os sistemas de gestão de energia, a sua importância e como devem ser utilizados.

O que é o Gerenciamento de Energia Elétrica

O gerenciamento de energia elétrica é aplicado para que as empresas alcancem melhor desempenho energético, com a otimização de operações, redução de custos e do consumo de energia elétrica. Também tem como objetivo reduzir desperdícios e o impacto ambiental.

O padrão ideal de gestão de energia é definido pela norma ISO 50.001, que “estabelece os sistemas e processos necessários para melhorar o desempenho energético, incluindo a eficiência energética, uso e consumo”.

As empresas que seguem as diretrizes da ISO 50.001 se aproximam do objetivo de reduzir o consumo total de energia e, consequentemente, o seu custo. Para isso, essas organizações devem:

  • Implementar sistemas de gestão de energia elétrica;
  • Definir metas e objetivos a serem alcançados com a gestão de energia;
  • Coletar e utilizar dados para monitoramento dos hábitos de consumo de energia;
  • Mensurar resultados;
  • Reavaliar as metas e a eficiência das ações planejadas para alcançá-las;
  • Promover continuamente o gerenciamento de energia elétrica.
O monitoramento completo dos índices de consumo somente é possível graças ao uso de sistemas e softwares de gestão energética.
 
Por meio da análise de dados e estatísticas e uso de inovações tecnológicas, houve nos últimos anos a evolução do monitoramento e controle do consumo de energia.
 
Entenda, a seguir, como funcionam os sistemas de gerenciamento de energia elétrica.

Como funcionam os Sistemas de Gerenciamento de Energia Elétrica

O monitoramento, o controle e a otimização do desempenho energético é possível com o uso dos Sistemas de Gestão de Energia (SGE).

Esses sistemas podem ser segmentados de acordo com a área em que serão implementados, como sistemas de gerenciamento de energia industrial, predial ou residencial.

Independentemente do local de instalação, os sistemas de gestão de energia têm a função de auxiliar os gestores a reduzir efetivamente o consumo e permitir o uso eficiente e energia, o que impactará na redução de custos.

Além dos sistemas de gerenciamento de energia elétrica, estão disponíveis no mercado softwares de gestão energética, que operam como centrais de dados para análises de hábitos e identificação de anomalias no consumo de energia elétrica.

Com o uso deles, é possível verificar equipamentos ou locais em que há desperdício, assim como avaliar a melhoria da eficiência operacional.

Em geral, os sistemas de gestão de energia oferecem relatórios com informações para tomadas de decisões mais precisas e permitem avaliar o impacto de ações relacionadas à economia de energia.

Para a contratação de sistemas ou softwares de gerenciamento de energia elétrica, é recomendável avaliar se as soluções entregam os dados e as funcionalidades necessárias e se permitem customização para atender às particularidades da empresa.

As melhores soluções geram notificações em situações de anomalia no consumo e contam com a consultoria de profissionais especializados em monitoramento e gestão de energia.

Importância do Gerenciamento de Energia Elétrica

A prática do gerenciamento de energia elétrica apresenta diversos impactos positivos para as empresas. Inicialmente, podemos pensar na redução de custos e melhor desempenho energético, mas as vantagens incluem ainda maior segurança no uso da energia elétrica.

As empresas passam a ter maior controle sobre o consumo de equipamentos e instalações e maior capacidade de identificar onde há desperdício de energia e oportunidades de economia.

A implementação de sistemas de gestão de energia visa ainda diminuir a emissão de gases poluentes, como dióxido de carbono (CO2). Consequentemente, as empresas podem se posicionar como organizações que implementam ações para a preservação ambiental.

Como fazer a gestão de energia elétrica

O gerenciamento de energia elétrica parte de uma análise prévia sobre os hábitos de consumo de energia e a identificação de oportunidades de economia.

Neste momento, é preciso analisar medições anteriores, avaliar infraestrutura e coletar todos os dados que permitam um diagnóstico completo.

A partir de uma auditoria energética, será possível estabelecer metas a serem cumpridas com o sistema de gestão de energia e estruturar processos necessários para que os resultados sejam alcançados.

Na prática, o gerenciamento de energia elétrica monitora e rastreia os indicadores de desempenho energético, permitindo que os gestores meçam e acompanhem o progresso das ações que visam gerar diminuição de consumo e redução de gastos.

Os sistemas de gerenciamento de energia aumentam a produtividade dos profissionais responsáveis pela gestão, organizam e simplificam as atividades, indicando o caminho para alcançar a eficiência energética.

Para obter o melhor desempenho energético, utilize as soluções mais avançadas em comunicação e gestão de energia.

Desenvolvido pela Esfera Energia, o hud é uma plataforma planejada para simplificar o acesso às informações referentes ao Mercado Livre de Energia.

Com os recursos mais modernos de tecnologia da informação e comunicação, o hud concentra num único lugar todos os processos e informações sobre sua atuação no Mercado Livre de Energia Elétrica.

Em tempo real, sua empresa recebe relatórios de economia e eficiência energética, além de análises de especialistas de mercado e informações meteorológicas altamente detalhadas.

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O que fazer para evitar os riscos do Mercado Livre de Energia?

riscos do mercado livre de energia

As empresas que aderem ao Mercado Livre de Energia no Brasil podem negociar as melhores condições em relação a preço, prazo e volume, além de terem total liberdade de escolha de fornecedores.
Porém, os consumidores podem estar sujeitos a riscos do Mercado Livre de Energia se não estiverem bem assessorados. Nesse caso, a queda de tarifas de energia pode não se tornar realidade, e essas empresas enfrentarem prejuízos para os quais não estavam preparadas.
Por isso, é importante conhecer quais são os riscos envolvidos na migração para o Ambiente de Contratação Livre (ACL) e tudo o que pode ser feito para evitá-los.

Os 2 maiores riscos do Mercado Livre de Energia — e como evitá-los

O Mercado Livre de Energia Elétrica é um ambiente que permite a livre negociação de consumidores com geradores ou comercializadores.

Embora as empresas possam encontrar as melhores condições de contratação, é preciso ter atenção para que negociações mal conduzidas não se transformem em grandes dores de cabeça.

Pagar tarifas mais altas do que o planejado ou fazer a contratação de volume de energia aquém da demanda necessária são os principais riscos do Mercado Livre. Entenda, a seguir, por que esses cenários podem se tornar realidade.

1. Exposição a variações de preço de energia

Uma das principais vantagens do Mercado Livre de Energia Elétrica no Brasil é a possibilidade de contratar energia com valores inferiores àqueles que são praticados no Ambiente de Contratação Regulada (ACR).

Isso é possível pela configuração do Mercado Livre, que permite aos consumidores negociarem as melhores condições diretamente com geradores e comercializadores. Assim, é possível alcançar preços mais baixos do que os cobrados pelas concessionárias no Mercado Cativo.

As tarifas praticadas pelas distribuidoras sofrem o impacto das bandeiras tarifárias e, em momentos em que as condições de geração de energia são consideradas desfavoráveis — como em períodos de seca ou menor volume de chuvas —, esses valores se tornam mais caros para o consumidor cativo.

Porém, as oscilações nos volumes de chuvas impactam toda a cadeia produtiva de energia elétrica no Brasil, principalmente pela dependência de geração das usinas hidrelétricas.

Dessa forma, os valores do Ambiente de Contratação Livre não são constantes e mesmo os agentes do Mercado Livre podem sofrer com oscilação de tarifas de energia.

Como evitar a exposição a variações de preço no Mercado Livre

As variações de preços no Mercado Livre de Energia são um risco maior para as empresas que fazem a contratação de energia por prazos curtos.

Assim, no momento de necessidade de nova aquisição, esses consumidores podem encontrar tarifas mais altas do que as praticadas no Mercado Cativo.

Portanto, para evitar esse risco, é recomendável que a migração para o Ambiente de Contratação Livre (ACL) envolva uma estratégia de longo prazo.

Os consumidores podem negociar valores a serem praticados em todo o período de vigência do contrato, o que os mantém protegidos nos períodos de aumento dos preços.

Usualmente, a contratação de energia por prazos curtos é feita por consumidores de perfil arrojado.

Essas empresas contratam volume inferior à toda sua demanda e aguardam oportunidades para comprar o restante em contratos de curto prazo, visando aproveitar momentos de queda de preço.

Entretanto, é válido ressaltar que essa estratégia apresenta um grande risco para os consumidores e somente deve ser realizada com o acompanhamento de consultorias especializadas em compra e venda de energia no Mercado Livre.

2. Volume de energia inadequado para o consumo

Um risco para as empresas que fazem a migração do Ambiente de Contratação Regulada (ACR) para o Mercado Livre é uma análise inadequada do volume de energia a ser contratado.

Na negociação com geradoras ou comercializadoras, os consumidores precisam fazer previsões de qual será seu gasto de energia elétrica durante o tempo contratado. Caso essa previsão seja mal feita, é possível que a empresa não receba a energia necessária.

Além disso, a projeção incorreta sobre a demanda de energia elétrica pode levar o consumidor a ficar exposto aos preços de curto prazo, prejudicando os ganhos financeiros que teria com a migração.

Como evitar erros na avaliação de demanda de energia elétrica

Para evitar que o volume de energia contratado não atenda à demanda da empresa, é recomendável contar com a assessoria de consultorias especializadas em analisar todas as variáveis que impactam o Mercado Livre de Energia no Brasil.

Um dos passos na migração para o Mercado Livre de Energia é realizar estudos de viabilidade econômica. Nesta etapa, devem ser realizados estudos comparativos com as previsões de gastos para os mercados cativo e livre.

Toda a análise que engloba as variáveis que impactam nos preços e no consumo de energia elétrica são realizadas pelas consultorias, que se responsabilizam por gerir riscos de volume e preço para os seus clientes.

Uma boa alternativa para evitar que o volume contratado esteja inadequado para a demanda é firmar contratos que prevejam consumo flexível, como 10% acima ou abaixo do total contratado — os percentuais de flexibilidade devem ser negociados entre consumidores e vendedores.

Essa flexibilidade assegura que haja redução do risco de déficits e superávits.

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Como se prevenir de riscos do Mercado Livre de Energia

Como vimos, a falta de acompanhamento adequado na migração para o Mercado Livre de Energia e também na compra de energia elétrica pode representar prejuízos para as empresas.

Somente os agentes autorizados pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e registrados na Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) podem orientar consumidores que desejam migrar para o Mercado Livre.

É recomendável que a migração e a compra de energia no Mercado Livre sejam acompanhadas por consultorias especializadas no Ambiente de Contratação Livre (ACL).

Caso sua empresa deseje migrar do Mercado Cativo e se tornar uma agente do Mercado Livre de Energia, a Esfera Energia realiza o planejamento de migração com análises técnica e regulatória minuciosas, para mapear, desde o começo, os ganhos a serem gerados. 

O acompanhamento vai desde a contratação de energia até as questões burocráticas que envolvem a migração, com ações rápidas a cada ajuste regulatório. 

Para que sua empresa se previna dos riscos do Mercado Livre de Energia, fale com um especialista Esfera!

Conheça as vantagens e desvantagens do Mercado Livre de Energia

Mercado Livre de Energia Vantagens e Desvantagens

A possibilidade de contratação de energia elétrica no Mercado Livre de Energia pode representar uma grande vantagem competitiva. Afinal, a compra no Ambiente de Contratação Livre (ACL) permite negociar as melhores condições, o que pode refletir em significativa redução de custos operacionais.

No entanto, a possibilidade de reduzir custos não é a única vantagem desfrutada por quem participa do Mercado Livre de Energia. As empresas que negociam diretamente com geradores ou comercializadoras percebem diversos outros benefícios da migração do Ambiente de Contratação Regulada (ACR).

A seguir, apresentamos quais são as vantagens e as desvantagens do Mercado Livre de Energia e também os fatores que devem ser observados para que sua empresa consiga tirar o melhor proveito dessa migração.

Vantagens do Mercado Livre de Energia

  • Liberdade de escolha do fornecedor
  • Contratação de carga sob medida
  • Redução significativa nos custos com energia elétrica
  • Previsibilidade orçamentária
  • Amplo poder na tomada de decisões
  • Sustentabilidade

Liberdade de escolha do fornecedor

O Ambiente de Contratação Regulada (ACR) é formado por consumidores cativos, que podem adquirir energia elétrica apenas da concessionária responsável pela distribuição de energia em sua região. Assim, não há qualquer liberdade de escolha de fornecedor. 

Já o Mercado Livre de Livre é formado pelos consumidores livres ou especiais, que podem negociar diretamente com a geradora ou comercializadora de energia elétrica.

Dessa forma, a empresa que atua no Ambiente de Contratação Livre (ACL) pode identificar qual geradora atende melhor às suas demandas e negociar as melhores condições de contratação, como preço, prazo, volume e forma de pagamento.

Contratação de carga sob medida 

No Mercado Livre, o consumidor pode contratar o volume de energia de acordo com a demanda de sua empresa numa negociação feita diretamente com a geradora. Assim, há flexibilidade para adequar preço, volume, prazo e forma de reajuste, além de prever sazonalidades. 

O acordo com a comercializadora pode prever a adequação do fornecimento aos períodos em que a companhia demanda mais energia elétrica para a sua produção.

Essa é uma principais vantagens do Mercado Livre de Energia em relação ao Ambiente de Contratação Regulada, afinal, os consumidores cativos não têm a possibilidade de adequar produtos e condições ao seu perfil de consumo. 

Redução em até 35% nos custos com energia elétrica

Em comparação com os preços praticados pelas distribuidoras de energia, os valores negociados no Mercado Livre de Energia são extremamente competitivos. Dessa forma, os consumidores alcançam até 35% de redução de custos com energia elétrica.

Para que essa liberdade de negociação se torne efetivamente uma vantagem, é preciso que a empresa mantenha monitoramento do mercado e analise as variáveis que permitam identificar os melhores momentos de compra.

Também é recomendável que sejam feitas cotações com vários players, para garantir que a aquisição de energia elétrica seja feita dentro das melhores condições.

Previsibilidade orçamentária

Na contratação de energia elétrica no Mercado Livre, as empresas negociam valores que serão válidos por todo o período de contrato. Assim, não ficam suscetíveis às bandeiras tarifárias que influenciam os valores cobrados pelas concessionárias. 

Em momentos em que as condições de geração de energia são consideradas desfavoráveis — como em períodos de seca ou menor volume de chuvas —, as tarifas se tornam mais caras para o consumidor cativo. 

Dessa forma, as empresas que seguem no Ambiente de Contratação Regulada não conseguem manter o mesmo controle de custos alcançado por aquelas que estão no Mercado Livre.

Amplo poder na tomada de decisões

O Mercado Livre de Energia é um ambiente de negociação que possibilita a escolha do fornecedor de acordo com os critérios estabelecidos pela própria empresa. A decisão sobre a melhor relação entre custo e benefício fica inteiramente nas mãos do consumidor.

Diante da possibilidade de controlar toda a estratégia de compra de energia elétrica, as empresas do Mercado Livre podem ter uma grande vantagem competitiva sobre concorrentes que estão no Mercado Cativo.

Enquanto os consumidores livres negociam as melhores condições e podem obter significativa redução de custos, quem segue no Ambiente Regulado é refém dos valores determinados pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL).

Sustentabilidade

Os consumidores do Mercado Livre de Energia têm a vantagem de poder comprar energia de fontes renováveis, diminuindo impactos negativos para o meio ambiente, como a emissão de gases de efeito estufa. 

Além disso, essas empresas se posicionam positivamente diante de seu público consumidor como companhias sustentáveis.

Embora sejam diversas as vantagens do Mercado Livre de Energia, é preciso ter atenção aos riscos que uma migração mal conduzida pode trazer para os consumidores. Entenda, a seguir, quais são os pontos de atenção para quem pretende participar do Ambiente de Contratação Livre.

Desvantagens do Mercado Livre de Energia

  • Exposição a variações de preço
  • Volume de energia inadequados para o consumo

Exposição a variações de preço

Embora a participação no Mercado Livre de Energia permita negociar as melhores condições diretamente com a geradora ou comercializadora, o consumidor precisa estar atento às variações de preço que ocorrem no Ambiente de Contratação Livre.

Geralmente, as empresas que fazem a migração do Mercado Cativo alcançam grande redução de custos com energia elétrica. Porém, a prática de valores inferiores no Mercado Livre não é constante. 

Por isso, é preciso criar uma estratégia de compra para que a empresa consiga tirar proveito dos momentos em que indicativos de preço sejam favoráveis. 

Volume de energia inadequados para o consumo

Outro ponto de atenção para as empresas que fazem a migração do Ambiente Regulado para o Mercado Livre é a análise correta da demanda de consumo. 

Na negociação com geradores ou comercializadoras, os consumidores precisam fazer previsões de qual será seu gasto de energia elétrica durante o tempo contratado. Caso essa previsão seja mal feita, é possível que a empresa não receba a energia necessária. 

Assim, é recomendável contar com a assessoria de consultorias especializadas em analisar todas as variáveis que impactam o Mercado Livre de Energia no Brasil.

Como assegurar as vantagens do Mercado Livre de Energia

Se sua empresa deseja migrar do Mercado Cativo e se tornar uma agente do Mercado Livre de Energia, a Esfera Energia realiza o planejamento de migração com análises técnica e regulatória minuciosas, deslumbrando, desde o começo, os ganhos a serem gerados. 

Os consumidores ganham voz na negociação com os maiores geradores de liquidez deste mercado em busca dos melhores termos para os seus orçamentos, sem conflitos de interesse ou qualquer forma de comissionamento.

O acompanhamento vai desde a contratação de energia até as questões burocráticas que envolvem a migração, com ações rápidas a cada ajuste regulatório. Para que sua empresa consiga desfrutar de todas as vantagens do Mercado Livre de Energia, fale com um especialista Esfera!

Entenda as diferenças entre ACR e ACL na compra de energia

diferenças entre acr e acl

Quem deseja entender como funciona o mercado de contratação de energia elétrica no Brasil precisa compreender o que significam Ambiente de Contratação Regulada (ACR) e Ambiente de Contratação Livre (ACL). 

Essas duas siglas se referem aos dois modelos de compra de energia no país, e entender como cada um deles funciona pode representar uma grande diferença no valor gasto com as contas de energia.

Continue conosco para saber a diferença entre Ambiente de Contratação Regulada e Ambiente de Contratação Livre. Ao fim deste conteúdo, você terá todas as informações necessárias para entender qual é o melhor modelo de compra de energia elétrica para a sua empresa. 

O que é o Ambiente de Contratação Regulada (ACR) e como funciona

O Ambiente de Contratação Regulada (ACR) é formado pelos consumidores cativos. Nele, a energia é comprada pelas distribuidoras por meio de leilões, e o preço é determinado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL).

O consumidor cativo é aquele que só pode comprar energia elétrica da concessionária responsável pela distribuição em sua região, naquele que é o modelo mais comum para residências e pequenas empresas.

No Mercado Cativo, as tarifas são reguladas pelo governo, e cada unidade consumidora paga uma fatura mensal, que inclui o serviço de distribuição e a geração de energia.

O preço de energia elétrica pago pelo consumidor é influenciado pelo sistema de bandeiras tarifárias praticadas pela ANEEL. Quando as condições de geração de energia são consideradas desfavoráveis — em períodos de seca, por exemplo —, as tarifas se tornam mais caras para o consumidor.

O que é o Ambiente de Contratação Livre (ACL) e como funciona

O Ambiente de Contratação Livre (ACL) é aquele conhecido como o Mercado Livre de Energia. Neste ambiente de negociação, os consumidores negociam as condições de compra de energia elétrica diretamente com as geradoras ou comercializadoras.

No ACL, o consumidor mantém dois contratos: um com a distribuidora, pelo uso do fio de transmissão, e outro com a geradora, que será a responsável por comercializar a energia.

A fatura paga pelo serviço de distribuição feito pela concessionária local tem preço regulado. Já as condições referentes a preço, prazo e volume de energia são livremente negociadas entre o consumidor livre e a geradora ou comercializadora.

Dessa forma, no Mercado Livre de Energia, as empresas podem encontrar melhores condições e negociar valores inferiores àqueles que normalmente pagariam pela energia comprada das distribuidoras no Ambiente de Contratação Regulada.

Enquanto o ACR tem os consumidores cativos, o Ambiente Livre é formado por consumidores livres e consumidores especiais.

Os consumidores livre são aqueles que têm demanda mínima de 1.500 kW e possibilidade de escolha de seu fornecedor de energia elétrica por meio de livre negociação.

Já os consumidores especiais têm demanda entre 500 kW e 1,5 MW, com o direito de adquirir energia de Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) ou de fontes incentivadas especiais (eólica, biomassa ou solar).

Caso o consumidor não tenha demanda suficiente para operar sozinho no Ambiente de Contratação Livre, é possível realizar comunhão com outras unidades consumidoras para atingir o nível mínimo de demanda de 0,5 MW.

Nesse caso, empresas vizinhas ou do mesmo grupo econômico somam suas demandas para chegar aos 500 kW.

Diferenças entre ACR e ACL na contratação de energia elétrica

A principal diferença entre Ambiente de Contratação Regulada (ACR) e Ambiente de Contratação Livre (ACL) está no modelo de contratação de energia elétrica.

Enquanto o consumidor pode negociar as condições de preço, prazo e volume diretamente com a geradora ou comercializadora no Mercado Livre de Energia, os valores praticados no Ambiente Regulado são estabelecidos pelo governo, por meio da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

Porém, essa não é a única diferença entre ACR e ACL. Confira, abaixo, quais são as particularidades de cada um dos ambientes de contratação de energia elétrica no Brasil.

ACR_ACL

Quem participa

  • Ambiente de Contratação Regulada (ACR): geradoras, distribuidoras e comercializadoras de energia elétrica, sendo que as comercializadoras podem negociar energia apenas nos leilões realizados pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), sob delegação da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).
  • Ambiente de Contratação Livre (ACL): geradoras de energia elétrica, comercializadoras, consumidores livres e consumidores especiais.

Como é a contratação de energia elétrica

  • Ambiente de Contratação Regulada (ACR): realizada por meio de leilões pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), sob delegação da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Os consumidores finais adquirem a energia elétrica distribuída pelas concessionárias que atuam em suas regiões.
  • Ambiente de Contratação Livre (ACL): acontece em livre negociação entre os consumidores de energia elétrica e geradoras e comercializadoras.

Quais são os tipos de contrato

  • Ambiente de Contratação Regulada (ACR): chamado de Contrato de Comercialização de Energia Elétrica no Ambiente Regulado (CCEAR), é regulado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).
  • Ambiente de Contratação Livre (ACL): preço, prazo, volume de energia, forma de pagamento e todos os outros fatores relacionados ao acordo são estabelecidos livremente entre consumidores e geradoras ou comercializadoras.

Como é determinado o preço da energia elétrica

  • Ambiente de Contratação Regulada (ACR): estabelecido em leilão realizado pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). Para o consumidor final, as tarifas são reguladas pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e podem sofrer oscilações de acordo com a bandeira tarifária vigente.
  • Ambiente de Contratação Livre (ACL): o preço, assim como a forma de pagamento e o prazo, é acordado entre o consumidor e a geradora ou comercializadora de energia elétrica.

Como migrar do Ambiente Regulado para o Ambiente Livre

O Mercado Livre de Energia permite que as empresas negociem as melhores condições de compra de energia elétrica e, assim, possam atingir grandes índices de economia. Porém, para realizar a migração do Ambiente Regulado, é necessário que a empresa atenda a todos os requisitos para participação no Ambiente Livre.

Assim, é recomendável recorrer a consultorias especializadas, que fornecem o acompanhamento de todo o processo de migração de ACR para ACL.

A Esfera Energia realiza o planejamento com análises técnica e regulatória minuciosas, deslumbrando, desde o começo, os ganhos a serem gerados.

Os consumidores ganham voz na negociação com os maiores geradores de liquidez deste mercado em busca dos melhores termos para os seus orçamentos, sem conflitos de interesse ou qualquer forma de comissionamento.

O acompanhamento vai desde a contratação de energia até as questões burocráticas que envolvem a migração para o Mercado Livre, com ações rápidas a cada ajuste regulatório. Para entender as necessidades de sua empresa, fale com um especialista Esfera!

Entenda como a CCEE gere o Mercado Livre de Energia no Brasil

Mercado Livre de Energia CCEE

As empresas que decidem atuar no Mercado Livre de Energia no Brasil devem se vincular à Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). Essa é a entidade que regula a compra e venda de energia elétrica no Brasil.

Atualmente, a CCEE conta com mais de 10 mil associados. Entender o seu funcionamento é fundamental para compreender como é definido o preço de energia elétrica no Brasil e identificar quais são as melhores condições de negociação no Mercado Livre de Energia.

Continue conosco para saber como funciona a CCEE, como é composta a entidade e o que é levado em consideração para o cálculo do preço de energia elétrica no Brasil.

O que é e como funciona a CCEE

A Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) é a entidade responsável por gerir o mercado de energia elétrica no Brasil. Sem fins lucrativos, ela foi criada pela Lei nº 10.848, de 15 de março de 2004, e é regulamentada pelo decreto Nº 5.177, de 12 de agosto de 2004.

A CCEE viabiliza as atividades de compra e venda de energia elétrica no país e realiza a contabilização e a liquidação financeira no mercado de curto prazo.

Assim, a entidade faz o cálculo do Preço de Liquidação das Diferenças (PLD), divulgado diariamente e usado para valorar as operações de compra e venda de energia no Brasil.

Confira, a seguir, quais são as diversas responsabilidades da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica.

Responsabilidades da CCEE

Conforme a própria entidade, são responsabilidades da CCEE:

  • Implantar e divulgar regras e procedimentos de comercialização;
  • Fazer a gestão de contratos do Ambiente de Contratação Regulada (ACR) e do Ambiente de Contratação Livre (ACL);
  • Manter o registro de dados de energia gerada e de energia consumida;
  • Realizar leilões de compra e venda de energia no ACR, sob delegação da Aneel;
  • Realizar leilões de Energia de Reserva, sob delegação da Aneel, e efetuar a liquidação financeira dos montantes contratados nesses leilões;
  • Apurar infrações que sejam cometidas pelos agentes do mercado e calcular penalidades;
  • Servir como fórum para a discussão de ideias e políticas para o desenvolvimento do mercado, fazendo a interlocução entre os agentes do setor com as instâncias de formulação de políticas e de regulação.

Como é formada a CCEE

A CCEE é uma entidade sem fins lucrativos, sendo mantida pelas empresas que compram e vendem energia no Brasil, como as empresas geradoras (concessionárias de serviço público, produtores independentes e autoprodutores), distribuidoras, comercializadoras, importadoras e exportadoras de energia elétrica, além dos consumidores livres.

Um Conselho de Administração, composto por cinco membros eleitos pela Assembleia Geral dos Associados, é responsável pela gestão da entidade. 

Já a Superintendência da CCEE garante a execução das decisões e diretrizes estratégicas adotadas pelo Conselho de Administração e atua como responsável pelas questões operacionais da instituição. 

O organograma da entidade é composto ainda pelo Conselho Fiscal, cuja função é zelar pelo cumprimento dos deveres estatutários e fiscaliza os atos administrativos.

Em abril de 2021, a CCEE chegou à marca de mais de 10 mil associados, o  que representa um crescimento de 20%, comparado com o mesmo período de 2020. 

Entre eles, crescimento de 22% dos consumidores especiais, ou seja, aqueles que têm demanda entre 500 kW e 1,5MW. 

Já os consumidores livres — que têm demanda mínima de 1.500 kW — crescimento de 11%.

Como a CCEE calcula o Preço de Liquidação das Diferenças (PLD)

A CCEE é responsável pela contabilização e pela liquidação financeira no mercado de curto prazo de energia. A entidade realiza o cálculo e da divulgação do Preço de Liquidação das Diferenças (PLD), que é usado como referência de valores nas operações de compra e venda de energia.

De acordo com a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica, “o PLD é calculado pela CCEE diariamente para cada hora do dia seguinte, considerando a aplicação dos limites máximos (horário e estrutural) e mínimo vigentes para cada período de apuração e para cada submercado”.

Para o cálculo do PLD, a CCEE leva em consideração que a maior parte do parque de energia elétrica do Brasil é formado por hidrelétricas. O objetivo é manter o equilíbrio entre a capacidade de energia atual das águas e a capacidade futura de armazenamento, medido em termos da economia esperada dos combustíveis das usinas termelétricas.

Embora o máximo consumo de energia hidrelétrica possa minimizar os custos de combustível e ser a alternativa mais econômica, esse raciocínio poderia levar a riscos futuros.

A confiabilidade de fornecimento de energia elétrica no Brasil depende justamente de manter o nível dos reservatórios o mais elevado possível. Por isso, é feito o uso de gerações térmicas, o que aumenta os custos de operação.

Assim, para definir a geração hidráulica e a geração térmica de cada submercado, a CCEE utiliza modelos matemáticos que consideram:

  • condições hidrológicas;
  • demanda de energia;
  • preços de combustível;
  • custo de déficit;
  • entrada de novos projetos;
  • disponibilidade de equipamentos de geração e transmissão.

A partir da análise desses fatores e da definição das gerações elétrica e térmica, são alcançados os Custos Marginais para Operação (CMO) para o período estudado.

Para o cálculo do PLD, não são consideradas restrições de transmissões em cada submercado. A CCEE considera a energia comercializada como disponível de forma igualitária em todos os pontos de consumo. Dessa forma, é praticado o mesmo preço para todas as regiões.

O Preço de Liquidação das Diferenças é divulgado diariamente e impacta no valor que os consumidores do Mercado Livre de Energia negociam com geradoras ou comercializadoras.

Assim, para assegurar as melhores condições de negociação, é recomendável que as empresas contem com o acompanhamento de consultorias especializadas.

A Esfera Energia analisa variáveis e diferentes cenários do Mercado Livre de Energia para identificar os melhores preços para seus clientes. Além disso, são realizadas cotações com diferentes players antes da escolha de uma comercializadora.

Fale com um especialista da Esfera e encontre as melhores condições de preços, prazos e volume ao comprar a energia elétrica para sua empresa!

Entenda o que é e como funciona o Mercado Livre de Energia

O que é mercado livre de energia

Você sabia que sua empresa pode adquirir energia elétrica de outros fornecedores além das tradicionais concessionárias? Isso é possível graças ao Mercado Livre de Energia, que permite ao consumidor negociar diretamente com o gerador ou comercializador de energia elétrica.

A possibilidade de negociar preços, prazo e volume de acordo com a própria demanda já motivou mais de 10 mil empresas a migrarem do mercado cativo. Mesmo com a crise provocada pela pandemia de Covid-19, o mercado livre cresceu 11% na comparação entre julho de 2020 com o mesmo mês do ano anterior.

Entenda, a seguir, o que sua empresa precisa fazer para se juntar a essas outras milhares de companhias e desfrutar das diversas vantagens proporcionadas pelo Mercado Livre de Energia.

O que é o Mercado Livre de Energia?

O Mercado Livre de Energia é um ambiente de negociação em que os consumidores negociam preços, prazo, volume e forma de pagamento diretamente com as geradoras ou comercializadoras de energia elétrica. 

Assim, os consumidores não ficam reféns das tarifas reguladas pelo Governo e têm a liberdade de escolher fornecedores. 

Em comparação aos preços praticados pelas distribuidoras de energia, os valores do Mercado Livre de Energia são extremamente competitivos, o que permite aos consumidores uma expressiva economia em seus gastos com energia.

Como funciona o Mercado Livre de Energia?

O mercado de energia elétrica no Brasil é dividido entre Ambiente de Contratação Regulada (ACR), formado por consumidores cativos, e o Ambiente de Contratação Livre (ACL), em que estão os consumidores livres.

No Ambiente de Contratação Regulada, a energia é comprada pelas distribuidoras por meio de leilões, e o preço é determinado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL). 

Os consumidores cativos compram a energia elétrica das concessionárias de distribuição responsáveis pela distribuição em suas regiões. Com as tarifas reguladas pelo governo, cada unidade consumidora paga uma fatura mensal, que inclui o serviço de distribuição e a geração de energia.

Já no Mercado Livre de Energia, o consumidor livre é quem compra a energia, negocia o preço e as condições de pagamento.

Neste ambiente, o consumidor livre mantém dois contratos: um com a distribuidora, pelo uso do fio de transmissão, e outro com a geradora, que será a responsável por comercializar a energia.

A fatura paga pelo serviço de distribuição feito pela concessionária local tem preço regulado, enquanto as condições referentes a preço, prazo e volume de energia são livremente negociadas entre o consumidor livre e a geradora ou comercializadora.

Ou seja, no Mercado Livre de Energia, as empresas podem encontrar melhores condições e negociar valores inferiores àqueles que normalmente pagariam pela energia comprada das distribuidoras no Ambiente de Contratação Regulada.

Quem pode participar do Mercado Livre de Energia?

Qualquer indústria ou comércio que esteja ligado em média ou alta tensão pode participar do Mercado Livre de Energia no Brasil, desde que atenda a alguns requisitos. 

O primeiro deles é participar da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). Além disso, é preciso se enquadrar em uma das seguintes categorias:  

  • Consumidor Livre: demanda mínima de 1.500 kW e possibilidade de escolha de seu fornecedor de energia elétrica por meio de livre negociação.
  • Consumidor Especial: demanda entre 500 kW e 1,5MW, com o direito de adquirir energia de Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) ou de fontes incentivadas especiais (eólica, biomassa ou solar). 
  • Comunhão: a empresa que não tenha demanda suficiente para operar sozinha no Ambiente de Contratação Livre pode realizar comunhão com outras unidades consumidoras para atingir o nível mínimo de demanda de 0,5 MW. Isso somente é válido para consumidores com o mesmo CNPJ ou localizados em área contígua (sem separação por vias públicas).

A comunhão permite que empresas vizinhas ou do mesmo grupo econômico somem suas demandas para chegar aos 500 kW e, assim, desfrutar das diversas vantagens do Mercado Livre de Energia. Saiba mais sobre esses benefícios logo abaixo.

Vantagens do Mercado Livre de Energia

A migração para o Mercado Livre Energia oferece diversas vantagens para as empresas que mantêm alto consumo de energia elétrica. O principal deles é a possibilidade de diminuir custos, já que a contratação é feita diretamente do fornecedor e permite a negociação de preços e prazos. 

Confira outros benefícios de quem adere ao Ambiente de Contratação Livre (ACL):

Liberdade de escolha do fornecedor

No Ambiente de Contratação Regulada (ACR), o consumidor pode adquirir energia elétrica apenas da distribuidora responsável pelo fornecimento em sua região. Assim, não há liberdade de escolha de fornecedor. 

Já no Mercado Livre, a empresa pode identificar qual geradora atende melhor às suas demandas e negociar as melhores condições de contratação.

Contratação de carga sob medida

No Mercado Livre, o consumidor pode contratar o volume de energia de acordo com a demanda de sua empresa numa negociação feita diretamente com a geradora. Há flexibilidade para adequar preço, volume, prazo e forma de reajuste, além de prever sazonalidades.

Redução significativa nos custos com energia elétrica

Comparados aos preços praticados pelas distribuidoras de energia, os valores negociados no Mercado Livre de Energia são extremamente competitivos. Assim, os consumidores alcançam até 35% de redução de custos com energia elétrica.

Previsibilidade orçamentária

Na contratação de energia elétrica no mercado livre, as empresas negociam valores que serão válidos por todo o período de contrato. Assim, não ficam suscetíveis às bandeiras tarifárias que influenciam os valores cobrados pelas concessionárias.

Amplo poder na tomada de decisões

O Mercado Livre de Energia é um ambiente de negociação que possibilita a escolha do fornecedor de acordo com os critérios estabelecidos pela própria empresa. A decisão sobre a melhor relação entre custo e benefício fica inteiramente nas mãos do consumidor.

Como migrar para o Mercado Livre de Energia

Caso atenda aos critérios de elegibilidade, o consumidor pode migrar para o Mercado Livre de Energia seguindo 8 passos:

  1. Avaliar requisitos de tensão e demanda;
  2. Realizar estudos de viabilidade econômica;
  3. Analisar os contratos vigentes com a distribuidora;
  4. Negociar e assinar o contrato de fornecimento no Mercado Livre com um gerador ou comercializador;
  5. Denunciar o contrato de fornecimento à atual distribuidora;
  6. Negociar e assinar o Contrato de Uso de Sistema de Distribuição (CUSD) com a distribuidora à qual a unidade está conectada;
  7. Adequar seu sistema de medição de consumo com a distribuidora conforme a legislação vigente;
  8. Aderir à Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).

Se sua empresa tem o interesse em fazer a migração para o Mercado Livre de Energia, é recomendável recorrer a consultorias especializadas, que fornecem o acompanhamento de todo o processo. 

Esfera Energia realiza o planejamento com análises técnica e regulatória minuciosas, deslumbrando, desde o começo, os ganhos a serem gerados. Os consumidores ganham voz na negociação com os maiores geradores de liquidez deste mercado em busca dos melhores termos para os seus orçamentos, sem conflitos de interesse ou qualquer forma de comissionamento.

O acompanhamento vai desde a contratação de energia até as questões burocráticas que envolvem a migração para o Mercado Livre, com ações rápidas a cada ajuste regulatório. Para entender as necessidades de sua empresa, fale com um especialista Esfera!